Clítoris, prazer proibido

   
 
O documentário "Clítoris, Prazer Proibido" explora o órgão cuja única função é proporcionar prazer às mulheres. Médicos, educadores sexuais, estudiosos do comportamento e mulheres em geral dão depoimentos sobre o tema.

Ao longo de séculos, o clítoris conseguiu a façanha de aparecer e desaparecer diversas vezes. O primeiro anatomista a fazer referência a esta parte do corpo feminino foi Ronaldo Columbus, em 1559, quando o descreveu como a "cidade do amor". O filósofo francês René Descartes, 100 anos depois, achou que tivesse feito a descoberta. Para ele, sem o prazer clitoridiano, as mulheres não se submeteriam à maternidade. Mas depois disso, o clitóris caiu no esquecimento por muitos anos, até que em 1884, George Cobald publicou uma série de desenhos que não poderiam mais ser negligenciados pela ciência.

Uma das entrevistadas no documentário é a médica Helen O´Connell, pesquisadora de Melbourne considerada uma das especialistas no clítoris. Ela explica o funcionamento do órgão e afirma que não há um "ponto G". Segundo a entrevistada, o clítoris é maior do que se pensa, e está ligado a todo o orgasmo feminino.
 
 

As mulheres e o orgasmo

 
 
 Estudo revela

"Como as mulheres experienciam o orgasmo"

 

Num estudo, realizado em 2006, foram encontrados alguns dados interessantes sobre a forma como as mulheres experienciam o orgasmo.

- A média de idades com que as mulheres, desta amostra, iniciou a vida sexual, com coito, foi de 16 anos. Porém, em média, só tiveram o primeiro orgasmo aos 18 anos. Cerca de 3% refere nunca ter tido orgasmo.
-  Nas mulheres mais novas (idades entre os 18 e os 24 anos), o primeiro orgasmo foi através da auto masturbação. Nas mulheres mais velhas (idades entre os 66 e os 74 anos), o primeiro orgasmo foi através do coito.

- 57% da amostra referiu ter orgasmo através da penetração vaginal;
- 21% refere que tem dificuldade para ter orgasmo;
- 31% refere que a penetração não tem impacto na qualidade do orgasmo;
- 69% prefere a estimulação do clítoris como forma de masturbação.


 
 
 
 

Serão os homofóbicos homossexuais?

 
 


Pequeno trecho do documentário

Middle Sexes Redefining He and She

 
Neste pequeno vídeo podemos ver um lado menos conhecido da homofobia...

SINOPSE: Baseando numa pesquisa realizada nos anos 90, o documentário Middle Sexes Redefining He and She, exibido pela HBO, constata uma realidade, no mínimo, curiosa: os homofóbicos têm fortes probabilidades de serem gays não assumidos.

Realizada pela Universidade de Georgia, a pesquisa selecionou 64 universitários e dividiu-os em dois grupos: o primeiro com rapazes que mostravam ser homofóbicos e o segundo grupo com rapazes indiferentes à orientação sexual alheia. Em seguida, ambos os grupos assistiram a um filme gay pornográfico. Todos os rapazes foram ligados a aparelhos que medem o nível de excitação sexual. E o resultado foi, no mínimo, curioso: o grupo dos homofóbicos mostrou maiores níveis de excitação sexual com as imagens homoeróticas. Mesmo com a constatação, eles afirmaram não sentir qualquer tipo de excitação com o filme.

GAYS HOMOFÓBICOS

Segundo o psicólogo e terapeuta sexual João Pedrosa, o gay homofóbico ataca os homossexuais e a homossexualidade como forma de esconder sua verdadeira orientação sexual. É comum ouvirmos a afirmação de que o homofóbico é um gay latente. Não podemos generalizar ao afirmar que todos os homofóbicos são gays, mas parece que em muitos casos esta afirmação é verdadeira.

Muitos homossexuais não vivenciam sua homossexualidade, mesmo que clandestinamente, com medo da punição social. Estas pessoas, procuram assim prevenirem-se dos estímulos aversivos que são gerados pela punição à homossexualidade atacando os homossexuais. Esta contra-agressão é um comportamento de esquiva da sua própria orientação sexual. Estes são os homossexuais latentes. Rigidamente, a maioria, reprime a sua homossexualidade ao extremo. Ligam-se a organizações políticas, grupos reacionários ou religiosos que perseguem os homossexuais.

Para este fenómeno, nós psicólogos analistas do comportamento, usamos o termo fazer uma reação, que é quando uma pessoa se empenha num comportamento que é incompatível com o comportamento que tem consequências tanto reforçadoras (sinto vontade de fazer sexo gay) como aversivas (caso faça sexo gay poderei ser descoberto e punido).

O exemplo a seguir ilustra bem este conceito: um alto comandante do exército do Rio de Janeiro era conhecido no quartel pela feroz perseguição aos homossexuais: declarações homofóbicas; piadas de mau gosto; isolamento dos possíveis gays, dentre outros. Até que um dia, uma conhecida revista brasileira publica que este militar foi surpreendido pela polícia fazendo sexo com um rapaz dentro do seu carro numa rua deserta do subúrbio do Rio de Janeiro. Foi um estrondoso escândalo de caserna.

Outro exemplo recente é a do pastor evangélico americano Ted Haggard, conhecido pela sua cruzada contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Ele foi acusado de fazer sexo com um prostituto.

Fazer uma reação pode ser interpretado, também, como um comportamento que remove estímulos que tornam o comportamento punível provável (não farei sexo gay para não ser descoberto e punido). O comportamento de fazer uma reação funciona como autocontrole. Ao fazer uma reação a pessoa controla a tendência de praticar o sexo homossexual, fazendo campanhas públicas contra os homossexuais. Agindo assim, é pouco provável que pratique o sexo gay e se sua campanha homofóbica ganha destaque e aprovação (é reforçada pela comunidade e média) a vontade de praticar o sexo gay será enfraquecida, mas não eliminada.
 
 

Morreu Virginia Johnson




Morreu Virginia Johnson,

a cientista que ajudou a descobrir a fisiologia do orgasmo

 
Virginia Johnson, que com o seu marido William Masters formou a equipa que revolucionou o estudo da sexualidade a partir do final da década de 1950, morreu aos 88 anos, em Saint Louis (EUA), foi anunciado esta quinta-feira pelo seu filho.

O ginecologista e obstetra William Masters contratou-a para a Universidade Washington em Saint Louis em 1957, quando ela tinha 30 anos, para poder desenvolver os seus estudos de larga escala sobre a sexualidade humana. Mais tarde, acabariam por formar um casal (em 1972 casaram-se), e divorciar-se (em 1993), embora continuassem a trabalhar em conjunto.

O estudo da sexualidade humana não estava muito desenvolvido em meados do século XX – a excepção era o trabalho de Alfred Kinsey, na Universidade de Indiana, também nos EUA, que tinha publicado dois livros com a sua investigação sobre a sexualidade masculina e feminina, em 1948 e 1953 – mas os planos de Masters eram ambiciosos. Queria fazer “a maior experiência sexual da história dos Estados Unidos”, relata a Associated Press. A Virginia Johnson cabia o trabalho de analisar os estudos de caso, e fazer as perguntas desconfortáveis.

Entre 1957 e 1965, Masters e Johnson mediram a excitação sexual em seres humanos, em 382 mulheres e 312 homens, em observação directa e com métodos de medição que eles próprios desenvolveram. Fizeram uma série de descobertas em termos fisiológicos e anatómicos: descreveram os mecanismos da lubrificação vaginal e do orgasmo, afastando a ideia de que o orgasmo vaginal (durante uma relação sexual) seria diferente do clítorico (durante a masturbação).

Descobriram também que as mulheres podem ter vários orgasmos, pois não têm, como os homens, um período em que não conseguem ejacular. Foram também os primeiros investigadores a descrever o fenómeno das contracções rítmicas do orgasmo em ambos sexos, medindo a velocidade e a intensidade com que se repetem.

Uma herança duradoura da investigação de Masters e Johnson na ciência da sexualidade humana foi a determinação de que os seres humanos sentem os orgasmos de forma semelhante e que a excitação sexual pode ser descrita em quatro fases distintas: fase de excitação, de plateau, orgásmica e de resolução. Masters e Johnson publicaram a sua investigação em livros que se tornaram clássicos: Human Sexual Response e Human Sexual Inadequacy, publicados em 1966 e 1970.

Foram best-sellers, menos polémicos que o trabalho de Kinsey, mas mesmo assim denunciados por “porem a tónica na mecânica sexual e não no compromisso amoroso com um parceiro e por não condenarem a actividade homossexual”, recordou o New York Times em 2001, quando morreu William Masters.

Surgiram também algumas críticas ao trabalho, por exemplo a que de algumas das mulheres que participaram nos estudos eram prostitutas, pelo que as suas atitudes face ao sexo seriam diferentes das de outras mulheres. Também polémico foi o programa que o Instituto Masters e Johnson teve entre 1968 e 1977 para converter homossexuais ou curar a homossexualidade. Esse programa reportou uma taxa de sucesso de 71,6% durante um período de seis meses. Mas em 2009, numa biografia sobre o casal de cientistas intitulada Masters of Sex e num artigo na revista Scientific American, o seu autor Thomas Maier sugeriu que “Virginia Johnson tinha grandes reservas sobre este programa e suspeitava de que estes resultados teriam sido manipulados por William Masters”.

Este livro, Masters of Sex, está a ser transformado numa série de televisão do canal de cabo norte-americano Showtime, com data de estreia prevista para 29 de Setembro.

Fonte: Texto de Clara Barata, 25 julho 2013, Publico Ciência
 

Abuso sexual de menores


Como proceder perante um possível caso de abuso sexual?
A pessoa a quem a vítima confia a sua experiência tem obrigação de:
- Acreditar na criança
- Ouvir com calma e sem dramatizar
- Dar-lhe apoio emocional
- Usar as palavras da criança ao falar com ela
- Transmitir confiança
- Dizer-lhe que não tem culpa
- Fazer-lhe sentir-se orgulhoso/a por ter feito a confidência
- Expressar afecto
- Falar do que aconteceu e do agressor
Na escola, deve contactar o/a Director/a de Turma, o Conselho Executivo, o Director/a de Escola ou Coordenador/a de Estabelecimento.
Fora da escola, deve comunicar o abuso à Família ou a uma das instituições seguintes:
- Centro de Saúde
- Comissão de Protecção de Menores - Tel: 21 311 49 00
- Polícia Judiciária
Uma informação do Ministério da Educação
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Love Dolls

Bonecas de silicone "substituem" mulheres reais

Apesar do seu elevado preço (cerca de 7.000,00 €), as Love Dolls, ou "bonecas do amor", estão a entrar na moda, pelo menos no Japão e nos Estados Unidos.

Estas bonecas são a encarnação moderna das velhas bonecas insuflaveis. No Japão, o negócio cresceu tanto que já foi criada uma revista especializada sobre o tema, a "I-dolid". Numa dessas publicações, é referido que, além do crescente numero de vendas das "love dolls", já existem algumas "inovações" que incluem, por exemplo, alugar quartos e serviços de "acompanhantes", para os que querem ter sexo com estas bonecas.

Num vídeo divulgado pela agência Reuters podemos ver um homem de 45 anos, no Japão, que já gastou cerca de 150 mil euros, em mais de 100 bonecas. "As mulheres de verdade podem trair, estas são 100% minhas", declara o cidadão.




Mas não é só no oriente que a moda pegou. Nos Estados Unidos, a empresa Real Doll vende estas bonecas, por cerca de US$ 6500. Um documentário de 2006, do Chanel 5 americano, refere que existem pelo menos 3 mil bonecas, deste tipo, por todo o planeta. Em 1996, a tal empresa resolveu investir no negócio e hoje vende cerca de 400 modelos por ano, para o mundo todo.

Um dos entrevistados, do documentário, diz que tinha dificuldade nas relações com as mulheres reais e que a boneca veio completar sua vida. "Ela fica 99% do tempo dentro do meu quarto e os meus pais não aceitam que eu tenha uma namorada que não é viva. Mas ela é a minha âncora e sei que estaremos sempre presentes um para o outro", diz um deles. Outro assume que o dinheiro pode mesmo comprar o amor e que a boneca melhorou a sua qualidade de vida. "Pelo menos eu não tenho de me preocupar se ela vai engravidar ou se tem algum tipo de doenças", completa.



No site da Real Doll a empresa explica que as bonecas são dotadas de um mecanismo que provoca um vacuo, no seu interior, dando um poderoso efeito de sucção durante o ato sexual. O efeito é maior durante o sexo oral, mas o vaginal e o anal também podem ser realizados. A textura e forma do corpo das bonecas é especialmente desenvolvida para dar uma sensação mais realista possível.


Atualmente, a empresa começa a pensar trabalhar num modelo masculino...


 

Pénis preso

Bombeiros usam serra elétrica para libertar pénis de alemão

Um alemão de 51 anos de idade precisou dos "serviços" dos bombeiros de Ibiza (Espanha), após prender o pénis num brinquedo sexual, fazendo com que fosse necessária uma equipe dos bombeiros, uma serra e duas horas para que finalmente ficasse com o orgão sexual a salvo.

O aparato que, de acordo com o jornal “Diario de Mallorca”, tinha 15 cm de diâmetro e tratava-se de uma espécie de “armadura peniana”. Uma vez que os médicos não conseguiram remover o brinquedo, foi necessária a intervenção dos bombeiros que trouxeram uma serra circular para auxiliar no resgate. Os bombeiros precisaram de duas trocas de bateria e outra lâmina para finalmente libertar a genitália do senhor. O procedimento tornou-se complicado e delicado, já que o pénis estava a “inchar muito”.

Após o procedimento, o alemão, que não quis revelar o nome, ficou em observação no hospital Can Misses e teve alta no dia seguinte.

Pénis pequeno e Musculação

Estudo associa a obsessão pela prática de musculação

 com o tamanho do pénis

Um estudo recente concluíu que os homens se preocupam mais, em relação ao tamanho do pénis, quando se comparam com outros homens do que por causa das parceiras. A competição não fica por aqui, segundo esta pesquisa, para compensar a ideia de terem um pénis pequeno, muitos acabam por ficar obcecados pelo culto do corpo e da musculação.

A doutora Annabel Chan Feng Yi, da universidade de psicologia de Victoria, entrevistou 738 homens entre 18 e 76 anos sobre imagem corporal. A maioria dos entrevistados mostrou-se inseguro em relação ao peso, forma física e tamanho do pénis. Boa parte, dos participantes, admitiu que a principal preocupação com o tamanho do pénis era em relação ao que os amigos pensam, e não tanto em relação às namoradas ou mulheres.

"A preocupação dos homens com o tamanho do pénis pouco tem a ver com o desempenho sexual. Na verdade, tem muito mais a ver com competição com outros homens. A maioria sente insegurança em lugares que outros homens possam ver o seu pénis, como balneários, mas é confiante na cama", refere a autora do estudo.

O meu namorado é paraplégico





"Namoro com um rapaz paraplégico...
 Como posso dar-lhe mais prazer?"


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"Namoro com um rapaz que sofreu um acidente quando tinha 23 anos e ficou paraplégico. Como estamos juntos há poucos meses, ainda não me sinto à vontade para lhe fazer algumas perguntas em termos de sexo.

Gostaria de saber como lhe posso proporcionar prazer e se ele poderá vir a ter ereções e ejacular?"

A.P. – Almada



A nossa resposta

Cara leitora

os homens que sofrem uma lesão medular preservam o impulso sexual. Como a ereção é um fenómeno neurológico, psicológico, endócrino e vascular, se existir uma lesão medular este mecanismo fisiológico pode ser afetado causando Disfunção Erétil no homem.

Um em cada quatro paraplégicos ou tetraplégicos não apresenta qualquer tipo de ereção, e nos restantes, na grande maioria dos casos a erecção é de tipo reflexo, ou seja, sem o controlo voluntário (psicológico) da mesma. Estas ereções reflexas podem ser provocadas, por exemplo, através do sexo oral ou estimulação manual.

É importante referir que, embora sejam fenómenos geralmente associados, o orgasmo e a ejaculação são processos distintos. O seu namorado pode manter a capacidade de ter orgasmo visto que é uma sensação sensorial, que fica guardada na memória e que se mantém, desde que tenha sido experienciada antes do acidente. Portanto, quando vocês se envolvem com beijos, abraços e carinhos, ele pode ter orgasmo.

Quanto à ejaculação esta não existe em mais de 90%, destes casos, por falta da inervação do pénis. Penso que pode dar bastante prazer ao seu namorado recorrendo aos carinhos, atenção, amor e companheirismo, além do sexual. Em muitos casos, estes sentimentos transcendem o sexo.

Porém, se o seu namorado não tem qualquer tipo de ereção e se considerarem esse facto bastante importante, ponderem falar com um urologista sobre a possibilidade da colocação de uma prótese peniana.

Obrigado pela sua questão


Psicólogo - Sexólogo Clínico
Tel: 969091221


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Simular virgindade


"É possível simular que ainda sou virgem?"


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Tenho 17 anos e comecei a namorar com um rapaz, há 3 meses, que amo muito. Acontece que já não sou virgem mas gostaria muito que ele não descobrisse. É possível simular de alguma forma que ainda sou virgem? Queria muito que ele não percebesse!

M.S. – Évora



A nossa resposta

Cara leitora a virgindade é uma construção social que, cada vez mais, tem perdido a sua importância no mundo ocidental. O conceito de virgindade, na mulher, hoje em dia, está muito mais ligado à inocência, falta de experiência e intimidade, do que radicalmente à presença de uma simples membrana, localizada na entrada do canal vaginal, chamada de hímen, que nem sempre rompe na primeira relação.

Isto leva a que a opinião sobre a virgindade não seja muito consensual, pois muitas pessoas questionam até que ponto uma mulher é virgem, após fazer sexo oral ou anal, desde que seu hímen esteja íntegro. Além disso, existem mulheres que, apesar de nunca terem tido qualquer tipo de contacto íntimo, não têm hímen.

Para si qual é o significado de ser virgem? Porque motivo é tão importante esconder o passado ao seu namorado? A leitora é dona do seu próprio corpo e não deve considerar a virgindade como “um presente” a dar em cada relação que começa. Já imaginou como seria se tivesse que mentir sobre o sucedido sempre que começa uma relação amorosa?

“Simular” é basear o início da vossa relação numa mentira. Não se esqueça que, por vezes, a pior das verdades é melhor do que uma simples mentira. Se ele não aceitar o seu passado é porque não sabe respeitá-la e, como tal, deverá questionar-se se vale mesmo a pena permanecer numa relação deste tipo.

Obrigado pela sua questão


Psicólogo - Sexólogo Clínico
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