Maldade e exclusão mais no feminino


Os comportamentos indirectos de “bullying”, como a maldade ou a exclusão, são mais praticados pelas raparigas, contrariando o estereótipo de que o fenómeno está mais associado ao sexo masculino, disse ontem em Coimbra a especialista Sónia Seixas. A autora de uma tese de doutoramento sobre este tipo de violência no contexto escolar defendeu a necessidade de "desmistificar crenças e falsas atitudes” relativamente ao “bullying”, estabelecer regras de conduta e incentivar a supervisão dos adultos, nomeadamente no recreio, onde se verificam muitos dos casos.


in, Jornal Metro, N.º 5, 793 27Junho 2008
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