Aceitar o PRAZER SEXUAL


O prazer foi criado para que o desfrutemos aqui na terra...


A recusa de certos prazeres é uma atitude humana e normal. Nas relações estáveis, há prazeres que um dos membros do casal gostaria de proporcionar ao outro, mas não consegue, não é capaz... É frequente haver alguma discórdia no casal sobre o tipo de actividade sexual. Por exemplo, a mulher recusar praticar sexo oral ou anal.

Convém dizer, em primeiro lugar, que nenhuma actividade é obrigatória no repertório sexual. Quando os elementos do casal sabem amar e demonstrar o amor pelo parceiro de outras formas, normalmente, surgem concessões dos dois lados. Num casamento sólido e maduro normalmente este tipo de problemas é resolvido através de uma discussão serena e de cedências face às necessidades do outro, recorrendo sempre à sensibilidade de cada um.

Não está escrito em nenhum livro que uma boa vida sexual deve incluir todas as variantes descritas nos romances. Mas devemos considerar a hipótese de fazer qualquer coisa que nos apeteça para demonstrar o nosso amor ou para desfrutar do prazer. Em plena actividade sexual, por vezes, certas ideias deixam de nos parecer disparatadas. Por isso não devemos pôr totalmente de lado certas actividades sexuais.

Se ainda não se sente totalmente à vontade para fazer algo a nível sexual deixe a possibilidade em aberto, dizendo ao cônjuge "um dia tentamos... mas não insistas por enquanto, sim?"

Vejam, através deste exemplo, como afinal a vida matrimonial não precisa de ser uma longa história de permanente monotonia.

Perguntaram a um homem casado, de setenta e cinco anos, cuja vida sexual fora boa, qual tinha sido a época mais feliz da sua vida:

- Esta - disse ele a rir, e acrescentou - em todos os momentos da minha vida de casado, a melhor época foi sempre a que estava a viver.
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