Mulheres que amam de mais...


Nem sempre AMAR é um sentimento positivo, por vezes, pode até ser sinónimo de sofrimento. Muitas pessoas põem de lado amigos, familiares e interesses para poderem estar com a pessoa que amam, mesmo que não sejam correspondidas.

O termo “Mulheres que Amam Demais” surgiu devido ao livro de Robin Norwood que se refere desta forma às pessoas que sofrem de dependência afectiva. Estas pessoas, tendencialmente são atraídas por parceiros distantes, perturbados ou temperamentais.

Normalmente quem “ama demais” é uma pessoa carente, insegura e sempre disponível a agradar os outros, pois quer desesperadamente ser amada. A sua necessidade de ser amada leva, a que muitas vezes, adopte comportamentos de controlo do outro, gerando uma sensação de sufoco no parceiro ou qualquer outra pessoa que se relacione com o dependente. Mas não é essa a intenção do dependente: ele quer ser amado, quer-se aproximar e não afastar as pessoas. No entanto, como nunca aprendeu a valorizar-se, a viver um relacionamento afectivo saudável, sem controlo e dependência, não consegue agir de outra forma. Para quebrar esse ciclo, tem de aprender a amar de forma saudável. Primeiro é fundamental amar-se a si próprio. Uma pessoa com baixa estima não gosta muito de si mesmo. Portanto o processo de cura passa pelo resgate do amor próprio para que possa relacionar-se de forma equilibrada no amor, na família, no trabalho, etc.

No BLOG “Amar demais” poderá ter acesso a mais informação sobre este assunto e ler diversos testemunhos, alguns deles bastante impressionantes, de pessoas que sofrem de dependência afectiva.

Poderá também estar interessada no grupo de partilha de experiências chamado MADA, Mulheres que Amam Demais Anónimas.
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