(Re)Conversão de GAYs

Para os mais distraídos talvez o video ajude alguma coisa...


Associação Americana de Psicologia (APA) ... e eu...

repudiamos a hipótese de (re) conversão


A Associação Americana de Psicologia (APA) desaconselha os profissionais de saúde mental a dizerem aos seus clientes homossexuais que se podem tornar heterossexuais através de terapia ou outros tratamentos. Numa resolução aprovada pelo conselho executivo da APA e num relatório anexo, a associação emitiu o seu "mais amplo repúdio" face à terapia da reconversão, um conceito defendido por um pequeno mas insistente grupo de terapeutas norte-americanos, muitas vezes aliados a grupos religiosos.

Em Portugal, este tema esteve na origem de uma petição dirigida ao bastonário da Ordem dos Médicos (OM) por centenas de técnicos de saúde mental, exigindo um esclarecimento da direcção e uma tomada de posição do Colégio da Especialidade de Psiquiatria. A petição foi lançada em Maio, na sequência de um artigo em que o presidente do Colégio de Psiquiatria da OM, José Marques Teixeira, considerava possível dar resposta a um homossexual que pedisse ajuda médica para mudar de orientação sexual. F

Forçar a mudança pode levar à depressão e ao suicídio "Não há qualquer evidência sólida de que essa mudança seja possível", lê-se na resolução, aprovada pelo conselho executivo da APA, por 124 votos a favor e quatro contra. Alguma investigação sugere mesmo que os esforços para produzir essa mudança podem ser prejudiciais, induzindo à depressão e a tendências suicidas, acrescenta.

A associação assumiu como ponto de partida para o seu relatório a convicção de que a homossexualidade é uma variante normal da sexualidade humana, apesar de continuar a ser estigmatizada de formas que podem ter consequências negativas.

Em vez de tentarem mudar os “gays”, a entidade exorta os terapeutas a considerarem múltiplas opções - desde o celibato à escolha de outras igrejas - para ajudar os seus clientes a viverem vidas espiritualmente compensadoras em instâncias em que a orientação sexual entre em conflito com a confissão religiosa.

"A fé religiosa e a psicologia não têm de ser encaradas como opostas", afirma-se no relatório, que apoia abordagens "que integrem conceitos da psicologia da religião e da psicologia moderna da orientação sexual".

Fonte: http://www.cienciahoje.pt

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