ABORRECIMENTO SEXUAL


Muitos casais após alguns anos têm uma sensação de aborrecimento que se traduz numa perda de interesse sexual pelo parceiro. Superar esta fase é a chave para salvar uma união que está em perigo por falta de entendimento. Convém começar por algo tão simples como cumunicar ao companheiro/a os nossos desejos e fantasias na cama; talvez não se recordem já como o sexo pode ser divertido. E lembrem-se que ninguém, nem sequer a pessoa mais próxima, tem a capacidade de adivinhar os seus pensamentos, gostos e preferências.


Prevenção

Se pensarem um pouco sobre os motivos que vos levaram a essa monotonia na relação sexual, surpreender-se-ão com tudo o que podem fazer para superá-la e descobrir novos incentivos.

  • Façam marcha atrás com a vossa memória. Quando se conheream com certeza que dedicavam mais tempo e intensidade ao preâmbulo amoroso. Os beijos, carícias e abraços são um agradável estímulo que nunca se deve esquecer, nem mesmo no final do acto, no momento em que um dos dois se volta para o lado e dá as boas noites. Regressem ao romantismo.

  • Procurem ser mais espontâneos. Se vos apetecer dizer ou fazer alguma coisa, não façam mil rodeios. Ponham de parte os esquemas preconcebidos: para fazer amor não existem horários.

  • Sejam sinceros com vocês próprios. São como são, com os vossos gostos e manias, não procurem ser o reflexo um do outro. Atrevam-se a mostrar os vosso próprios sentimentos.

  • Partilhem as vossas fantasias. O orgão sexual mais importante está na vossa mente!

  • Surpreendam-se com coisas novas. Se cada um proporcionar coisas diferentes, a relação readquirirá vida.

  • Digam como gostam de estimular e ser estimulados no vosso corpo, sem vergonhas nem preconceitos.

  • Apaguem da vossa mente o "não me apetece", mesmo que estejam aborrecidos ou tristes.

  • Melhorem o vosso ambiente. Procurem livros eróticos ou filmes mais sugestivos que vos transportem a ambientes eróticos e que ajudem a reencontrar o desejo perdido.

Adaptado do original de "O grande livro da saúde", Bartolome Beltran

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