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VAGINISMO



Segundo a psicóloga Marília Mendes Araújo, Vaginismo pode ter causa psicológica. Apesar de sentirem atração e desejo por seus namorados, companheiros ou maridos, muitas mulheres têm dificuldades ou simplesmente não conseguem manter relações sexuais com eles. Entre outras possibilidades, isto acontece porque elas podem estar sofrendo com um tipo de disfunção sexual chamada vaginismo, que tem como característica principal uma dor intensa que as impedem de manter relações devido à contração involuntária dos músculos da região pélvica e vaginal. 

Para elas, o problema pode impedir a penetração no ato sexual e até mesmo a realização dos exames ginecológicos de rotina, devido à intensidade das contrações. De acordo com a médica ginecologista do Hospital Marcelino Champagnat Mônica Zomer, esta queixa é relativamente frequente nos consultórios. “Temos relatos de mulheres de várias idades em relação à dor ou à impossibilidade de manter relações sexuais. As adolescentes ainda têm dificuldade em conversar sobre o assunto, já as mulheres mais experientes costumam falar sobre o problema com menos constrangimento”. 

Ela ainda explica que, além do vaginismo, outras doenças e disfunções também provocam dor e podem impedir a mulher de conseguir ter relações. Entre elas, estão a endometriose, as infecções vaginais e as alterações que ocorrem com o corpo feminino na menopausa. Seja qual for a causa do problema, a médica afirma que consultar com um ginecologista é fundamental para confirmar se os desconfortos são realmente o vaginismo ou outra doença de origem física. “Em uma consulta com o médico, já é possível determinar se a mulher possui vaginismo, endometriose ou DIP (doença inflamatória pélvica), que também podem provocar muita dor durante o sexo, impedindo a mulher de sentir prazer”. 

Descartadas as demais doenças, o diagnóstico do vaginismo ainda pode determinar se ele é primário ou secundário. “O vaginismo primário é aquele em que a mulher, devido às contrações e aos espasmos musculares, nunca conseguiu manter relações sexuais, fazer exames ginecológicos ou até usar absorventes internos”. Já quem tem o vaginismo secundário, apesar de apresentar os mesmo sintomas, geralmente teve uma vida sexual ativa com relações completas e prazerosas. “Este tipo de vaginismo é o que está ligado à menopausa e aos traumas em decorrência de sofrimento no parto, aos abusos sexuais e outros motivos de fundo emocional”. 

Tratamento envolve terapia e exercícios 

Apesar da dor e das dificuldades, Monica afirma que ambos os casos (primário e secundário) têm tratamento. “Quem sofre com vaginismo precisa buscar ajuda médica, para verificar a causa e dar início ao tratamento. As mulheres não precisam sofrer à toa e nem ter vergonha”. Identificado o vaginismo, o médico pode encaminhar as pacientes para os fisioterapeutas ginecológicos ou terapeutas especialistas na área. 

Segundo a psicóloga especialista em sexologia Marília Mendes Araújo, a causa do problema pode ser algum abuso sofrido pela mulher ou uma memória de infância que faz com que ela associe o sexo a algo negativo, o que causa um bloqueio inconsciente para a relação. “A mulher pode ter sofrido um abuso, ter visto algo que a chocou quando era criança ou ter passado por algum tratamento médico doloroso na região íntima, como uso de cateter em infecções urinárias”. 

Para superar o problema, a psicóloga diz que o tratamento passa por sessões semanais de terapia, aliadas à prática de exercícios para relaxar a musculatura vaginal. “O tratamento varia de acordo com a intensidade das dificuldades, mas, em média, costuma levar de seis meses a um ano, com uma sessão por semana. Nestas sessões, temos a parte da terapia, com as conversas sobre o problema, e também a indicação dos exercícios de movimentação da pelve, que ela deve praticar em casa, sozinha ou com o companheiro”. 

Outro fator importante para um bom resultado é o apoio dos parceiros, que devem participar do tratamento, entendendo a situação e compreendendo que esta dificuldade não representa falta de amor ou excitação por parte delas. “O papel deles é dar carinho, investir na cumplicidade, no contato e nas preliminares até que o vaginismo seja vencido. Só assim o casal consegue superar o problema e as crises no relacionamento que ele possa ter provocado”, esclarece Marília.



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Dr. Fernando Eduardo Mesquita

Psicologia Clínica / Sexologia Clínica
Terapia Cognitivo Comportamental / Terapia EMDR

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Fome de AMOR



ESTAMOS COM FOME DE AMOR!


Uma vez Renato Russo disse com uma sabedoria ímpar: "Digam o que disserem, o mal do século é a solidão". Pretensiosamente digo que assino embaixo sem dúvida alguma. Parem pra notar, os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias.

Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas. E saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos. 

Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dance",  incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvida? 

Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçados, sabe, essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega. 

Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção. Tornamo-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós. 

Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos Orkut, o número que comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra ser sozinho!". 

Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.

Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa. 


TODO MUNDO QUER TER ALGUÉM AO SEU LADO,
 mas hoje em dia é feio, démodé, brega. 


Alô gente! 


FELICIDADE, AMOR, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, "pague mico", saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta. 

Mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois. 

Quem disse que ser adulto é ser ranzinza? Um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: "vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida". 

Antes idiota que infeliz! 

Hipersexualidade: vício por sexo



HIPERSEXUALIDADE 
vício por sexo pode provocar ansiedade e trazer infelicidade


A obsessão incontrolável por sexo atinge cerca de 3% da população mundial e, desses, 70% são homens. O hipersexual deixa de controlar a situação e torna-se "refém do sexo" afetando as suas relações sociais, profissionais e familiares. Em casos extremos, pode existir privação do sono e de uma alimentação correta, para praticar ou pensar em sexo.

A compulsão não é apenas pela relação sexual, mas sim pela masturbação e/ou acesso pornografia, entre outros. A pessoa passa grande parte do seu tempo a pensar em sexo e a procurar situações de cunho erótico. Por causa disso, muitas vezes, existe um aumento na exposição a situações de risco, como fazer sexo sem proteção, correndo risco de contrair DSTs (doenças sexualmente transmissíveis), ou de uma gravidez indesejada. 

A pessoa procura o sexo como forma de alívio e não por prazer. Então, não importa a quantidade de sexo, pois irá continuar ansioso e infeliz por não acalmar essa angústia que sente. É como se ele tivesse um calo no pé que o incomoda o dia inteiro. Muitos não conseguem manter o emprego, pois são apanhados a ver sites pornográficos. No âmbito familiar, também há preconceito e, muitas vezes, há falta de entendimento, já que os parceiros não compreendem essa necessidade extrema de sexo.

A dependência prejudica principalmente a área profissional, já que, por causa da adição sexual, existe uma dedicação excessiva a planear formas de satisfação sexual

Traumas podem levar à compulsão

Uma das causas mais aceites para explicar a hipersexualidade é o desequilíbrio dos neurotransmissores, que pode ter fundo genético ou simplesmente ser decorrente de um trauma, que provoca reações descontroladas temporariamente. Na maioria dos casos, a disfuncionalidade aparece já na adolescência, mas a tendência é que se torne mais intensa a partir dos 20 aos 30 e poucos anos de idade.

Além da predisposição genética [que ainda requer confirmação por mais estudos], a compulsão por sexo pode estar ligada a algum trauma, como agressão física, quadro de ansiedade exagerada, perda afetiva, problemas tóxicos cerebrais. A demência, por exemplo, pode levar o indivíduo à hipersexualidade.

Tratamento

Geralmente, o paciente procura ajuda médica por "exigência" do parceiro ou familiares que percebem as suas mudanças de comportamento. Como o assunto é “muito estigmatizado”, o indivíduo sente vergonha de relatar o que realmente sente, além do próprio “autopreconceito”.

O que se deve entender é que não depende da pessoa desejar ou não ter sexo. É algo que ela precisa controlar e não consegue. É um impulso real.

O tratamento deve ser combinado com medicação e psicoterapia.

Os medicamentos utilizados são do tipo antidepressivo, que ajudam a inibir a libido, e também estabilizadores de humor. 

A terapia sexual ajuda a investigar as origens do problema e como a pessoa se estruturou em relação ao sexo. Geralmente, a medicação só é usada quando a pessoa tem, além desta disfuncionalidade, outro problema psiquiátrico, como a depressão ou transtorno de ansiedade [comum nos dependentes de sexo]. 

Em casos mais graves, como pedófilos ou agressores sexuais, também é utilizada medicação para tentar bloquear quimicamente alguns comportamentos.



Adaptado do original de  Vanessa Sulina, em Noticias R7



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Dr. Fernando Eduardo Mesquita

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Sextoys beneficiam a saúde sexual



Todos os dias percebo nos atendimentos que faço que o maior medo da mulher perante um vibrador é o de puro pré-conceito. É preferível dizer “não preciso” a “quero conhecer”. 

O que tento explicar é que o vibrador tem uma função quase que fisiológica numa relação amorosa. É comprovado que a vibração do brinquedo melhora a irrigação sanguínea da região intima (e de toda a área em que for aplicado). E não é obrigatório que o brinquedo tenha de ser introduzindo em orifícios. Você pode utilizá-lo para fazer uma deliciosa e excitante massagem ou para potenciar o momento do sexo oral no parceiro (massajando a zona púbica). O que indico é que cada mulher tem um estilo próprio para os brinquedos eróticos. 

Existem no mercado inúmeros modelos, com texturas diferentes e potenciais incríveis. O importante é seguir duas regras básicas: 

Primeira: se for comprometida, pergunte ao amado (ou amada) o que ele(a) pensa sobre o uso de brinquedos sexuais. Nada de fazer surpresas. Você pode sair surpreendida nesta história. E acredite numa conversa franca e bem humorada a respeito do assunto: sextoys! Isso pode render uma noite inesquecível. 

Segunda: se o parceiro for machista ou “meio Sherek”, prefira objetos que não tenham formato fálico e que sejam pequenos. Homem, na cama, detesta comparação e competição. E saiba conversar! Ninguém fica com ciúmes disto! 

Geralmente, os vibradores achatados e com formato de C são para penetração dupla ou estimulo duplo. Brinquedos com ponta curvada ou com esfera na ponta são destinados ao prazer clitoriano. Os demais acessórios são para estimular a região vaginal, proporcionando maior circulação sanguínea. 

Não esqueça que as mulheres têm uma genitália diferente dos homens, porém a forma de excitação é muito semelhante! Uma "massagem" bem feita e com intensidade vibratória pode ser a condição perfeita para o alcance de um prazer intenso. 

Muitas pessoas pensam que quando é necessário comprar um vibrador para ter prazer é por que a relação “morreu”. Sabemos que as coisas não são bem assim! Diversos estudos referem que a fase de paixão dura apenas 24 meses. O amor, teoricamente, irá florescer junto, mas podem surgir dificuldades para manter o desejo e a novidade dentro da relação. Por isso, visitar uma Sex Shop, pode ser bastante benéfico para os casais. 

Se não tiver muita experiência no assunto, pesquise antes de comprar. Nunca compre apenas por que uma amiga disse que é bom. Lembre-se que o que é bom para umas nem sempre é bom para outras. Cada caso tem a sua particularidade. 

Existem mulheres que gostam de mais (em quantidade e intensidade) estimulo na região do clitóris outras preferem penetração e outras só alcançam o clímax se estimuladas na região perianal. E há mulheres que precisam de todos os estímulos e carícias juntos! 

Existem vibradores para todos os tipos de mulheres e situações – basta você procurar uma boa loja que tenha artigos de qualidade e obter informações pertinentes ao seu estágio de relacionamento. Procure por modelos silenciosos, discretos e macios. Dê preferência aos acessórios recarregáveis – as pilhas podem falhar no momento menos oportuno! 

Procure ser feliz, realize-se sexualmente, divirta-se, tenha e dê prazer. E se para isso for necessário o uso de algum brinquedo erótico, livre-se deste pudor arcaico embutido pelas gerações e busque a sua forma de liberdade e saciedade.



Fonte: Labareda 


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Priapismo



PRIAPISMO - SABE O QUE É?

O nome vem do deus Priapo da mitologia grega, que tinha um pénis exageradamente grande e que permanecia sempre ereto.

O priapismo é uma emergência médica, geralmente dolorosa e potencialmente danosa, na qual o pénis ereto não retorna ao seu estado flácido, apesar da ausência de estimulação física e psicológica. A ereção dura em média 4 horas, e pode levar à disfunção erétil definitiva.

Os mecanismos que causam o priapismo são pouco compreendidos mas envolvem complexos fatores neurológicos e vasculares.

O priapismo pode estar associado a distúrbios hematológicos, especialmente a anemia falciforme e outras condições como a leucemia, talassemia e doença de Fabry, e distúrbios neurológicos como lesões e traumas à medula espinal (o priapismo já foi relatado em vítimas de enforcamento).

O priapismo também pode ser causado por medicamentos. Os medicamentos mais comuns que causam priapismo são as injeções intravenosas para o tratamento da disfunção erétil (papaverina, alprostadil). Outros grupos relatados são os antihipertensivos, antipsicóticos (por exemplo chlorpromazina, clozapina), antidepressivos (mais notavelmente a trazodone), anticoagulantes, e drogas recreacionais (álcool e cocaína). Os inibidores da fosfodiesterase tipo-5 (PDE5) como a sildenafila (popularmente conhecida como Viagra), a tadalafila e a vardenafila provavelmente não causam priapismo. Também pode ser causada por picada de aranha como por exemplo a aranha “armadeira”.

Lesão venosa

É a situação onde o sangue que chega ao pénis através das artérias, não consegue retornar ao corpo por uma obstrução no conjunto de veias que drenam o pénis. Por este motivo, a pressão do sangue dentro do pénis é elevada, com pouco oxigénio e a dificuldade do sangue chegar até as fibras sensitivas do pénis, gera um quadro doloroso.

Anemia falciforme, substâncias que provocam ereção artificial quando injetadas no pénis (papaverina), doenças neurológicas que geram um quadro de lesão de fibras nervosas envolvidas no mecanismo de ereção (hérnia de disco intervertebral, por exemplo) e algumas situações de utilização de medicamentos como hipotensores (prazosin), anti-depressivos (p.ex: fluoxetine = Prozac), anticoagulantes (heparina), bebidas alcoólicas e drogas como cocaína. Acidentes com grande lesão do períneo e hemorragia local podem também comprometer a drenagem do sangue peniano por compressão e gerar um quadro de priapismo.


Lesão arterial

É a situação onde há a ruptura de uma ou mais artérias que levam o sangue até o pénis. Nessa situação, o sangue chega em grande volume e de forma rápida ao pénis, enquanto o escoamento é lento, gerando assim o estado de ereção prolongada.

Condições que gerem ruptura das artérias que levam o sangue para o pénis como trauma perineal e/ou peniano. A grande diferença estará na consistência do pénis que nessa condição, não é de tanta rigidez como no caso da lesão venosa uma vez que mesmo que de forma mais lenta que à chegada do sangue, o sangue consegue deixar o pénis e por esse motivo, pode gerar um estado parcial de ereção e que pode perdurar por um longo período, sem causar dor e muitas vezes sem prejudicar o ato sexual.

As potenciais complicações incluem isquemia, coagulação do sangue retido no pénis (trombose) e o dano aos vasos sanguíneos do pénis podem resultar em disfunção eréteis ou impotência no futuro. Em casos mais graves, a isquemia pode resultar em gangrena, o que pode fazer com que a remoção do pénis seja necessária.

O tratamento do priapismo muitas vezes necessita de atendimento médico urgente. No caso da lesão venosa, a primeira conduta é puncionar o pénis para aspirar o sangue que se encontra estagnado dentro de pénis e pela mesma punção, introduzir substâncias como noradrenalina que ajudariam na detumescência (regressão da ereção) peniana. Caso essa manobra não solucione o problema, há necessidade de intervenção cirúrgica, para se criar uma comunicação de escape do sangue (chamada de shunt) e com isso, permitir a saída do sangue estagnado no interior do pénis. Na lesão arterial, muitas vezes a ligadura cirúrgica da artéria sangrante ou a obstrução dessa artéria por cateterismo (embolização) pode resolver o problema.
Adaptado do original de Mega Arquivo

Sexo e Suor



Algumas pessoas ficam inseguras, durante a atividade sexual, por transpirarem em excesso, porém, grande parte dessas preocupações nem são notadas pelo parceiro ou parceira no momento, isto porque, quando o desejo e o prazer são intensos, pouco importa a presença de suor.

No entanto, aqui ficam algumas dicas que poderão ajudar a diminuir o excesso de suor:

O que pode representar o suor durante a relação sexual


Embora possa considerar o suor como algo nojento e acabar preocupado(a) com o que a pessoa amada pense, o odor natural do corpo pode ser um ótimo estimulante durante a relação sexual, principalmente para os homens. É normal que o corpo liberte suor em certas situações, no caso das relações sexuais, isso ocorre devido ao esforço físico, mudanças na temperatura ou pelo stresse e receio do contato com a pessoa amada.


Dicas para evitar o suor durante a relação sexual


Tome um banho préviamente, relaxe e aplique sobre a pele das axilas um bom antitranspirante, este pode ser em roll-on, spray ou em talco, de acordo com a sua preferência. O antitranspirante irá conter grande parte do suor a ser liberado;

Alguns produtos e alimentos podem elevar a temperatura corporal aumentando a libertação de suor, evite consumi-los, eles são: feijoada e tutu de feijão, churrasco, pimenta, café, chá, mate, refrigerante de cola e outros;

Se estiver muito calor, na hora da relação sexual, opte por um local bem fresco, ligue o ventilador, ar condicionado, ou simplesmente abra as janelas para que possa entrar um pouco de ar fresco;

Opte por ter relações sexuais sem o uso de lençóis e mantas por cima, além de poder visualizar melhor o corpo da pessoa amada, você evitará a elevação da temperatura corporal a consequentemente, o suor.



Adaptado do original de Alana Martins em umcomo


Visão do amor e do sexo


Apesar de todos os ensinamentos que recebemos desde que nascemos – família, escola, amigos, religião – nos estimularem a investir a nossa energia sexual numa única pessoa, a prática é bem diferente. Uma percentagem significativa de homens e mulheres casados, ou numa relação estável, dedica grande parte do seu tempo e prazer com outros parceiros.
A antropóloga americana Helen Fisher conclui que a nossa tendência para as ligações extraconjugais parece ser o triunfo da natureza sobre a cultura. “Dezenas de estudos etnográficos, sem mencionar inúmeras obras de história e de ficção, são testemunhos da prevalência das atividades sexuais extraconjugais entre homens e mulheres do mundo inteiro. Embora os seres humanos flertem, apaixonem e casem, também tendem a ser sexualmente infiéis a seus cônjuges.
O professor de ciências sociais Elías Schweber, da Universidade Nacional Autónoma do México, reforça essa ideia. “Na infidelidade influem fatores psicológicos, culturais e genéticos que levam-nos a afastar a ideia romântica da exclusividade sexual. Não existe nenhum tipo de evidência biológica ou antropológica na qual a monogamia é ‘natural’ ou ‘normal’ no comportamento dos seres humanos. Ao contrário, existe evidência suficiente na qual se demonstra que as pessoas tendem a ter múltiplos parceiros sexuais.
Um dos pressupostos mais aceites, na nossa sociedade, é o de que o casal monogâmico é a única estrutura válida de relacionamento sexual humano, sendo tão superior que não necessita ser questionado. Na verdade, a nossa cultura coloca tanta ênfase nisso, que uma discussão séria sobre outro tipo de relações é muito rara.
Entretanto, as sociedades que adotam a monogamia têm dificuldades em comprovar que ela funciona. Ao contrário, parece haver grandes evidências, expressas pelas altas taxas de relações extraconjugais, de que a monogamia não funciona muito bem para os ocidentais. O argumento de que o ser humano é “predestinado'' à monogamia é difícil de sustentar.
Portanto, uma vez que nós humanos nos damos tão mal com a monogamia, outras estruturas de relacionamento livremente escolhidas também devem ser consideradas. E para não haver mágoas e culpas, nas relações amorosas, é fundamental partilhar claramente a nossa visão do amor e do sexo desde o início da relação.

Adaptado do original de: Blog da Regina Navarro Lins

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Dependencia Emocional


Se sente que não consegue viver sem a pessoa amada e que a sua vida não faz sentido sem ela por perto, este artigo é para si!

Cada relação tem as suas próprias características, regras, costumes, hábitos, e formas de expressão. Em algumas ocasiões, pode suceder que uma das pessoas experimente uma necessidade afetiva extrema com o seu parceiro, mostrando um padrão de submissão e idealização do mesmo. 

São pessoas que mesmo sofrendo ao lado dos seus companheiros permanecem presas nessas relações. Que aturam traições, desprezo, acusações ou são humilhadas das mais diversas formas. 

A pergunta que fica é por que motivo não conseguem separar-se de alguém que só lhes causa sofrimento? 

Se conhece alguma pessoa dependente de uma substância (droga, álcool, tabaco, etc), provavelmente terá notado que quando se vê longe dessa substância ela fica ansiosa, triste, desanimada e com a sensação de que está desprotegida e indefesa. 

Os dependentes emocionais passam exatamente pelos mesmo sintomas, porém ao invés de substâncias temos uma pessoa que pode ser um cônjuge, namorado(a), amigo(a) ou familiar.

A dependência emocional é um problema muito sério que afeta a maneira como uma pessoa se relaciona com o meio ambiente, não apenas com o parceiro - apesar de ser o cenário mais comum - e também com amigos e familiares. Querer não é mau, mas quando queremos em excesso e quando absorvemos demasiado o outro e não conseguimos fazer nada sem essa pessoa, começamos a ter uma experiência de amor de forma diferente. 

Origem


As pessoas que sofrem de dependência emocional estabelecem relações de conflito e de natureza viciante no seu meio envolvente, devido a vários factores, entre os quais destaca-se o meio familiar problemático que produz nessa pessoa carências e necessidades de afeto exageradas. A extrema insegurança e a imaturidade emocional também desencadeiam este tipo de comportamentos.

Sinais gerais


Uma pessoa emocionalmente dependente só costuma mostrar sinais claros de um comportamento perturbador quando se relaciona no seu meio ambiente, em especial com os seus parceiros. Há uma necessidade excessiva de afeto, idealiza-se a outra pessoa como sendo perfeita, o que leva a uma atitude submissa em que se aceita qualquer tipo de humilhação. Há também um medo horrível de solidão e rejeição, pelo que preferem estar numa relação tempestuosa do que sozinhos.

Envolvem-se facilmente e intensamente


Uma das características mais claras de um dependente emocional é a sua necessidade extrema de afeto, e por isso conseguem envolver-se rapidamente e de forma muito intensa com qualquer pessoa que manifeste interesse, o que faz com que as suas relações se convertam numa montanha russa de emoções. Conseguem idealizar de tal forma a outra pessoa ao ponto de apagarem as suas qualidades e atribuírem as imaginárias, por isso este tipo de pessoas geralmente vive prematuramente fases da sua relação, que pouco tempo depois de terminada a união ficam desolados.

Não faço nada sem o outro


Quem é emocionalmente dependente não vê claramente a linha que marca o início do seu espaço e o início do espaço da outra pessoa, para este tipo de pessoas está tudo misturado, por isso é difícil aceitar que o seu parceiro queira fazer atividades sozinho, esta situação gera uma enorme insegurança e desconforto. Tudo deve ser feito com a outra pessoa e, cai novamente no padrão de vida com muita intensidade na relação, estas pessoas não suportam a ideia de ficarem sozinhas e também não entendem o desejo da outra pessoa.

Problemas de casal


Há uma tendência nos dependentes emocionais para escolher parceiros com conflitos de todos os géneros: vícios, problemas psicológicos ou comportamentais, pessoas com traumas ou com vidas muito dramáticas, isto vem da necessidade de se sentir útil e valorizado estendendo a mão a alguém que precisa da sua ajuda, de alguma forma "salvá-lo". O problema é que esta dupla transforma-se numa bomba relógio que leva inevitavelmente a uma relação conflituosa.

A saída


A dependência emocional é um problema sério que requer atenção e ajuda, se pretender ter uma vida mais estável. Este comportamento pode desencadear vários tipos de problemas de saúde tanto físicos como mentais, por isso é recomendável consultar um especialista o quanto antes. Se considera que é uma pessoa emocionalmente dependente, veja algumas recomendações que podem ajudar a superar essa situação.

Instruções
1) Recupere o seu espaço -  é importante que procure recuperar aqueles espaços pessoais e individuais. Reúna-se com amigos sem o seu companheiro/a, faça atividades que lhe dão prazer.

2) Realismo -  evite idolatrar o seu companheiro/a, ele é um ser humano, e como tal, tem defeitos e virtudes. Nem tudo o que faz e diz é correto. Deve trabalhar a humanização do seu companheiro para poder superar a dependência emocional.

3) Expressão -  o que você pensa e diz é igualmente importante, tal como o que o seu companheiro pensa. Quando não estiver de acordo com algo, diga-lhe. Não aceite tudo o que ele diz com medo de o perder. Através das diferenças, também se constrói e consolida uma relação.

4) Trabalhe a sua autoestima - uma baixa autoestima é um dos fatores que conduz à dependência emocional, é por isso, que deve trabalhar a sua autoestima. Deve valorizar-se e cuidar mais de si.

5) Repensar -  tome um tempo para pensar no seu relacionamento. Reflita sobre como era antes de o conhecer e todas as coisas que abdicou pela relação. Talvez seja tempo de fazer umas mudanças na relação para que ambos se sintam melhor.

6) Faça terapia -  se considera que não pode fazer estas mudanças por si só, vá a um terapeuta para que o oriente neste processo.




                                                                                  Adaptado do original de Sara Viega em umcomo

Sexualidade de pessoas com deficiência

Se a sexualidade é um tabu, a vida sexual das pessoas com deficiência é um assunto ainda mais delicado.
Para romper esse preconceito, o projeto dinamarquês LigeLyst promove a educação sexual de jovens com paralisia cerebral, amputados, cadeirantes e outras condições.
A ideia é trabalhar especificamente a dificuldade de cada um, por meio de palestras e aconselhamento, para desenvolver uma sexualidade saudável e segura.
Para estimular esse debate e inspirar educadores a tratarem o tema de forma mais consciente, o LigeLyst apresentou uma exposição sobre a sexualidade de pessoas com deficiência. Confira:
Julie é autista e tem Transtorno do Déficit de Atenção

Kasper é surdo desde os 6 anos

Mie perdeu boa parte da visão
Mulle, que nasceu com paralisia cerebral, teve um filho com Sonny
Stine tem paralisia cerebral
Tina nasceu sem a mão direita e perna direita
Vickie e Thomas têm paralisia cerebral
O casal namora há cerca de um ano e planeia casar

Original em: Catraca Livre

O segredo dos casais felizes

Apesar da ciência comportamental não ser a mais exata das ciências, isso não significa que as pesquisas realizadas não revelem dados bastante interessantes. Veja alguns dos resultados mais surpreendentes de alguns destes estudos:

TAXA DE INTERAÇÕES POSITIVAS




Os casais mais felizes têm 5 interações positivas por cada interação negativa. Já os casais que se divorciam têm apenas 0.8 encontros felizes por cada interação negativa.


Antes de gastar dinheiro numa grande festa, avalie como está a vossa relação – vocês são bons amigos ou passam o tempo todo a discutir? Não adianta insistir na ilusão de que tudo vai melhorar. Tem que ser bom agora.


Não é tão difícil ter mais interações positivas do que negativas numa relação; mas é preciso um pouco de esforço de ambas as partes.

COMPARTILHE


Positiva ou negativa, uma nova interação também pode ser igualmente eficiente.

Compartilhar novos momentos é muito simples: os casais podem fazer coisas fáceis que nunca fizeram juntos, como caminhar à noite ou ir a um restaurante que ainda não conhecem na sua própria cidade, bem como planear coisas mais elaboradas, como viajar para um lugar novo ou fazer um curso juntos.

Rir em conjunto pode ajudar mais ainda. Numa pesquisa, os casais que precisaram de se lembrar de uma história que envolveu “risada compartilhada” relataram estar mais satisfeitos com seu relacionamento do que casais que tiveram que lembrar apenas interações positivas da relação.

ENTRE QUATRO PAREDES


A intimidade do casal desempenha um grande papel na felicidade do casamento. Como diversos estudos já mostraram, o sexo tem inúmeras vantagens – inclusive deixar um relacionamento mais bem sucedido.

APOIO CRUCIAL


As pesquisas indicam que a forma como as pessoas celebram as boas novidades do parceiro é crucial para fortalecer os laços numa relação. Isso significa, na prática, que queremos estar com alguém que deseje o melhor para nós, que nos apoie e que fique feliz com nossas conquistas.

Quando ouvem uma boa notícia do seu(ua) parceiro(a), os casais felizes:
  • Mostram entusiasmo;
  • Fazem perguntas;
  • Elogiam e parabenizam;
  • Revivem sua experiência ao lado da pessoa.

Um estudo mostrou que as pessoas que tiverem essa atitude 3 vezes por dia durante uma semana se sentiram mais felizes e menos deprimidas ao final desse período.
Apoiar seu parceiro vai além de ajudar o outro – é bom para ambos.

DISCUTIR OU BRIGAR?
O “estilo” com que os casais discutem também importa – e muito – na felicidade da relação.
Quando os casais felizes brigam, eles tendem a diminuir a tensão
  • Usando o humor;
  • Expressando carinho;
  • Cedendo a alguns argumentos de seu(ua) parceiro(a).
Quando casais infelizes brigam, eles
  • Criticam;
  • Mostram desprezo;
  • Reviram os olhos;
  • Agem defensivamente;
  • Partem para ofensas;
  • Ignoram.
ESTATISTICAS


Segundo um estudo britânico de 20 anos, as pessoas mais felizes no casamento:
  • Estavam casadas por 5 anos ou menos;
  • Não tinham filhos;
  • Tinham diploma universitário;
  • O homem estava empregado.
Independentemente desses fatores, no entanto, outra pesquisa mostrou que casais que sabem ver o lado positivo do seu casamento têm 94% mais chances de ter um futuro feliz juntos.

FILHOS


Por ser uma parte tão importante da vida dos casais, eles também influenciam bastante na felicidade do relacionamento. 

Adaptado do original de HypeScience