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Testosterona vs Calvície


"Não quero perder o desejo sexual
mas também não quero ficar careca"

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Sempre tive uma vida sexual muito ativa. Acontece que agora aos 40 anos comecei a notar que estou com queda de cabelo. Os meus colegas dizem-me que é sinal que tenho excesso de testosterona. Será verdade? Não quero perder o desejo sexual mas também não quero ficar careca. O que posso fazer para evitar isso?
R.S. - Aveiro


A nossa resposta

Caro leitor a ideia de que os homens com mais testosterona têm maior queda de cabelo e que ficam carecas precocemente não passa de um mito. Essa ideia vem da expressão “é dos carecas que elas gostam mais”, já que o alto nível desta hormona está associada ao desempenho sexual. 

É verdade que o crescimento de pêlos, em algumas zonas do corpo, está diretamente ligado à produção de testosterona, tanto nos homens como nas mulheres. Por exemplo, é por volta dos 12 anos de idade que esta hormona começa a ser produzida e surgem os primeiros pêlos no rosto, tronco, nádegas, virilha e monte púbico. 

Porém, outras zonas do corpo como braços e pernas não são afetadas pela maior ou menor produção de testosterona, por isso denominam-se de pêlos independentes. 

No entanto, o que se relaciona com a queda de cabelo é a diidrotestosterona, que é uma transformação da testosterona. Essa é a hormona que aumenta a queda de cabelo nos homens e a sua produção depende de fatores locais do couro cabeludo, e não da quantidade de testosterona que circula no sangue. As pessoas calvas têm enzimas, no couro cabeludo, com uma maior capacidade de transformar a testosterona do sangue em diidrotestosterona para agir no folículo capilar. 

Existem vários fatores determinantes para a queda de cabelo, mas que devem ser avaliados de acordo com cada pessoa. A genética muitas vezes pode ser a causa da queda e, neste caso, poucas vezes há precaução, mas há vários tratamentos estéticos que revertem esta situação, pelo que deverá consultar um dermatologista.

Obrigado pela sua questão


Psicólogo - Sexólogo Clínico
Tel: 969091221


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Ciumes e Baixa Auto Estima


"Baixa auto-estima e ciúmes"

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Tenho uma auto-estima muito baixa (não gosto de mim e sinto-me inferior a toda a gente) e isso desequilibra a minha relação com o meu namorado. Tornei-me muito ciumenta e ando sempre a questioná-lo sobre os verdadeiros sentimentos dele para comigo. Comecei uma psicoterapia recentemente, mas acontece que duvido que me possa ajudar. A psicóloga mandou-me ler livros de auto-ajuda e escrever num papel as minhas qualidades, entre outras coisas que não estou a fazer por não acreditar que isso me possa ajudar.

J.B. - Ponte de Lima


A nossa resposta

Cara leitora 

apesar de não conhecer a sua psicóloga, penso que o primeiro passo que deverá dar é falar sinceramente com ela sobre as suas questões. Sempre que lhe for proposta uma tarefa deverá ser referido qual o propósito da mesma e, caso isso não ocorra, tem todo o direito a questionar a sua terapeuta sobre o mesmo. 

Por vezes, ao longo da nossa vida, vamos adotando formas de estar e de nos comportarmos sem questionarmos se poderão existir alternativas mais “adaptativas”. Um dos propósitos das psicoterapias é precisamente levar-nos a pensar sobre estas questões. 

Pondere se estas duvidas que levanta, na relação com a sua terapeuta, não se prendem com a sua baixa auto-estima e não são o mesmo tipo de padrão usado na relação com o seu namorado. 

Parece-me que grande parte da essência, do seu problema, está na incapacidade em aceitar que pode ser “amada” e em confiar mais, não só nos outros mas, em si mesma!

Obrigado pela sua questão


Psicólogo - Sexólogo Clínico
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Veja também:


- "Ciúme"
- "Um em cada quatro jovens é vitima de violência no namoro"
- "Sou timido"
- "Sou muito timida"

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Filha quer ver o meu pénis


"A minha filha quer ver o meu órgão genital"

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“Sou casado, tenho uma filha de três anos
e estou um pouco chocado com uma situação.
Ela pediu-me que lhe mostrasse o pénis.
Eu não sei se o devo permitir, pois sinto-me muito atrapalhado.”
C.P. - Fafe


A nossa resposta

Caro leitor

a idade dos três anos é, geralmente, uma época em que aumenta a curiosidade sobre a diferença de géneros (os meninos e as meninas). Esta será uma primeira conversa, entre muitas, que terá pois as crianças questionam-se constantemente sobre o mundo que as rodeia. É normal as crianças quererem conhecer a anatomia do sexo oposto, não só para satisfazerem a curiosidade sobre os seus pares, mas também sobre os seus próprios corpos.

A sua filha tem uma vulva tal como tem um cotovelo, um ombro e um nariz, e o leitor um pénis. Se não se sente confortável em mostrar o seu corpo e julga que se irá sentir atrapalhado, será melhor informá-la recorrendo a um bom livro de educação sexual adequado para a idade dela.

Os comentários negativos ou o pouco à vontade que possa ter nestas situações enviam a mensagem que as funções corporais são desagradáveis. A forma como abordar esta questão vai determinar o quão confortável ela se sentirá, no futuro, em fazer-lhe perguntas e partilhar informações sobre a sexualidade.

Obrigado pela sua questão

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Ela não quer usar brinquedos sexuais


"Ela recusa usar brinquedos sexuais"

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“Comprei vários acessórios sexuais numa sex-shop e qual não foi o meu espanto quando vi que a minha mulher se recusou a usá-los. Fiquei dececionado e não sei como poderei fazê-la mudar de ideias.”

P.T. - Elvas


A nossa resposta

Caro leitor

os acessórios sexuais podem ajudar a aumentar o prazer sexual e acrescentar novidade e emoção na relação. 

É possível que a sua mulher tenha ficado espantada se comprou esses objetos, sem falar previamente com ela, e os apresentou de “surpresa” durante a relação sexual. Algumas pessoas evitam usar brinquedos sexuais pelo preconceito ou receio de serem “substituídos” pelos mesmos. Tenha uma conversa calma e sincera com a sua mulher e sugira-lhe procurarem “brinquedos sexuais” que sejam do agrado de ambos. 

Quando as pessoas se permitem a explorar a própria sexualidade descobrem que existem outras formas de ter prazer e que os acessórios sexuais podem ser uma ajuda interessante.

Para que a sua mulher se vá habituando a este tipo de materiais, procurem usar acessórios direcionados para outras zonas que não a genital (por exemplo, cremes de massagem, penas para fazer cócegas, velas com aromas, algemas, vendas para tapar os olhos, etc). Até mesmo o vibrador pode ser usado como um massajador para o corpo e não apenas para estimular a zona genital. 

Na maior parte dos casos, o prazer e a excitação devem-se mais ao facto de se estar a experimentar algo diferente do que ao tipo de objetos sexuais. Dê algum tempo à sua mulher para que vá ganhando confiança sexual, pois não faz sentido usar estes “brinquedos” se não estiver confortável com a própria sexualidade.

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Sexo com comida


"Gosto de comer enquanto faço sexo"

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“Tenho uma tendência sexual que acho ser pouco comum:
gosto de comer enquanto faço sexo. Será normal?”


F.S.- Almada


A nossa resposta

Caro leitor,

no mundo diversificado da sexualidade, podemos encontrar uma imensidão de comportamentos. Alguns são mais comuns do que outros mas, só por serem diferentes, não significa necessariamente que sejam errados.

Não é raro que a comida entre nos jogos sexuais dos casais ou até que seja usada como afrodisíaco. Visto que os alimentos não fazem parte do acto sexual em si, não é frequente que as pessoas dependam de comer para sentirem prazer sexual.

Se este tipo de comportamento é obsessivo, ou se só consegue ter prazer sexual desta forma, é possível que tenha esse fetiche. Muitos fetichistas não conseguem ter desejo, excitação e prazer se o objecto de desejo, que no seu caso é comer enquanto faz amor, não estiver presente durante a relação sexual.

Se considera que este pode ser o seu caso, se isso o incomoda e se está a interferir na sua vida amorosa e/ou relacional, será importante recorrer uma terapia sexual de forma a dessensibilizar essa dependência.

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Sexo ou Chocolate ?


"Será possível gostar mais de chocolate do que de sexo?"

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“Há dias, em conversa com amigas, descobri que todas elas preferiam comer chocolate, a ter uma noite de sexo. Achei impressionante e fiquei na dúvida o que faria levar a esta preferência.”

C.M.- Guimarães


A nossa resposta

Cara leitora,

a preferência das suas amigas não é muito diferente da verificada em diversos estudos. Quando questionadas sobre o que consideram irresistível, cerca de 80% das mulheres, refere o chocolate, relegando o sexo para um modesto 5º lugar!

O chocolate possui compostos como a dopamina, a serotonina e a feniletilamina que são substancias produzidas também ao longo da resposta sexual, particularmente na fase de orgasmo, e que proporcionam uma sensação de bem-estar. Esta é a razão porque, muitas vezes, o chocolate serve de compensação nos desgostos amorosos e como afrodisíaco, ou parte dos jogos de sedução, nos casais. No entanto, o chocolate não substitui o prazer sexual e apesar da sua ingestão provocar o aumento de concentração de feniletilamina no sangue, dificilmente atingirá o patamar de prazer e bem-estar provocado por um orgasmo.

Embora numa fase inicial, as sensações provocadas pelo chocolate possam substituir a falta de sexo, pois a feniletilamina controla a passagem da fase do desejo sexual para a fase seguinte, da emoção e do afeto propriamente dito, o organismo desenvolve tolerância aos efeitos da feniletilamina e, com o passar do tempo, torna-se necessária uma maior quantidade do composto para provocar o mesmo efeito. A menos que estas pessoas passem a consumir “doses industriais” de chocolate nunca ficarão saciadas. Esta substância tem um efeito de tal forma positivo no corpo que pode víciar. Além disso interfere na mesma zona cerebral que a cocaína e a heroina.

Cara leitora apesar de tudo o que foi dito, aqui para nós, será que os resultados destes estudos, e a conversa das suas amigas, não está influenciada por aspetos culturais onde, infelizmente, a ideia que a mulher deve controlar os seus impulsos sexuais ainda permanece?

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Sexsomnia - sexo a dormir


"É normal não se lembrar que fizemos amor?"

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“O meu marido fica excitado enquanto dorme. Por vezes até fazemos amor, mas quando acorda ele não se lembra de nada. É normal acontecer?”

R.A. - Portimão

A nossa resposta

Cara leitora

embora seja uma condição rara, existem pessoas que sofrem de uma perturbação do sono, que as leva a ter relações sexuais, enquanto dormem, chamada de “sexsomnia”. Geralmente, estas pessoas não sabem o que aconteceu até serem confrontadas pelas evidências ou por outra pessoa. Os comportamentos podem ir da masturbação até ao ato sexual em si.

Num estudo realizado, no Canadá, verificou-se que 1 em cada doze pacientes com vários distúrbios do sono (ou seja, não apenas sexsomnia) já tinham tido relações sexuais enquanto estavam a dormir, sem terem consciência das suas ações (a chamada parasomnia).

Outras desordens desta categoria incluem o sonambulismo, os pesadelos nocturnos e bruxismo (ranger dos dentes). As pessoas com sexsomnia costumam ter uma ou mais destas desordens. O tratamento pode implicar o uso de máquinas para a apneia do sono e alguma medicação.

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Só me quer para sexo!




"Só me quer para sexo"


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"O meu marido é uma ótima pessoa, mas tenho muitas discussões com ele porque não quer fazer nada em casa, só se lembra de mim para fazer sexo. Não sei o que fazer para que ele comece a cooperar comigo"

R.S. – Barcelos



A nossa resposta

Cara leitora

uma relação amorosa deve servir para os elementos do casal se complementarem.

Compreendo que seja frustrante estar sempre a pedir para partilhar as tarefas domésticas e não se sentir ouvida, porém as discussões, muitas vezes, apenas servem como um braço de ferro que não levam a lado nenhum.

Geralmente, se um dos elementos do casal fica sobrecarregado de tarefas domésticas é porque também não exige um maior esforço ao outro.

Negociar é, em muitas situações, a melhor alternativa. A negociação é um jogo psicológico onde não é importante “o que se pede” mas sim “como se pede”. Procure um momento tranquilo para ter uma conversa sincera com o seu marido. Diga-lhe que como vivem na mesma casa e, já que são os dois a sujá-la, ambos são responsáveis por mantê-la limpa. 

Uma vez que na vida e nos negócios as pessoas tendem a dar menos do que lhes é pedido, o “segredo” está em pedir mais do que quer, pois quanto mais pedir, maiores serão as possibilidades de ele fazer o que pretende.

No seu caso, por exemplo, se quiser que o seu marido despeje o lixo, peça-lhe para ir limpar a sala, arrumar a dispensa, despejar o lixo e ir passear os cães. Não tenha medo de pedir muito mais do que está disposta a aceitar. Se ele lhe disser que não consegue fazer tudo de uma vez, diga-lhe "Ok ... mas pelo menos vai despejar hoje o lixo...".

Pense até que ponto o seu marido não poderá estar a usar a mesma "estratégia" relativamente à vossa frequência sexual?

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O meu namorado é paraplégico





"Namoro com um rapaz paraplégico...
 Como posso dar-lhe mais prazer?"


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"Namoro com um rapaz que sofreu um acidente quando tinha 23 anos e ficou paraplégico. Como estamos juntos há poucos meses, ainda não me sinto à vontade para lhe fazer algumas perguntas em termos de sexo.

Gostaria de saber como lhe posso proporcionar prazer e se ele poderá vir a ter ereções e ejacular?"

A.P. – Almada



A nossa resposta

Cara leitora

os homens que sofrem uma lesão medular preservam o impulso sexual. Como a ereção é um fenómeno neurológico, psicológico, endócrino e vascular, se existir uma lesão medular este mecanismo fisiológico pode ser afetado causando Disfunção Erétil no homem.

Um em cada quatro paraplégicos ou tetraplégicos não apresenta qualquer tipo de ereção, e nos restantes, na grande maioria dos casos a erecção é de tipo reflexo, ou seja, sem o controlo voluntário (psicológico) da mesma. Estas ereções reflexas podem ser provocadas, por exemplo, através do sexo oral ou estimulação manual.

É importante referir que, embora sejam fenómenos geralmente associados, o orgasmo e a ejaculação são processos distintos. O seu namorado pode manter a capacidade de ter orgasmo visto que é uma sensação sensorial, que fica guardada na memória e que se mantém, desde que tenha sido experienciada antes do acidente. Portanto, quando vocês se envolvem com beijos, abraços e carinhos, ele pode ter orgasmo.

Quanto à ejaculação esta não existe em mais de 90%, destes casos, por falta da inervação do pénis. Penso que pode dar bastante prazer ao seu namorado recorrendo aos carinhos, atenção, amor e companheirismo, além do sexual. Em muitos casos, estes sentimentos transcendem o sexo.

Porém, se o seu namorado não tem qualquer tipo de ereção e se considerarem esse facto bastante importante, ponderem falar com um urologista sobre a possibilidade da colocação de uma prótese peniana.

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Simular virgindade


"É possível simular que ainda sou virgem?"


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Tenho 17 anos e comecei a namorar com um rapaz, há 3 meses, que amo muito. Acontece que já não sou virgem mas gostaria muito que ele não descobrisse. É possível simular de alguma forma que ainda sou virgem? Queria muito que ele não percebesse!

M.S. – Évora



A nossa resposta

Cara leitora a virgindade é uma construção social que, cada vez mais, tem perdido a sua importância no mundo ocidental. O conceito de virgindade, na mulher, hoje em dia, está muito mais ligado à inocência, falta de experiência e intimidade, do que radicalmente à presença de uma simples membrana, localizada na entrada do canal vaginal, chamada de hímen, que nem sempre rompe na primeira relação.

Isto leva a que a opinião sobre a virgindade não seja muito consensual, pois muitas pessoas questionam até que ponto uma mulher é virgem, após fazer sexo oral ou anal, desde que seu hímen esteja íntegro. Além disso, existem mulheres que, apesar de nunca terem tido qualquer tipo de contacto íntimo, não têm hímen.

Para si qual é o significado de ser virgem? Porque motivo é tão importante esconder o passado ao seu namorado? A leitora é dona do seu próprio corpo e não deve considerar a virgindade como “um presente” a dar em cada relação que começa. Já imaginou como seria se tivesse que mentir sobre o sucedido sempre que começa uma relação amorosa?

“Simular” é basear o início da vossa relação numa mentira. Não se esqueça que, por vezes, a pior das verdades é melhor do que uma simples mentira. Se ele não aceitar o seu passado é porque não sabe respeitá-la e, como tal, deverá questionar-se se vale mesmo a pena permanecer numa relação deste tipo.

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Tamanho do pénis





"O meu pénis ereto mede 13 cm ...
O que acham acerca deste tamanho?"


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“Bom dia, o meu pénis em estado ereto mede 13 cm e pouco e 15 cm de grossura, mas eu tenho um grande complexo por considerá-lo pequeno.

O que acham acerca deste tamanho?

P.F. – Faro



A nossa resposta

Caro leitor

segundo diversas pesquisas o tamanho médio do pénis, do homem português, quando ereto, situa-se entre os 12 e os 16cm, pelo que o seu está dentro desses padrões.

Curiosamente, este tipo de questões incomoda mais os homens que as mulheres, pois costumam comparar as suas aptidões através duma virilidade projetada no pénis. Assim sentem-se melhores ou piores, que os outros homens, consoante o tamanho do seu pénis. Isto leva a que alguns homens, mesmo sabendo que têm um pénis de tamanho normal, se sintam de tal forma inseguros, por considerarem que têm um pénis pequeno, que dificilmente se entregam nos momentos amorosos.

Em alguns casos, estas dúvidas são de tal forma perturbadoras que acabam por provocar dificuldade de ereção e de controlo da ejaculação. Alguns homens chegam a limitar as suas experiências sexuais justificando esse comportamento por terem receio de serem gozados ou rejeitados pela outra pessoa, quando, no fundo, os principais críticos são eles próprios.

Caro leitor, não esqueça que o sexo pode ser muito prazeroso, quando duas pessoas se amam profundamente, independentemente do tamanho dos seus órgãos genitais.

Obrigado pela sua questão


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Luto para ter o tão falado orgasmo





“Sei satisfazer um homem, e como uma verdadeira mulher isso me deixa muito feliz, mas ao mesmo tempo com raiva porque eles sentem todo o prazer e eu no máximo um orgasmo muitooooo de leve, não aguento mais ser privada dessa sensação que todos falam que é tão maravilhosa !!!!”


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“Olá tenho 22 anos e nunca tive prazer com a penetração. Namoro há 3 anos e perdi a minha virgindade aos 17 anos, doeu um pouco no começo assim que ele penetrou mas depois só sentia uma sensação incómoda.

Com o tempo fui tendo relações com mais frequência e então percebi que não era normal porque continuava sem sentir nada apenas a sensação incomoda. Então percebi que o que estava acontecendo não era normal, comecei a pesquisar e em todo lugar falava que estava nervosa não relaxava e coisa tal mas sempre fiquei super relaxada e segura que era aquilo mesmo que eu queria.

Depois de um tempo falei com uma amiga do que estava acontecendo então ela me falo que eu poderia ser frígida. Então fui pesquisar sobre esse assunto, e vi que não poderia ser, porque uma mulher frígida não tem vontade nenhuma de ter relações, não sentia desejo vontade de ter relações, o que é muito diferente do meu caso. Eu tenho vontade, desejo, tesão disposição tudo que é necessário menos o essencial o prazer.

Desde então venho lutando para ter o tão falado orgasmo, tenho total segurança com meu namorado não tenho vergonha nenhuma muito pelo contrario sou até safada demais, e o que mais me deixa intrigada é que os que eu tive relações sempre me elogiaram e muito, dizem que sou muito boa de cama, que sei satisfazer um homem e como uma verdadeira mulher isso me deixa muito feliz mas ao mesmo tempo com raiva porque eles sentem todo o prazer e eu no máximo um orgasmo muitooooo de leve não aguento mais ser privada dessa sensação que todos falam que é tão maravilhosa !!!!"

V.M. – Brasil



A nossa resposta

Cara leitora

existem múltiplas razões para a ausência de orgasmo na mulher. Embora algumas mulheres consigam ter orgasmo com o parceiro, sem se conhecerem, nem sempre isso é possível, pelo que deverá primeiro conhecer o seu próprio corpo. Na realidade, muitas mulheres não conseguem ter orgasmo porque desconhecem o seu próprio corpo, logo, também não sabem o que pedir ao parceiro para terem mais prazer sexual. Em primeiro lugar é importante saber como, e de que forma, gosta de ser estimulada.

Como ninguém nasce ensinado, deverá primeiro descobrir, por si própria, como ter mais prazer, por exemplo, através da auto-masturbação. Cada mulher tem uma forma própria de obter o orgasmo. O trabalho na percepção do corpo e a revisão de valores e crenças relacionadas à sexualidade tendem a auxiliar na obtenção do orgasmo. Aprenda como gosta de ser tocada e que fantasias a ajudam a ter orgasmo, para depois comunicar ao parceiro. Existem lojas especializadas, ou sites na internet, com alguns materiais à venda, tais como vibradores ou dildos, que a poderão ajudar a ter novas sensações.

Entretanto, seja sincera consigo, e com o seu companheiro, não simule nem se force a ter orgasmos, sempre que tiver relações, pois quanto mais ansiosa estiver mais difícil será. O orgasmo é uma conquista e não uma obrigação a ser alcançada a todo custo! O processo de aprendizagem, visando a obtenção do orgasmo, deve ser encarado como uma oportunidade para tornar as relações sexuais mais gratificantes e prazerosas. Se mesmo assim persistirem as dificuldades, pondere procurar ajuda de um terapeuta sexual.

Obrigado pela sua questão


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Ereções noturnas





“Ele estava com ereção a dormir”


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“Vivo com o meu namorado há cerca de 2 meses. Acontece que um dia destes durante a noite vi que ele estava com ereção. Procurei envolver-me com ele mas tive como resposta um “estou muito cansado” e pôs-se a dormir.

Fiquei preocupada. Será que ele estava a sonhar com outra mulher?”

L.S. – Azambuja



A nossa resposta

Cara leitora,

as ereções noturnas estão presentes na maioria dos homens. Durante o sono podemos encontrar dois estágios, fisiologicamente distintos, que vão alternando ao longo da noite, em vários ciclos: o sono lento ou NREM e o sono paradoxal ou REM. Durante o sono paradoxal existe uma importante atividade elétrica muscular, que é responsável pelas famosas ereções noturnas/matinais. Como o sono paradoxal dura, aproximadamente, vinte minutos por ciclo, e como existem cinco ciclos por noite, os homens têm cerca de cem minutos de ereção, todas as noites.

Estas ereções noturnas são uma forma do próprio organismo preservar os corpos cavernosos e os mecanismos da ereção. Portanto, este tipo de ereções não está associado, directamente, ao desejo sexual ou fantasias/sonhos sexuais. Nesta fase do sono existem, ainda, outras reações físicas, tais como uma aceleração do ritmo respiratório e cardíaco, movimentos oculares rápidos e irregulares por detrás das pálpebras cerradas, entre outras.

Como pode ver não existe motivo para ficar preocupada com esta situação.

Obrigado pela sua questão


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Vicio em pornografia e disfuncao eretil






“Tem disfunção eretil e é viciado em pornografia?”


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“Boa tarde Dr. Fernando,

tenho 33 anos e o meu namorado tem 38. Ele tem disfunção erétil, diagnosticada por um andrologista do HSM. Há uns tempos descobri que ele vê filmes pornográficos no computador... Confrontei-o e ele admitiu que tinha este vício.

É possível ser-se viciado em pornografia? Estará este vício relacionado com a disfunção?

Temos uma vida sexual cheia de imaginação, ele não perde a criatividade e sinto-me muito realizada com a vida sexual que tenho com o meu companheiro. Mas fiquei com esta dúvida.

Se me pudesse ajudar a esclarecer, agradecia

Obrigada e até breve”

R.P. – Lisboa



A nossa resposta

Cara leitora

de facto a visualização de pornografia, tal como qualquer actividade que dá muito prazer, pode criar alguma dependência. Considera-se que uma pessoa tem uma dependência, ou compulsão, quando existe um impulso incontrolável para realizar um determinado acto.

No caso da compulsão sexual, o sexo passa a regular a vida emocional da pessoa. O dependente sexual passa os dias a planear, calcular, imaginar e a procurar oportunidades de ter relações sexuais, ver pornografia ou masturbar-se, com necessidades cada vez maiores para manter o nível de alívio emocional.

Apesar de ser medicamente reconhecida como uma patologia, há correntes de opinião que relativizam a dependência sexual, recorrendo à velha máxima de “antes a mais do que a menos”. Porém, a maioria dos especialistas em sexologia estabelece uma distinção clara de quando se atravessa a fronteira do normal e se entra no território da dependência. Isso acontece quando o vício transtorna a vida das pessoas provocando um acentuado mal-estar, problemas laborais e relacionais.

Estima-se que só em Portugal existam mais de 500 mil pessoas viciadas em sexo, na sua maioria homens com idades compreendidas entre os vinte e os trinta anos.

Se o seu namorado, ao ver este tipo de filmes, consegue ter ereção e masturbar-se sem problemas, então esta dependência pode estar a provocar a Disfunção Eretil. O que acontece, nestas situações, é que a pessoa fica tão “vidrada” neste tipo de estímulos que não consegue ficar suficientemente excitada na vida real. Procure falar abertamente com o seu namorado e, se for este o caso, será importante procurarem ajuda de um Terapeuta Sexual.

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Psicólogo - Sexólogo Clínico
Tel: 969091221


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