Testosterona vs Calvície


"Não quero perder o desejo sexual
mas também não quero ficar careca"

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Sempre tive uma vida sexual muito ativa. Acontece que agora aos 40 anos comecei a notar que estou com queda de cabelo. Os meus colegas dizem-me que é sinal que tenho excesso de testosterona. Será verdade? Não quero perder o desejo sexual mas também não quero ficar careca. O que posso fazer para evitar isso?
R.S. - Aveiro


A nossa resposta

Caro leitor a ideia de que os homens com mais testosterona têm maior queda de cabelo e que ficam carecas precocemente não passa de um mito. Essa ideia vem da expressão “é dos carecas que elas gostam mais”, já que o alto nível desta hormona está associada ao desempenho sexual. 

É verdade que o crescimento de pêlos, em algumas zonas do corpo, está diretamente ligado à produção de testosterona, tanto nos homens como nas mulheres. Por exemplo, é por volta dos 12 anos de idade que esta hormona começa a ser produzida e surgem os primeiros pêlos no rosto, tronco, nádegas, virilha e monte púbico. 

Porém, outras zonas do corpo como braços e pernas não são afetadas pela maior ou menor produção de testosterona, por isso denominam-se de pêlos independentes. 

No entanto, o que se relaciona com a queda de cabelo é a diidrotestosterona, que é uma transformação da testosterona. Essa é a hormona que aumenta a queda de cabelo nos homens e a sua produção depende de fatores locais do couro cabeludo, e não da quantidade de testosterona que circula no sangue. As pessoas calvas têm enzimas, no couro cabeludo, com uma maior capacidade de transformar a testosterona do sangue em diidrotestosterona para agir no folículo capilar. 

Existem vários fatores determinantes para a queda de cabelo, mas que devem ser avaliados de acordo com cada pessoa. A genética muitas vezes pode ser a causa da queda e, neste caso, poucas vezes há precaução, mas há vários tratamentos estéticos que revertem esta situação, pelo que deverá consultar um dermatologista.

Obrigado pela sua questão


Psicólogo - Sexólogo Clínico
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Brinquedos para meninos e meninas



O Natal está à porta e a azafama das compras, principalmente para os mais pequenos, já começou.  Mas uma preocupação bastante frequente e que, na minha cabeça e de muita gente, não faz sentido é a relação dos brinquedos com a sexualidade da criança. Na melhor — ou pior? - linha de pensamento "azul é para os meninos e o rosa para as meninas", os pais acreditam que os filhos nem podem tocar numa boneca e não é permitido às meninas brincarem com carrinhos.
Calma, vamos tentar entender... 

Primeiro de tudo, rosa e azul nem sempre foram cores de meninos e meninas, respectivamente. Na década de 1910, por exemplo, o rosa era uma cor de macho. Isso mesmo. Na época as pessoas acreditavam que a dramaticidade e força do rosa eram a cara do homem.
Isto quer dizer que seu avô ou bisavô passou a infância vestido de cor de rosa. E isso mudou alguma coisa na forma dele se relacionar com o mundo ou em sua orientação sexual? Não! E, sim, existiam gays naqueles tempos.
A seguinte imagem, que discutia o assunto dos brinquedos, fez sucesso no Facebook. Olha só:


A explicação faz sentido e as imagens, de meninos e meninas a brincarem com o mesmo tipo de brinquedo, também. Infelizmente ainda há muitas escolas que não adotaram a postura de não reprimir a escolha das crianças na hora da brincarem e o resultado são crianças mais frustradas e inseguras.
Homens têm filhos, portanto não há problema em brincar com bonecas, assim como arrumam a casa, passam roupa, cozinham e levam o cão à rua. Por outro lado, as mulheres conduzem, consertam as coisas em casa e praticam desporto. Qual é o problema de "treinarem" tudo isso desde crianças?
Na Suécia, uma empresa criou um catálogo de brinquedos sem distinção de género. O mesmo ainda não acontece por cá, e talvez este seja o caminho para que serviços domésticos sejam divididos equitativamente e o respeito entre os géneros se fortaleça.


Hoje, uma das maiores dificuldades apontadas pelas mulheres na hora de explicar por que perdem o toda aquela libido do namoro é a falta de divisão das tarefas domésticas. Que tal ajudarmos os nossos filhos a terem uma vida mais feliz e sem amarras?


Adaptado do original de Yahoo.mulher

Manter o desejo sexual nas relações



O desejo sexual é uma equação complexa. Numa relação de longa duração, é natural que o desafio seja ainda mais complexo. Mas a solução é possível. Veja como é que um casal pode começar já a resolver esta equação.

Os relacionamentos íntimos são um aspecto central da vida adulta. Sabemo-lo não só por uma questão cultural mas também com algum suporte científico: a qualidade dos relacionamentos tem implicações não só na saúde mental, mas também na saúde física e até na vida profissional de homens e mulheres.

Quando pensamos numa relação a longo prazo, pensamos na possibilidade de um projeto conjunto. A procura da estabilidade é uma das grandes lutas que enfrentamos quando queremos constituir família. Mas a vida de casal não vive apenas de objetivos. E a estabilidade não pode ser o seu único suporte.

Uma relação longa é uma relação em transformação. E é natural que o nível de satisfação também varie com o decorrer dos anos de convívio. A vida sexual não é imune a isto. Num mundo em constante aceleração, por vezes torna-se difícil o casal conseguir dedicar espaço e tempo da sua vida ao erotismo. Mas é importante lutar por isso. A bem do desejo e da relação.


Uma relação em transformação

A ideia de casamento sempre serviu para piadas sobre a vida sexual. Ou a falta dela. Mas as piadas servem também para denunciar um pouco os nossos receios. Afinal de contas, quem assume uma relação de longa duração até pode estar "avisado" para as dificuldades que poderão surgir. Mas há uma genuína vontade de fazer com que a relação continue, feliz – e que a vida sexual dos primeiros tempos não se transforme em frustração.

Fernando Mesquita é psicólogo clínico e sexólogo e explica-nos que "é esperado que existam variações de desejo sexual ao longo do ciclo de vida de um casal". É frequente no início da relação, os casais sentirem uma vontade enorme de fazer amor em qualquer oportunidade. No entanto, diz-nos, "com o passar dos anos verifica-se, em muitos casais, um maior desinvestimento na componente sexual. Corre-se assim o risco de o desejo sexual ficar submerso pelas questões do dia-a-dia, como as contas para pagar ou a educação dos filhos".

O psicólogo explica-nos que os problemas no desejo sexual podem ter três origens diferentes: fisiológicas, psicológicas ou diádicas (ou seja, dizem respeito aos dois elementos do casal).
  
Entre os problemas de origem fisiológica podem contar-se fatores como alterações hormonais, como é o caso da diminuição da 'famosa' hormona associada ao desejo, a testosterona (um problema que ocorre principalmente nos homens, embora as mulheres também possam estar sujeitas à sua variação no organismo), ou de estrogénio (nas mulheres); efeitos secundários de alguma medicação; o consumo de tabaco, álcool e outras substâncias mas também doenças que podem ter impacto na vida sexual do individuo, como é o caso da diabetes ou da hipertensão arterial – cuja incidência aumenta também com a idade.

Entre os fatores psicológicos encontram-se questões tão distintas como uma baixa autoestima, o cansaço, a ansiedade, o stress do dia-a-dia, a depressão e tabus ou crenças que possam condicionar a relação de um com a sua sexualidade.

Em entrevista ao MSN Saúde, Ana Carvalheira, psicóloga e antiga presidente da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica, adiantava-nos as conclusões de um estudo que envolveu 4 mil portugueses, a propósito da sua vida sexual. Quando se questionou sobre os principais condicionantes ao desejo sexual entre os homens portugueses, o stress profissional e cansaço surgiam nos dois primeiros lugares, com as questões relacionais a serem referidas em terceiro lugar.

Estas questões relacionais fazem parte daquilo a que Fernando Mesquita designa como fatores diádicos. E neste caso podem encontrar-se questões como o desgaste da relação, a ausência de partilha de afetos, dificuldades comunicacionais ou conflitos não resolvidos na relação, a monotonia, a perda da atratividade pelo/a parceiro/a, que pode decorrer de mudanças físicas, entre outros.

Como vimos, o tempo de relação e a idade são fatores que devem ser tidos em conta. Mas convém evitar assumir generalizações. Como nos explica Fernando Mesquita, mesmo após a menopausa «algumas mulheres chegam mesmo a experienciar uma melhoria na vida sexual, pois não receiam uma gravidez indesejada e, geralmente, os filhos já saíram de casa, o que lhes permite estar mais "à vontade"».

Aprender e aceitar diferenças

Fernando Mesquita esclarece que não há diferenças significativas, entre homens e mulheres, quanto ao apetite sexual no período de paixão. No entanto, nas relações a longo prazo verifica-se por vezes uma diminuição da iniciativa sexual, nas mulheres, após o aparecimento dos filhos. Atualmente, ainda são a mulheres quem apresenta uma maior incidência de queixas devido à diminuição do desejo sexual. Ainda assim, tem-se verificado um aumento no número de homens que procura ajuda por este problema.

A satisfação de um casal (uma relação feliz, se preferirem) é, sem dúvida, um conceito subjetivo. Implica a forma como os nossos desejos e necessidades são recebidos pelo outro. Mas também o que somos capazes de dar ("Dar e Receber / Devia ser a nossa forma de viver" já cantava António Variações).

O desejo sexual é uma questão complexa. Pode até ser mais flutuante nas mulheres do que nos homens, mas o desafio existe para os dois membros do casal. Erroneamente, alerta Fernando Mesquita, "muitas pessoas pensam que a diminuição de desejo sexual é sinónimo de falta de paixão ou amor".

A vida atual é feita de correrias. Há uma pressão constante para nos sentirmos realizados nas mais diversas esferas da nossa vida. Assente na ideia de que é assim que as coisas são, corremos à procura da realização nas mais diversas áreas: a profissional, a económica, a social, a cultural, a intelectual... e fazemos isto tudo num mundo competitivo em que o sexo muitas vezes é falado como se de uma performance atlética se tratasse. Se em tempos o sexo era sinónimo dos mais diversos tabus, hoje em dia corremos o risco daquilo que Ana Carvalheira refere como "a banalização do sexo". Este ritmo de vida pode perturbar o erotismo de uma relação. É por isso que há que saber contrariá-lo.
  
O que fazer?

Manter o desejo sexual dependerá muito do tipo de relação existente. Fernando Mesquita esclarece que "com as fantasias, a vida sexual ganha uma diversidade que seria impossível no dia-a-dia e permite, em muitos casos, estimular ou recuperar a intensidade do desejo. Saber lidar e aceitar, as fantasias sexuais, pode ser o melhor afrodisíaco para estimular e recuperar a intensidade do desejo numa relação".

Não existem receitas absolutas. Mas existem conselhos imprescindíveis. A comunicação deve ser prioritária. É com ela que vamos conhecendo o outro. E no que ao desejo sexual diz respeito, é importante uma espécie de back to basics: como nos diz o psicólogo, deve-se "encarar o sexo como uma forma de ter e dar prazer". E a partir daqui temos muito que podemos fazer.

O desejo e o erotismo apreciam sempre alguma novidade. Daí que seja importante variar a vida sexual. "O casal deve partilhar fantasias e conversas que estimulem o desejo sexual", aconselha o psicólogo. "É importante que se recordem que podem haver interesses sexuais diferentes e que a razão não pertence exclusivamente a um dos elementos do casal".

A este propósito, Fernando Mesquita adianta ainda que "diversos estudos têm mostrado que a capacidade orgástica das mulheres está relacionada positivamente com um relacionamento mais afetivo com o companheiro e com a prática da masturbação".

A não obrigatoriedade do coito pode também por isso ser útil em certos momentos. A sexualidade não é apenas o momento da penetração. Não é uma questão de mecânica a precisar de afinação. Numa relação longa, a sexualidade depende de toda a envolvente. E pode começar numa simples carícia pela manhã, continuar com a conversa à hora de jantar, antes de chegar aos lençóis da cama.

Fernando Mesquita sugere mesmo que os casais "estipulem que pelo menos um em cada cinco encontros sexuais não há penetração para que tenham prazer doutras formas". É uma forma de variar a vida sexual, sem ter receio de "brincar" com a própria intimidade do casal.

A prática de exercício físico também não deve ser descurada. O exercício físico, além dos efeitos físicos que facilmente sentimos, aumenta também os níveis de energia e, consequentemente, a autoestima e o desejo sexual. O mesmo se aplica a uma alimentação equilibrada, que fortaleça a líbido.

E caso o problema seja mesmo a diminuição da atracão pelo/a parceiro/a, Fernando Mesquita aconselha os membros do casal a procurar identificar o que levou a essa diminuição, para que o problema possa ser trabalhado em conjunto. O que também nos recorda do ponto fulcral que um casal tem de desenvolver, para defender a própria relação: a comunicação.

É certo que já existem fármacos que podem ajudar. Mas na química do amor há mais a ter em conta do que a simples resposta física. Daí que o psicólogo faça questão de recordar a utilidade da terapia conjugal/sexual.

E o maior erro que se pode cometer é deixar adiar o problema, esperando que o tempo o resolva. É um passo em falso porque no que ao desejo diz respeito, o tempo nem sempre é bom conselheiro. "Os casais cujos conflitos conjugais são mais recentes são aqueles que tendem a apresentar melhores resultados na terapia conjugal", recorda o psicólogo.

Acima de tudo, é importante ir quebrando os receios e pequenas vergonhas que muitas vezes nos limitam. E isto diz respeito não só ao desejo sexual, mas também à disponibilidade para procurar ajuda. Porque se é de amor que se trata, se é o que se deseja, vai valer a pena.

  

Uma questão de tamanhos ... do pénis



Certamente que já reparou que, o seu “principezinho” tende a diminuir em diversas situações como por exemplo quando é exposto a baixas temperaturas, quando faz exercício físico, ou quando você apanha um valente susto. Isto acontece porque, nestes casos, existe uma contração da musculatura cavernosa que o preenche, tal como quando apanha bastante frio e os seus músculos se contraem para minimizar essa sensação. A grande diferença é que o corpo está estruturado por ossos que limitam o encolhimento da musculatura, enquanto que o seu “garotão” é, digamos, "invertebrado". Outra explicação para que isto aconteça é que, quando sente frio, a pele tende a reduzir a superfície para perder o mínimo de calor. Isso também acontece no resto do corpo, mas uma vez que a pele que cobre o pénis é bastante elástica, ela fica toda enrugada e a diminuição do “bilau” torna-se ainda mais evidente.

Efeito sanfona - O comprimento do pénis varia de pessoa para pessoa. Conheça os tamanhos médios:

Em ereção (duro)
Peso - 150 g
Diâmetro - 3 a 4 cm
Circunferência - 9,5 a 12,5 cm
Comprimento - 12 a 18 cm

Flácido (mole)
Peso - 75 g
Diâmetro - 2 a 2,5 cm
Circunferência - 6,5 a 8 cm
Comprimento - 5 a 10 cm

Micro pénis
O pénis mais pequeno registado pelo Instituto Kinsey, da Universidade de Indiana, media 4,8 cm ereto. São considerados pénis pequenos os que tiverem menos de 4 cm quando flácidos e menos de 6 cm em ereção.

Micropênis* - Menos de 6 cm
Muito pequeno - 6 a 10 cm
Pequeno - 10 a 12 cm
Médio - 12 a 18 cm
Grande - Mais de 18 cm

Mini-me
Com jeitinho, os pénis pequenos podem dar bastante prazer às mulheres, afinal as vaginas costumam ter apenas 8 centímetros de profundidade (da vulva ao colo do útero) e a zona de maior sensibilidade fica nos primeiros 4 centímetros.

Meio metro sexual

O maior pénis registado é do ator pornográfico americano Long Dong Silver: 47,5 centímetros em estado flácido. Este é um exemplo evidente de que tamanho "não é documento", uma vez que, afinal o membro de quase meio metro nunca ficou totalmente ereto. Um em cada 500 mil homens no mundo é ultra-avantajado, alcançando mais de 30 centímetros durante a ereção.

Diferença raciais
Segundo o estudo "Diferenças raciais no comportamento sexual", publicado no Journal of Research in Personality, o comprimento médio dos pénis orientais eretos varia de 10 a 13,9 cm, enquanto o dos negros fica entre 15,8 e 20,3. Os caucasianos ficam no meio-termo: 13,9 a 15,2.

Adaptado do original de: mundo estranho



Veja também:
- "Pénis pequeno e musculação"
- "Micropénis e pénis pequeno"
- "Mito: os dotados dão mais prazer"
- "Tamanho do pénis"
- "Fractura do pénis"
- "Ciclo de vida do pénis"
- "Curiosidades sobre o pénis"
- "Bizarrias sexuais"

Ciumes e Baixa Auto Estima


"Baixa auto-estima e ciúmes"

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Tenho uma auto-estima muito baixa (não gosto de mim e sinto-me inferior a toda a gente) e isso desequilibra a minha relação com o meu namorado. Tornei-me muito ciumenta e ando sempre a questioná-lo sobre os verdadeiros sentimentos dele para comigo. Comecei uma psicoterapia recentemente, mas acontece que duvido que me possa ajudar. A psicóloga mandou-me ler livros de auto-ajuda e escrever num papel as minhas qualidades, entre outras coisas que não estou a fazer por não acreditar que isso me possa ajudar.

J.B. - Ponte de Lima


A nossa resposta

Cara leitora 

apesar de não conhecer a sua psicóloga, penso que o primeiro passo que deverá dar é falar sinceramente com ela sobre as suas questões. Sempre que lhe for proposta uma tarefa deverá ser referido qual o propósito da mesma e, caso isso não ocorra, tem todo o direito a questionar a sua terapeuta sobre o mesmo. 

Por vezes, ao longo da nossa vida, vamos adotando formas de estar e de nos comportarmos sem questionarmos se poderão existir alternativas mais “adaptativas”. Um dos propósitos das psicoterapias é precisamente levar-nos a pensar sobre estas questões. 

Pondere se estas duvidas que levanta, na relação com a sua terapeuta, não se prendem com a sua baixa auto-estima e não são o mesmo tipo de padrão usado na relação com o seu namorado. 

Parece-me que grande parte da essência, do seu problema, está na incapacidade em aceitar que pode ser “amada” e em confiar mais, não só nos outros mas, em si mesma!

Obrigado pela sua questão


Psicólogo - Sexólogo Clínico
Tel: 969091221
Veja também:


- "Ciúme"
- "Um em cada quatro jovens é vitima de violência no namoro"
- "Sou timido"
- "Sou muito timida"

Veja outras questões dos nossos leitores aqui.

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Como aumentar a Lubrificação Vaginal



Durante a gravidez, a amamentação, a menopausa, e inclusive devido a diferentes alterações hormonais, a lubrificação vaginal pode ser afetada, tornando a penetração menos prazerosa. Muitas mulheres procuram lidar com esta situação recorrendo a lubrificantes disponíveis no mercado, mas existem alguns hábitos do dia a dia que podem ajudar a melhorar esta situação. Veja de seguida algumas medidas simples que facilitam a lubrificação vaginal:

1) Beba água - manter-se hidratada é fundamental para aumentar a lubrificação vaginal. Consumir pelo menos dois litros de água entre as bebidas e o líquido dos alimentos, é importante para o correto funcionamento do nosso corpo e para a produção de lubrificante de forma  natural.

2) Cuidado com a alimentação - refeições muito baixas em gordura afetam a produção de lubrificante vaginal, pois o estrogénio que influencia este processo precisa de colesterol para ser produzido. Se você tiver uma alimentação com pouca ou nenhuma gordura, provavelmente terá os seus níveis de estrogénio afetados, ocasionando problemas como secura vaginal e diminuição da lubrificação.

3) Higiene da zona íntima - existem produtos especialmente preparados para manter o equilíbrio do PH nesta delicada zona, sem ressecá-la, o que sem dúvida ajudará a favorecer a lubrificação vaginal.

4) Cuidado com o detergente para lavar a roupa intima - é melhor que seja sem perfume e especial para peles delicadas.

5) Preliminares, preliminares + preliminares - dedique tempo aos preliminares para conseguir uma boa lubrificação vaginal - mesmo que algumas situações específicas possam levar ao sexo rápido, em condições normais é importante que ambos estejam suficientemente excitados e, no caso das mulheres, isto passa por uma ótima lubrificação vaginal para desfrutar mais da penetração durante o sexo.

6) Deixe o estresse e a tensão fora do quarto - se estiver constantemente a pensar em mil e uma coisas será difícil ficar excitada, por isso o casal deve procurar situações de relaxamento, desfrutar dos beijos e carícias, explorar-se e excitar-se mutuamente, desligando-se de tudo o que acontecer do lado de fora. 

7) Consulte o seu ginecologista - se, apesar de sentir um bom nível de excitação, estas dificuldades procovarem outros incómodos como ardor ou comichão de forma persistente.


Você tem o "Gene da Traição"?


A infidelidade está a tornar-se cada vez mais comum e não pense que só eles são peritos na arte de dar “facadinhas na relação”. Quanto mais parecido o perfil genético da mulher e do homem, mais aborrecido é o sexo e maior é a probabilidade de viverem um affair?

Quase toda a gente já passou por uma situação de infidelidade, no namoro ou no casamento, e mesmo que não tenha sido a protagonista da história que terminou mal, sabe, com certeza, de alguma amiga (ou amigo) que tenha um caso para contar.

A ciência garante que é uma tendência biológica, mas será que pode ser contrariada? Uma pesquisa realizada pela Universidade do Estado de Nova Iorque mostrou que uma em cada quatro pessoas tem o gene DRD4, com um papel crucial no comportamento sexual humano.

Quem possui o “gene da traição”, como passou a ser denominado, apresenta uma maior facilidade para trair. Se já sentiu necessidade de seduzir alguém ou de trair o seu parceiro, isso pode estar relacionado com os genes.

Quando na mulher existe uma overdose de estradiol no sangue, a probabilidade de ter um affair é maior. Porém, para o psicólogo e sexólogo clínico Fernando Eduardo Mesquita, “a existência de um possível gene não implica, obrigatoriamente, que quem o tem seja um traidor nato. Não podemos esquecer que existem outros condicionantes para além dos fatores biológicos. Falamos, por exemplo, de fatores educacionais e socioculturais, a existência, ou não, de facilitadores da traição, e, como é óbvio, da própria relação amorosa vivenciada”, esclarece.

No caso do sexo masculino existem estudos que indicam que tem uma propensão fisiológica para ser infiel. Investigadores suecos descobriram que quanto menor o número de vasopressina que um homem tem no cérebro, mais propenso é a procurar outras mulheres.

Para além disso, se recebeu uma alta dose de testosterona quando ainda estava no útero da mãe, tem mais predisposição para ser infiel. De referir, ainda, que o homem vive muito da atração visual... Se ele pensar em fazer sexo com uma outra mulher, os seus níveis de excitação sobem ao auge.

Maneiras diferentes de sofrer

A insatisfação, quer sexual, quer com o relacionamento, pode levar um dos parceiros a procurar uma segunda pessoa. Pesquisas mostram que a infidelidade é mais comum entre casais que não moraram juntos antes de se casarem. Na realidade, a coabitação dos parceiros funciona como um teste na relação. As novas tecnologias também abriram portas para o aumento das traições.

Existem diversos sites que promovem encontros e podem representar uma escapadela para a vida rotineira que vive com o parceiro, sem que ninguém dê por nada. Para o sexólogo, “sem dúvida que a Internet é um meio facilitador para trair. Nestas situações, a traição pode começar com algo mais emocional, pois existe uma partilha de desejos íntimos e da vida privada. Pode, ou não, existir uma passagem a um ato mais físico. Para muitas mulheres, a traição emocional por parte do parceiro é vivida de forma mais penosa do que uma traição de cariz físico. Para os homens, normalmente, é o oposto, ou seja, sofrem mais quando a sua parceira o traiu fisicamente”.

Conselhos para seguir a dois

Se ainda acredita no amor e na monogamia e não pretende cair em tentação, siga os conselhos de Fernando Mesquita:
● Admirem a pessoa que está ao vosso lado. Pensem nos aspectos de personalidade de que mais gostam no parceiro. A maioria das pessoas não arriscaria, por uma aventura sexual, a perder alguém que admira;
● Comuniquem. Para o sexólogo, “a falta de comunicação é apresentada como a causa número um das traições. A existência de um afastamento progressivo (trabalho ou filhos), conflitos mal resolvidos e a monotonia são outros fatores”;
● Falem abertamente sobre o que consideram ser infidelidade emocional e/ou física;
● Troquem ideias sobre o vosso dia-a-dia, os vossos desejos e frustrações, mais do que com outra pessoa;
● Compreendam que não é por se sentirem atraídos por outras pessoas que a vossa relação não tem futuro;
● Com o passar dos anos, as relações tendem a ser cada vez menos emocionantes, mas mais amorosas.



Publicado na "Revista Maria", Julho 2012

Campanha contra o cancro


Esta será a campanha mais chocante, impressionante e inesperada que irá ver hoje

 
 
      ATENÇÃO: Poderá conter cenas eventualmente chocantes
 
Não leia o resto do texto antes de ver o vídeo!
 

 
 
Esta foi a forma como a MCAC (Male Cancer Awareness Campaign) procurou alertar os homens sobre o risco do cancro nos testículos. O recurso à beleza da modelo Rhian Sugden seguido do choque, provocado pela surpresa das imagens, consegue prender a atenção de qualquer pessoa e é genialmente aproveitado para, ao mesmo tempo, ensinar como o homem deve fazer o teste do toque nos testículos para identificar um possível problema.
 
 
 

Veja também:
- Testículos - "As joias da coroa"
- "Tomates cheios"
- Porque é que os homens têm os testículos pendurados?