Sexo na Nova Era


Sexualidade e sexo são conceitos que podem andar de “mãos dadas
mas não são a mesma coisa!

A sexualidade não é “genital dependente”, envolve a capacidade de nos sentirmos seres sexuados, de manifestarmos emoções e sentimentos, e de nos entregarmos ao prazer físico e mental. Está ligada a uma energia inerente ao ser humano através de imagens, pensamentos, sentimentos, emoções, desejos e fantasias. Apoiada no Outro, a sexualidade é um precioso instrumento de auto conhecimento. Muitas pessoas preferem dizer “vamos fazer amor” a “vamos fazer sexo”, pois consideram que o primeiro não se limita ao descarregar de tensões e satisfação de desejos egocêntricos, sem se importar com quem é partilhada essa experiência. Nesta perspetiva “fazer amor” pressupõe um nível mais profundo, uma simbiose de energias, uma entrega erótica física e espiritual ao outro. “Fazer amor” seria assim, para alguns, uma espécie de “fazer sexo” gourmet!

Culturalmente, ao longo de séculos, foi-nos transmitida a ideia que a infidelidade fazia parte da natureza do homem, ao passo que, para as mulheres, o conceito de amor e sexo seriam inseparáveis. Desta forma, homens e mulheres limitaram a sua autonomia e liberdade sexual, uma vez que, por um lado as mulheres viram restringido o seu leque de oportunidades de experiências sexuais, e por outro, os homens pagaram um alto preço com a premissa de “não poderem falhar sexualmente” para se sentirem socialmente adequados.

Nos últimos anos tem-se verificado uma reformulação dos aspetos básicos das relações humanas. Com o avanço tecnológico vimos a entrada das mulheres no mercado de trabalho e a eliminação da divisão de tarefas. Este foi um passo importantíssimo na afirmação da autonomia e liberdade feminina que terá desferido, nos anos 60, um enorme golpe no sistema patriarcal, com o advento de novos anticoncecionais eficazes. Inevitavelmente, alguns valores morais, que ao longo de séculos, através dos seus códigos, julgaram e subjugaram o prazer das pessoas, começaram a ser abalados. Nos últimos anos tem emergido uma reflexão sobre as relações entre homens e mulheres, o amor, o casamento e a sexualidade.

Atualmente, o respeito da individualidade do outro e a comunicação são vistos como pilares para uma conjugalidade duradoura. Vivemos assim numa época com as devidas condições para uma maior aproximação emocional entre as pessoas. Esta pode ser uma grande oportunidade para que cada pessoa possa ver respeitadas as suas formas de expressão e particularidades, sem ter de se adaptar forçosamente a modelos impostos pela sociedade. Porém, ao mesmo tempo, com o surgimento das novas tecnologias, em que se destaca a Internet, vemos uma mudança na forma de estar com os outros e o próprio.

Passou-se a “socializar” mais com máquinas que pessoas de “carne e osso”. Consideram-se “amigos” aqueles que fazem um “like” num rol de indivíduos que apenas tem em comum uma conta aberta numa rede social (e.g. “FaceBook”). Muitas relações são alimentadas a milhas de distância, em que as pessoas acreditam faltar apenas o toque para se sentirem concretizadas, numa vinculação meramente virtual. Hoje em dia, vivem-se relações recicláveis que se constroem e destroem através de mensagens escritas, o que causa a sensação (nem que seja ilusória) de uma proteção a situações que seriam incómodas olhos nos olhos. Além disso, a oferta de sexo descartável prolifera em sites de “engate” onde se esperam momentos de prazer fugazes e, provavelmente, sem o mínimo de envolvimento emocional ou afetivo.

Naturalmente que a indústria farmacêutica não ficou alheia a este fenómeno e, após anos a “dissecar” a anatomia e a fisiologia sexual, apresenta, nos anos 90, o primeiro fármaco para a Disfunção Erétil. Estavam assim dados os primeiros passos para uma nova era no processo da medicalização da sexualidade. Em pouco meses estas drogas passaram a ser das mais faladas e vendidas de todos os tempos. Porém, atualmente, o seu consumo não se limita a quem realmente necessita, muitos jovens recorrem a este tipo de medicação para fazerem “maratonas sexuais", sem terem em conta os malefícios que daí podem advir.


A ciência conquistou a sexualidade!

Hoje em dia procura-se um comprimido “similar” para o sexo feminino. Algo que provoque o Desejo Sexual e o Orgasmo, sem respeitar a necessidade de intimidade emocional de proximidade e carinho. O polémico Ponto G, que ainda não é consensual que exista, reflete bem esta azafama em encontrar uma espécie de “botão mágico” que provoque prazer à mulher sem a necessidade de “grande esforço”. Esta perspetiva esquece-se que o corpo não é uma máquina com peças a funcionar isoladamente, mas sim como uma orquestra que tem de trabalhar em conjunto para ser bem afinada.

O que antes era proibido passou a ser quase que obrigatório. Não são raros os relatos de jovens que se sentem excluídos, pelos seus pares, se não iniciarem a vida sexual, cada vez mais cedo. Aos idosos é imposta a normatividade do sexo, para a sua idade, não lhes sendo permitido aproveitar as limitações físicas, inerentes à velhice, para se reencontrarem a um nível mais intimo e espiritual que físico.

Vivemos num mundo materialista que dá primazia à quantidade em detrimento da qualidade. Repleto de excessos, de prazeres fugazes e de relações ténues que se dissipam nas primeiras dificuldades. Uma sociedade em que as pessoas nunca se satisfazem completamente. Onde existe sempre a sensação de que se precisa de um pouco mais para se ser feliz. Em que as pessoas são tratadas como bens “descartáveis”, que se consomem enquanto libertarem “sumo” e, seguidamente, são substituídas por outras, tal como uma criança faz perante o excesso de prendas numa noite de Natal. Este fato não é mais que o reflexo do nosso dia-a-dia, cheio de estímulos em que pouco valor se dá ao que se tem, pois está-se constantemente a pensar no que se quer.

Este século é visto como um momento de rutura em que os aspetos básicos das relações humanas estão a ser reformulados. Esta mutação da história da humanidade pode não ser facilmente percetível mas está em movimento. Curiosamente, ao mesmo tempo em que vivemos num mundo repleto de soluções tipo “fast food”, são cada vez mais as pessoas que se empenham num processo de descoberta interior para a resolução das suas dificuldades inter e intra pessoais.

Os pedidos de ajuda relacionados com a necessidade de aprender a estabelecer, desenvolver, manter e aprofundar relações erótico-afetivas, começam a ter uma percentagem expressiva nas consultas de psicoterapia. Após anos em que dedicaram “corpo e alma” às novas tecnologias, muitas pessoas não sabem expressar as suas emoções, ou pior nem sequer conseguem identificá-las! Muitas sentem um enorme vazio que não conseguem preencher com bens materiais.

As novas intervenções psicoterapêuticas (conhecidas como terapias de 3ª geração) têm-se mostrado promissoras na autoaceitação e conhecimento. É uma perspetiva diferente do que se tem vindo a fazer, pois estas intervenções visam contradizer a tendência que as pessoas têm de estar desatentas ou de se perderem em julgamentos e reflexões que as alienam do mundo que as cerca.

Destas novas terapias destaca-se o Mindfulness onde se procura ajudar a pessoa a ter consciência plena do “aqui e agora” aprendendo a viver o momento. O Mindfulness é uma prática milenar com base em conceitos e princípios da filosofia Budista que visa ajudar a pessoa a desenvolver a capacidade de atenção plena, concentração no momento atual, intencional, sem juízos de valor e sem se deixar envolver em recordações ou pensamentos sobre o futuro. O seu efeito terapêutico tem sido demonstrado em variadíssimas patologias físicas e psicológicas. Esta pode ser uma importante viragem na forma de estar com os outros e com nós próprios, na forma como encaramos as relações, o dia-a-dia, a sexualidade…

No fundo, tal como referiu o filosofo, Gaston Bachelard, “Devemos olhar para o futuro não como aquilo que vai acontecer mas o que vamos fazer com ele”.


Fernando Eduardo Mesquita
(este artigo foi publicado na revista "Nova Era" 1ª edição)

O começo de uma nova vida

 
A conceção é o início da gravidez e acontece quando
um espermatozoide fertiliza um óvulo...
 
 

Filha quer ver o meu pénis


"A minha filha quer ver o meu órgão genital"

Aqui fica mais um pedido de ajuda de um leitor do nosso BLOG.
Aproveite e dê o seu apoio através de um comentário!

Estes testemunhos são reais e poderão ajudá-l@ a compreender também os seus problemas...
PARTILHE AS SUAS EXPERIÊNCIAS ... AJUDE OS OUTROS !!!

(Nota: alguns destes pedidos serão publicados na Revista ANA de forma anónima)


“Sou casado, tenho uma filha de três anos
e estou um pouco chocado com uma situação.
Ela pediu-me que lhe mostrasse o pénis.
Eu não sei se o devo permitir, pois sinto-me muito atrapalhado.”
C.P. - Fafe


A nossa resposta

Caro leitor

a idade dos três anos é, geralmente, uma época em que aumenta a curiosidade sobre a diferença de géneros (os meninos e as meninas). Esta será uma primeira conversa, entre muitas, que terá pois as crianças questionam-se constantemente sobre o mundo que as rodeia. É normal as crianças quererem conhecer a anatomia do sexo oposto, não só para satisfazerem a curiosidade sobre os seus pares, mas também sobre os seus próprios corpos.

A sua filha tem uma vulva tal como tem um cotovelo, um ombro e um nariz, e o leitor um pénis. Se não se sente confortável em mostrar o seu corpo e julga que se irá sentir atrapalhado, será melhor informá-la recorrendo a um bom livro de educação sexual adequado para a idade dela.

Os comentários negativos ou o pouco à vontade que possa ter nestas situações enviam a mensagem que as funções corporais são desagradáveis. A forma como abordar esta questão vai determinar o quão confortável ela se sentirá, no futuro, em fazer-lhe perguntas e partilhar informações sobre a sexualidade.

Obrigado pela sua questão

Psicólogo - Sexólogo Clínico
Tel: 969091221


Veja outras questões dos nossos leitores aqui.
Veja outras respostas nos comentários e aproveite para deixar também a sua ajuda a este leitor.

Importante: se tiver alguma questão a colocar deverá enviar mail para: psicologiananet@gmail.com

Ela não quer usar brinquedos sexuais


"Ela recusa usar brinquedos sexuais"

Aqui fica mais um pedido de ajuda de um leitor do nosso BLOG.
Aproveite e dê o seu apoio através de um comentário!

Estes testemunhos são reais e poderão ajudá-l@ a compreender também os seus problemas...
PARTILHE AS SUAS EXPERIÊNCIAS ... AJUDE OS OUTROS !!!

(Nota: alguns destes pedidos serão publicados na Revista ANA de forma anónima)


“Comprei vários acessórios sexuais numa sex-shop e qual não foi o meu espanto quando vi que a minha mulher se recusou a usá-los. Fiquei dececionado e não sei como poderei fazê-la mudar de ideias.”

P.T. - Elvas


A nossa resposta

Caro leitor

os acessórios sexuais podem ajudar a aumentar o prazer sexual e acrescentar novidade e emoção na relação. 

É possível que a sua mulher tenha ficado espantada se comprou esses objetos, sem falar previamente com ela, e os apresentou de “surpresa” durante a relação sexual. Algumas pessoas evitam usar brinquedos sexuais pelo preconceito ou receio de serem “substituídos” pelos mesmos. Tenha uma conversa calma e sincera com a sua mulher e sugira-lhe procurarem “brinquedos sexuais” que sejam do agrado de ambos. 

Quando as pessoas se permitem a explorar a própria sexualidade descobrem que existem outras formas de ter prazer e que os acessórios sexuais podem ser uma ajuda interessante.

Para que a sua mulher se vá habituando a este tipo de materiais, procurem usar acessórios direcionados para outras zonas que não a genital (por exemplo, cremes de massagem, penas para fazer cócegas, velas com aromas, algemas, vendas para tapar os olhos, etc). Até mesmo o vibrador pode ser usado como um massajador para o corpo e não apenas para estimular a zona genital. 

Na maior parte dos casos, o prazer e a excitação devem-se mais ao facto de se estar a experimentar algo diferente do que ao tipo de objetos sexuais. Dê algum tempo à sua mulher para que vá ganhando confiança sexual, pois não faz sentido usar estes “brinquedos” se não estiver confortável com a própria sexualidade.

Obrigado pela sua questão

Psicólogo - Sexólogo Clínico
Tel: 969091221


Veja outras questões dos nossos leitores aqui.
Veja outras respostas nos comentários e aproveite para deixar também a sua ajuda a este leitor.

Importante: se tiver alguma questão a colocar deverá enviar mail para: psicologiananet@gmail.com

Sexo com comida


"Gosto de comer enquanto faço sexo"

Aqui fica mais um pedido de ajuda de um leitor do nosso BLOG.
Aproveite e dê o seu apoio através de um comentário!

Estes testemunhos são reais e poderão ajudá-l@ a compreender também os seus problemas...
PARTILHE AS SUAS EXPERIÊNCIAS ... AJUDE OS OUTROS !!!

(Nota: alguns destes pedidos serão publicados na Revista ANA de forma anónima)


“Tenho uma tendência sexual que acho ser pouco comum:
gosto de comer enquanto faço sexo. Será normal?”


F.S.- Almada


A nossa resposta

Caro leitor,

no mundo diversificado da sexualidade, podemos encontrar uma imensidão de comportamentos. Alguns são mais comuns do que outros mas, só por serem diferentes, não significa necessariamente que sejam errados.

Não é raro que a comida entre nos jogos sexuais dos casais ou até que seja usada como afrodisíaco. Visto que os alimentos não fazem parte do acto sexual em si, não é frequente que as pessoas dependam de comer para sentirem prazer sexual.

Se este tipo de comportamento é obsessivo, ou se só consegue ter prazer sexual desta forma, é possível que tenha esse fetiche. Muitos fetichistas não conseguem ter desejo, excitação e prazer se o objecto de desejo, que no seu caso é comer enquanto faz amor, não estiver presente durante a relação sexual.

Se considera que este pode ser o seu caso, se isso o incomoda e se está a interferir na sua vida amorosa e/ou relacional, será importante recorrer uma terapia sexual de forma a dessensibilizar essa dependência.

Obrigado pela sua questão

Psicólogo - Sexólogo Clínico
Tel: 969091221


Veja outras questões dos nossos leitores aqui.
Veja outras respostas nos comentários e aproveite para deixar também a sua ajuda a este leitor.

Importante: se tiver alguma questão a colocar deverá enviar mail para: psicologiananet@gmail.com

"Colchão conchinha" o Colchão dos casais apaixonados

 
O "colchão conchinha" é uma criação que promete facilitar a vida dos casais apaixonados que gostam de dormir agarradinhos na posição "conchinha", mas que acabam por desistir desse romantismo por ficarem rapidamente com os braços dormentes.

Segundo parece, uma fábrica de colchões está disposta a colocar fim a este problema. Com vários cortes na espuma e compartimentos separados por três polegadas, o colchão permite, segundo a fabricante, aguentar a posição por mais tempo, sem que o peso atrapalhe a circulação sanguínea e provoque a sensação de formigueiro.


 O “Colchão Conchinha” ou Cuddle Mattress ainda não começou a ser comercializado e está a ser testado para poder ser colocado à venda no mercado. O seu criador afirmou, em 2007, que o seu produto ajudará na manutenção das relações. “O abraço é a ligação mais íntima entre os seres humanos e, com a invenção, o casal pode ficar mais tempo junto sem que o braço fique dormente”.
 
Fonte: mistureba

Sexo ou Chocolate ?


"Será possível gostar mais de chocolate do que de sexo?"

Aqui fica mais um pedido de ajuda de uma leitora do nosso BLOG.
Aproveite e dê o seu apoio através de um comentário!

Estes testemunhos são reais e poderão ajudá-l@ a compreender também os seus problemas...
PARTILHE AS SUAS EXPERIÊNCIAS ... AJUDE OS OUTROS !!!

(Nota: alguns destes pedidos serão publicados na Revista ANA de forma anónima)


“Há dias, em conversa com amigas, descobri que todas elas preferiam comer chocolate, a ter uma noite de sexo. Achei impressionante e fiquei na dúvida o que faria levar a esta preferência.”

C.M.- Guimarães


A nossa resposta

Cara leitora,

a preferência das suas amigas não é muito diferente da verificada em diversos estudos. Quando questionadas sobre o que consideram irresistível, cerca de 80% das mulheres, refere o chocolate, relegando o sexo para um modesto 5º lugar!

O chocolate possui compostos como a dopamina, a serotonina e a feniletilamina que são substancias produzidas também ao longo da resposta sexual, particularmente na fase de orgasmo, e que proporcionam uma sensação de bem-estar. Esta é a razão porque, muitas vezes, o chocolate serve de compensação nos desgostos amorosos e como afrodisíaco, ou parte dos jogos de sedução, nos casais. No entanto, o chocolate não substitui o prazer sexual e apesar da sua ingestão provocar o aumento de concentração de feniletilamina no sangue, dificilmente atingirá o patamar de prazer e bem-estar provocado por um orgasmo.

Embora numa fase inicial, as sensações provocadas pelo chocolate possam substituir a falta de sexo, pois a feniletilamina controla a passagem da fase do desejo sexual para a fase seguinte, da emoção e do afeto propriamente dito, o organismo desenvolve tolerância aos efeitos da feniletilamina e, com o passar do tempo, torna-se necessária uma maior quantidade do composto para provocar o mesmo efeito. A menos que estas pessoas passem a consumir “doses industriais” de chocolate nunca ficarão saciadas. Esta substância tem um efeito de tal forma positivo no corpo que pode víciar. Além disso interfere na mesma zona cerebral que a cocaína e a heroina.

Cara leitora apesar de tudo o que foi dito, aqui para nós, será que os resultados destes estudos, e a conversa das suas amigas, não está influenciada por aspetos culturais onde, infelizmente, a ideia que a mulher deve controlar os seus impulsos sexuais ainda permanece?

Obrigado pela sua questão

Psicólogo - Sexólogo Clínico
Tel: 969091221


Veja outras questões dos nossos leitores aqui.
Veja outras respostas nos comentários e aproveite para deixar também a sua ajuda a este leitor.

Importante: se tiver alguma questão a colocar deverá enviar mail para: psicologiananet@gmail.com

Técnica de Kung-Fu Sexual para Retardar a Ejaculação


Esta técnica é praticada na China há mais de cinco mil anos e ajuda a bloquear a ejaculação. É tão simples e fácil que pode ser praticada rapidamente por qualquer pessoa.

O método consiste em pressionar o períneo (ponto intermédio entre o ânus e os testículos - veja ponto vermelho na imagem), com os três maiores dedos da mão, poucos segundos antes da ejaculação.

Embora seja aprendida facilmente, esta técnica requer alguma prática de coordenação, por isso, não se preocupe se não conseguir bons resultados nas primeiras tentativas.

Como fazer esta técnica:

1º - Identifique a zona do períneo (zona vermelha na imagem);
2º - Use os três dedos maiores da mão (indicador, médio e anelar) para pressionar o períneo moderadamente, ou seja, nem com muita força nem muito levemente;
3º - O dedo médio deve pressionar com mais intensidade;
4º - O bloqueio deve ser feito alguns segundos antes de sentir que está prestes a ejacular e não quando sente que já não consegue controlar a ejaculação.


Importante: deixe de fazer este exercício se de alguma forma sentir dor ou desconforto.


Já experimentou esta técnica? Então partilhe a sua experiência com os nossos leitores...


Técnica do Sexo Oral dos Deuses

Esta técnica deverá ser aplicada durante o sexo oral a uma mulher. O que a torna tão excitante? É que desta forma a mulher terá uma sensação muito diferente daquela que experimenta quando a língua é usada de cima para baixo. Corresponde a uma subtil e geométrica mudança na movimentação da língua de quem está a fazer sexo oral. Para tal deverão ser dados os seguintes passos:
  1. A mulher que vai receber sexo oral deverá deitar-se de costas num local confortável, com os joelhos bem dobrados e com os dois pés firmemente apoiados.

  2. Quem vai fazer sexo oral deverá levar a cabeça até à zona genital da parceira e girar o corpo até ficar numa posição perpendicular a ela.

  3. Deverá então começar a sugar levemente o clítoris, com movimentos da esquerda para a direita.
Importante: se começar a sentir alguma dor ou desconforto peça ao/à parceir@ para parar.

Já experimentou esta técnica? Então partilhe a sua experiência com os nossos leitores...