Perguntas e Respostas - Ele não tem Desejo Sexual



"Não me importo de tomar a iniciativa...
mas não me sinto bem sempre nesse papel, pois não me sinto desejada..."

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Boa Tarde!

Descobri o vosso site aquando de uma pesquisa que estava a fazer em relação à perda de desejo sexual no casal.

Tenho 24 anos e namoro há cerca de um ano com um rapaz de 22. Até há cerca de 4 meses atrás, a nossa vida sexual era extremamente activa e satisfatória. Posso até afirmar, que de todos os parceiros que tive, era com quem existia um entendimento mais completo a nível sexual. Ele também se sentia extremamente satisfeito e afirmava-o.

É natural que esse impulso do início da relação se vá esbatendo e tendo em conta que ambos temos um quotidiano bastante atarefado, que nem sempre exista a mesma disponibilidade para o sexo.

Assim, começaram a surgir com muita frequência situações em que eu me mostrava com vontade e ele não queria, alegando estar cansado ou stressado com algum assunto. Isso fez-me sentir rejeitada e preocupada, pois eu tenho bastante desejo sexual e nunca tinha vivido uma situação semelhante nas minhas anteriores relações.

Tivemos várias conversas e eu tentei não insistir quando ouvia um "não" para que ele também não se sentisse pressionado nem culpado por não querer ter relações. No entanto não conseguia deixar de demonstrar que aquilo me incomodava e me fazia sentir mal. Entretanto a situação arrastou-se, sempre com altos e baixos, com momentos em que desejo parecia estar igual ao do inicio e momentos em que o interesse por parte dele diminuía.

Tenho sentido que sou maioritariamente eu a iniciar a relação sexual ou a demonstrar que quero ter sexo. Não me importo de tomar a iniciativa...mas também não me sinto bem sempre nesse papel, pois não me sinto desejada.

Para além disso noto que o nível de excitação por parte dele durante a relação sexual também diminuiu. Não acontece todas as vezes, mas tem acontecido com muita frequência. A situação tornou-se muito desconfortável, pois começa a afectar seriamente a minha confiança e segurança em mim, e na relação. Faz-me sentir insegura com o meu corpo, humilhada por estar sempre a "pedir" e faz-me sentir rejeitada. Conversei com ele, disse-lhe que não me sentia satisfeita a nível sexual, que o sentia desligado e que tinha necessidade de me sentir desejada, de sentir mais intensidade nas caricias, que sentia que ele estava a perder o interesse e empenho nesse campo.

Ele admitiu que de facto sentia que o desejo em relação a mim tinha diminuído substancialmente. Ele continua a masturbar-se com a regularidade habitual e a ter impulso. Afirma que não é algo que se prenda com o meu desempenho ou com o meu corpo, e que também não quer terminar a relação, mas que não consegue ainda explicar o porquê da diminuição do desejo...se é algo que se prenda com a rotina, ou com o facto de ele se sentir um pouco deprimido. Disse também que o facto de eu mostrar com intensidade que quero ter relações, pode estar de certa forma a reprimi-lo.

Sinto-me muito perdida nesta situação e completamente impotente. Sei que é algo que se passa com ele a nível psicológico, mas não sei como tentar resolver nem como deixar de me sentir culpada...ou que falhei de alguma forma.
Não sei se isto será um sinal de que a relação está moribunda, apesar de praticamente não discutirmos e termos uma relação de cumplicidade e empatia enorme.
Gostava, caso seja possível, que me pudessem esclarecer em relação a este assunto e, eventualmente, darem-me algumas linhas de orientação, pois não sei mesmo como agir.

Quero mesmo tentar ultrapassar esta fase, comunicando com ele, sem pressão... não o quero forçar a nada. Não pretendo ter sexo desenfreado todos os dias, gostava apenas de voltar a sentir que ele me deseja.

Obrigado pelo tempo dispensado.



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O PONTO G

Num estudo publicado, recentemente, em Londres, voltou à "tona" a polémica sobre a existência, ou não, do Ponto G feminino. A pesquisa envolveu 1804 mulheres gémeas, com idades compreendidas entre os 23 e os 83 anos. Para se confirmar a existência do Ponto G, colocou-se a hipótese, de que, se uma mulher disse-se que tinha o tal "botão do prazer", a irmã gémea deveria dar uma resposta semelhante, uma vez que têm configuração genética idêntica. No entanto, isso não se verificou.

O Ponto G, foi apresentado, em 1950 pelo ginecologista alemão Ernst Grafenberg. Neste sentido, todas as mulheres teriam uma espécie de caixa de Pandora para o prazer sexual, bastando para tal serem suficientemente estimuladas a cerca de dois terços, aproximadamente 5 a 8 cm, no interior da parede frontal da vagina.
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A inexistência do Ponto G foi quase sempre unânime entre a comunidade médica/científica, pelo menos da forma como tem sido apresentada e generalizada. Na realidade, algumas mulheres podem ser mais sensíveis onde se diz existir o afamado Ponto G, tal como umas podem ser mais sensíveis quando estimuladas atrás das orelhas, ou com determinados toques noutras partes do corpo. Na verdade, não podemos esquecer que a nossa pele é um enorme Ponto G.

Esta até pode ser uma boa notícia, muitos casais já se terão sentido frustrados pelas tentativas sucessivas em procurar algo como “verdade adquirida”que, afinal, pode não existir. A procura de um suposto "botão" para proporcionar prazer à mulher é demasiadamente redutora e tira algo que as mulheres, e as próprias relações intimas, têm de muito fascinante: a sua complexidade e a necessidade de uma variedade de estímulos para tirar prazer sexual. A existência do Ponto G, certamente, seria uma boa notícia no tipo de sociedade que temos hoje, em que vivemos com as horas contadas. Desta forma seria excelente se existisse “um botão” que permitisse ter orgasmos rapidamente.

Não podemos esquecer que o orgasmo não é necessariamente sinónimo de satisfação sexual, podemos ter orgasmos em todas as relações mas não nos sentirmos satisfeitos/as com a nossa vida sexual. Podemos ter a sensação que mesmo assim “falta algo” nesses momentos, não sentimos prazer na sua plenitude. Seria um pouco um prazer mais orgânico e não tanto psicológico/emocional. É como que comer algo “sem sabor … sem sal e pimenta”, ficamos de barriga cheia, mas não totalmente satisfeitos. Tenho receio que, em alguns casais, isso possa acontecer quando se sabe que daquela forma rapidamente têm um orgasmo… acabando por cair na rotina e esquecendo-se de muitas outras componentes tão importantes para a relação como a intimidade, a comunicação e a partilha de prazer mútuo.

Não podemos esquecer que a mulher possui o único órgão que serve unicamente para proporcionar prazer... o clítoris. É verdade! Ao contrário do pénis no homem, que também serve para urinar, a mulher tem o clítoris que tem como função exclusiva dar prazer... Pelo menos aí existe unanimidade na comunidade científica/médica. A estimulação do clítoris é a mais utilizada pelas mulheres para atingirem o orgasmo, e muitas delas só com a estimulação, do clítoris, directa conseguem ter orgasmos!

Nota: parte deste texto pertence a uma entrevista que dei à jornalista Ana Jerónimo e que foi publicada na Revista Nova Gente N.º 1741

Perguntas e Respostas - Preservativo e Erecção


"Ele voltou a perder a erecção antes da altura de colocar o preservativo"


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Boa noite,

tenho 22 anos e sou rapariga. Tenho namorado há dois meses, já nos conhecemos há mais tempo e a nossa relação é óptima. Já tivemos várias experiências íntimas e temos imenso à-vontade um com o outro. Não pudémos ter relações, porque fiz um tratamento médico, mas agora já podemos e ontem tentámos pela primeira vez. Na hora de colocar o preservativo ele perguntou-me se queria que o fizesse, ao que eu perguntei se ele queria também e ele interpretou mal a minha pergunta e ficou com medo que eu não quisesse, e perdeu a vontade e a erecção.

Hoje estivemos juntos, e ele voltou a perder a erecção antes da altura de colocar o preservativo, desta vez sem qualquer motivo. Ele diz que não sabe o que se passou, não se sente mal com nada e não pensou mais sequer no que se passou ontem. Fizemos três tentativas e aconteceu sempre.

Ele masturba-se quase todos os dias, 1 ou 2 vezes por dia. Já teve outros relacionamentos e nunca lhe tinha acontecido isto. Fuma marijuana ocasionalmente. Está muito assustado com isto e com medo de ficar assim para sempre.

Podem ajudar-me a esclarecer esta situação? Isto é normal acontecer? Ou há realmente motivos para preocupação?

Obrigado, aguardo então uma resposta


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Perguntas e Respostas - Sexo sem prazer

A penetração para mim é ... nada!!

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O meu nome é Rita(*),

tenho 37 anos, sou casada e até hoje nunca tive prazer sexual. Não sou realizada sexualmente, com a penetração nunca tive prazer, nunca cheguei ao orgasmo, iniciei a minha vida sexual com 20 anos e tanto prazer tive com 20 anos como hoje com 37.

Sempre me masturbei sozinha e continuo a fazê-lo, é a única forma de sentir algo de bom. Sinto-me triste e péssima como mulher. Não é culpa do meu marido, pois antes de casar tive outros namorados e nunca aconteceu nada de bom também. Eu e o meu marido fazemos sexo de varias maneiras, varias posições, sem tabus e não acontece nada para mim. Excito-me, sinto vontade e desejo sexual mas não me consigo realizar sexualmente.

Tenho passado estes anos todos a simular prazer para o meu marido não perceber. Ele pensa que para mim é tão bom como para ele. Eu sempre lhe disse que sentia muito prazer, pois tenho vergonha de dizer o contrario e agora passados tantos anos também já não consigo dizer-lhe pois ele agora não ia entender e nem ia perdoar eu ter mentido.

Por favor ajude-me , dê-me alguma esperança de poder sentir alguma coisa boa com o meu corpo. Eu só sinto prazer e consigo atingir o orgasmo com a minha própria mão e só no clítoris, pois se penetrar com o meu dedo também não sinto nada.

Só sinto na parte externa, nunca no interior. A penetração para mim é ….nada.

Ajude-me a ter uma solução positiva. O meu problema deve ser disfunção orgásmica, não está na minha cabeça pois eu já tentei de tudo, e estou sempre descontraída quando fazemos sexo. Vou morrer sem saber o que é bom no sexo. Pelo menos uma vez na vida gostava de sentir. Tenho dois filhotes e só me falta mesmo ter prazer sexual para ser feliz . Mas sem isso ando sempre chateada, pois não me consigo satisfazer.

Aguardo alguma notícia.

(*) por questões de confidencialidade o nome foi alterado.

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Tipos de Erecção


"Nem sempre quando o homem tem uma erecção é pelas mesmas causas"

Podemos encontrar 3 tipos de erecção no homem:
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  • Erecção psicogénica - surge quando o cérebro reconhece determinados estímulos eróticos, reais ou imaginários. Se estiver aborrecido com o sexo, esta erecção será a mais afectada.
  • Erecção reflexa - resulta de uma estimulação genital directa, por exemplo, quando alguém lhe estimula directamente o pénis com a mão. O stress e a depressão podem interferir.
  • Erecção nocturna - requer menos esforço e é espontânea durante o sono REM. Esta erecção é importante. Se não tiver as outras duas mas tiver erecções deste tipo, muito provavelmente a causa da sua dificuldade em ter erecção será psicológica e não física. A maioria dos homens tem sete erecções por dia, cinco são nocturnas.

Nos jovens as erecções psicogénicas poderão estar presentes várias vezes ao dia. Só imaginar ou ver um estímulo erótico é suficiente, na maioria das vezes, para uma rápida erecção (em alguns casos considerada "perturbadora", por exemplo quando estão na praia em fato de banho). Muitos rapazes chegam mesmo a referir que "o pénis parece que tem vida própria".

Por volta dos 50 anos o homem começa a necessitar de uma maior estimulação directa para conseguir ter uma erecção, tornando-se menos presentes as erecções psicogénicas.

Se em determinada altura da sua vida sexual tiver dificuldades, procure ajuda. Não se esqueça que a vida sexual não tem prazo de validade.

Adaptado do original de Tracey Cox, Sexo em Êxtase, Civilização Editores

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Perguntas e Respostas - Sou muito timida


"Sempre fui reservada e tímida ... com 18 anos sou virgem"

Boa noite.

Nem sei bem como explicar o que sinto, por esse motivo decidi escrever para este blog para me ajudarem a percebe-lo.

Tenho 18 anos e sou virgem. Às vezes custa-me admiti-lo pois os meus amigos estão relativamente satisfeitos e à vontade com este assunto e por vezes sinto-me mal comigo. Sempre fui muito reservada e tímida, uma junção na minha personalidade que acho complicada, que não me deixa agir como quero na vida, fazer o que me apetece sem pensar o que os outros irão achar. Tenho bons amigos com quem posso desabafar e que me sinto completamente à vontade, mas o facto de ser tão reservada não me deixa falar livremente do que sinto e dos meus problemas. E com isto acabo por afastar quem mais gosta de mim pois devem sentir que não confio neles.

Esta insegurança é um dos meus grandes problemas, que me afecta muito psicologicamente. Outro problema, voltando de novo à minha sexualidade. O facto de ser virgem não é o meu problema, é realmente não me conseguir envolver com alguém. Já tive uma pequena relação com uma pessoa de quem gostei muito mas a distancia entre nós e também a minha insegurança acabou por terminar a nossa relação por minha iniciativa. Tive outros relacionamentos sem importância, apenas divertimentos, nada demais. Passado uns 4/5 anos, eu e a primeira pessoa com quem me relacionei e com quem me fui dando muito bem como amiga, voltámos de novo a relacionar-nos e sei que ele é bastante importante para mim. Não quero uma relação séria com ele, gosto de me sentir livre sem qualquer compromisso mas às vezes penso se será mesmo isso ou o facto de não ser heterossexual. Sinto-me bem com ele apesar de não estarmos sempre juntos, mas não sei se iria me sentir ainda melhor com outra pessoa.

Desde pequena que me sinto diferente, mas na altura não queria aceitar nem pensar nisso. Já me senti atraída por pessoas do mesmo sexo, mas como vivo rodeada de amigos homofóbicos nunca contei a ninguém e também como já referi devido ao facto de ser tímida e reservada.

Bem, então com isto tudo não consigo estar bem comigo própria, estou sempre a pensar no que deveria ter feito, no que sinto e o que me deixa confusa, fico triste porque sinto que afasto alguns amigos e tenho também dificuldade em fazer mais. Gostava de me sentir mais livre, sem ter medo de dar a minha opinião e fazer tudo o que quero sem pensar no que os outros acham. Às vezes sinto-me louca com tantos pensamentos.

Isto não é bem uma dúvida, é mais para me darem uma ajuda, uma opinião. Não consegui exprimir nem metade do que penso e do que sinto, mas espero que compreendam pelo menos o que escrevi. Fico à espera de uma resposta e também de perguntas se quiserem saber mais alguma coisa de relevante.

Obrigada.

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Curiosidade sobre o Pénis



Curiosidades sobre o Pénis!


- As erecções dos adolescentes duram até uma hora. O homem comum entre os 20 anos e os 40 pode manter uma erecção durante cerca de 40 minutos. Entre os 66 e os 70 anos, pode durar sete minutos.

- Os homens com testículos maiores tendem a trair e a querer mais sexo do que outros homens.

- Dois em cada mil homens conseguem fazer um fellatio a si mesmos.

- Um estudo, efectuado com homens entre os 55 e os 75 anos, revelou que aqueles que faziam sexo menos do que uma vez por semana tinham duas vezes mais probabilidades de desenvolver disfunção eréctil do que os que faziam sexo pelo menos uma vez por semana.
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- Quanto mais vezes fizer sexo, menos provável será que venha a ter problemas de erecção. Fazer sexo permite-lhe manter o seu pénis saudável. As erecções enchem o pénis de sangue rico em oxigénio que vai ajudar a manter o tecido muscular saudável. A falta de oxigénio pode levar à acumulação de colagénio, que prejudica a erecção.

- Um homem ejacula entre meia e uma colher de chá de sémen. Se for muito saudável e muito hidratado, ejaculará de 3 a 10 jactos, com intervalos de cerca de 0,8 segundos a uma velocidade de 40 a 45 km por hora. Um homem, ao longo da sua vida sexual, ejaculará 28 a 47 litros de sémen com 350 a 500 biliões de espermatozóides.

- Ao contrário do que é normalmente divulgado, a circuncisão não reduz o risco de cancro peniano nem de IST´s (Infecções Sexualmente Transmíssiveis).


Adaptado do original de Tracey Cox, Sexo em Êxtase, Civilização Editora

Os 9 erros masculinos mais comuns

"Os 9 erros mais comuns cometidos pelos homens quando abordam uma mulher"

Conhecer uma mulher, pela primeira vez, pode não ser fácil. Se muitos homens dizem que é difícil abordar uma mulher na discoteca (onde o ambiente é convidativo para o convívio social), imagine o quanto difícil será quando se trata de um ambiente exterior, por exemplo na rua. Mas uma coisa é certa... nunca saberão à priori quem vão conhecer. Poderá ser a alma gémea. Porque não arriscar?

Eis os 9 erros, mais frequentes, que os homens cometem quando abordam uma mulher, pela primeira vez:

  1. Esquecer a segurança da mulher ou a zona de conforto: muitos homens esquecem-se de que a maioria das mulheres estará na defensiva quando é abordada, pela primeira vez. Por isso, não se devem esquecer de aceitar a precaução natural dela e não a provocar demasiado, com perguntas pessoais ou tocando-a cedo de mais.

  2. Tentar enganar as mulheres: muitos homens pensam que as mulheres lhes darão o número de telefone, sem que elas se apercebam disso. As mulheres sabem quando estão a ser alvo de conquista, por isso deixem-se de rodeios, sejam directos e dêem-lhes a entender exactamente o que querem.

  3. Agir como um perverso: muitos homens passam mais tempo a olhar descaradamente para os seios do que para os olhos delas. Procurem manter o olhar fixo no dela (ou pelo menos a equilibrar mais as coisas).

  4. Utilizar frases de engate: frases de engate banais não são recomendadas, procurem agir naturalmente e não com frases feitas.

  5. Não concluir: por vezes, os homens esforçam-se tanto no "paleio", que se "esquecem" de concluir. Procurem arranjar coragem suficiente para lhes pedir o número de telefone, para um futuro encontro.

  6. Abordar as mulheres todas: muitos homens sentem-se como "os reis da capoeira" e mal conseguem o número de telefone de uma mulher, começam a olhar para outras mulheres ... o mais provável ... é acabarem a noite sozinhos.

  7. Ser brusco: se elas não se sentirem atraídas por vocês, despeçam-se graciosamente. Não ganham nada em insultá-las caso tenham sido rejeitados.

  8. Mentir: alguns homens não fazem a ideia do que dizer quando abordam as mulheres, por isso optam por mentir. Não se esqueçam "as mulheres têm uma bela memória e não são estúpidas".

  9. Pensar que é um pedido de casamento: relaxem, o facto de quererem conhecer uma mulher não quer dizer que tenham de a pedir em casamento, pelo menos à partida.

Adaptado do original de James Bassil, "Do bar para a cama", de Humanity´s Friends books

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Perguntas & Respostas - Disfunção Eréctil


" Quando se aproxima a intimidade sexual simplesmente evito"


Boa noite,
tenho 21 anos e penso que sofro de algum tipo de disfunção eréctil. Já não tenho uma relação sexual completa á cerca de 2 anos, culpa de 2 experiências falhadas que me criaram o medo de sequer tentar ter algum tipo de relação. Quando se aproxima da intimidade sexual simplesmente evito.

De há uns tempos para cá isto começou a atormentar-me ainda mais, já que antes tinha as típicas erecções matinais quando acordava, e conseguia atingir uma erecção a 100% quando me masturbava, agora simplesmente não tenho nenhuma erecção matinal e mesmo quando me masturbo não consigo ter a erecção máxima que sempre tive, não fica totalmente erecto. Escusado será dizer que toda esta situação me está a destruir a auto-estima e penso mesmo que estou a ter alguns sintomas de depressão.
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Gostava imenso de ajuda da vossa parte, já pensei em fazer analises aos níveis de testosterona, para ver se é esta a causa.
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Mais alguns pormenores que posso adiantar... sempre me masturbei bastante, já tive uma relação duradoura em que não existiram problemas desta ordem, tirando a primeira tentativa, de resto sempre correu tudo na normalidade, mas por duas situações em que falhei, foram sempre com parceiras novas na primeira tentativa, uma delas consegui a erecção mas perdi a meio do acto.

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