Infidelidade Emocional (parte 1)


Infidelidade Emocional

Cada vez mais a infidelidade emocional surge como uma ameaça real às relações amorosas. Geralmente, a infidelidade emocional tem início numa amizade, muitas vezes com colegas ou através de chat´s online que, aparentemente, são inofensivos mas que podem dar origem a uma relação mais intensa. A indefinição gradual das linhas entre a amizade e uma intimidade mais profunda pode levar a que as pessoas, mesmo estando em relações amorosas felizes, se envolvam em relações que à partida não estariam à espera.

Muitas pessoas associam a infidelidade a alguém que inicia um caso de amor e/ou sexual quando já existe uma relação amorosa estável, passando a viver uma vida dupla até que seja descoberto. A infidelidade emocional é diferente e isso gera uma forte vulnerabilidade nos casais que receiam os seus efeitos prejudiciais.

A melhor defesa do casal contra a infidelidade emocional é conhecê-la e, então, fortalecer a sua própria relação contra ela. No entanto, se você já viveu uma situação de infidelidade emocional, existem algumas lições que deve aprender para tornar a sua relação mais forte.

O que é a infidelidade emocional?

A infidelidade emocional é uma daquelas áreas “cinzentas” nas relações amorosas. Geralmente, ocorre quando alguém que tem uma relação amorosa estável cria um profundo apego a uma pessoa por quem se sente intimamente atraído, mas sem actividade sexual. Pelo menos inicialmente. Frequentemente, nestas relações, os assuntos emocionais são o precursor para, gradualmente, surgirem os assuntos sexuais.

A infidelidade, hoje em dia, tende, cada vez mais, a começar nas relações de amizade, ao invés da atracção puramente sexual. Desta forma, o prazer sexual tem sido substituído pelo coração e mente como percursores da infidelidade, tanto nos homens como nas mulheres.

Até que ponto é perigosa a infidelidade emocional?

Este tipo de relações absorve bastante energia às pessoas envolvidas, uma vez que redirecciona a sua atenção para outro “mundo”. O forte sentimento de ligação e intimidade pode, ou não, evoluir para o sexo. Na verdade, a falta de sexo num caso emocional pode ser mais prejudicial do que a própria infidelidade de cariz sexual, pois existe um intenso acumular de energia sexual não consumada.

Qual é a diferença entre atracção e infidelidade emocional?

Todos nós, enquanto seres vivos, somos seres sexuais. A atracção não termina quando se inicia uma relação amorosa. Mesmo nos casais mais felizes, existe a possibilidade de surgir atracção por outras pessoas. No entanto, se sentir atracção é um facto inevitável, agir sobre ela já é diferente.

A atracção é um ingrediente da infidelidade emocional. Para que a atracção dê origem a uma infidelidade emocional, existe ainda a necessidade de desenvolver o sentimento de intimidade e, eventualmente, de ligação com a pessoa que substitui o seu actual parceiro.

Por outras palavras, atracção + intimidade + ligação = infidelidade emocional. Se tirarmos um destes ingredientes teremos apenas uma relação inócua.

Os três ingredientes do affair emocional

Muitas vezes a infidelidade emocional surge com o sentimento de se querer mais de alguém por quem se tem uma atracção sexual.

Segundo o Dr. Shirley Glass, a infidelidade emocional é marcada por três características distintas:

- Forte amizade e intimidade emocional - a infidelidade emocional muitas vezes tem início numa amizade. Enquanto que a amizade, em si só, não é significado de infidelidade, um forte sentimento de necessidade de proximidade e de compreensão partilhada, pode ser o ponto de partida para a infidelidade emocional.

- A atracção sexual - a infidelidade emocional é alimentada por sentimentos de atracção entre duas pessoas.

- Sigilo - é aqui que a amizade e a atracção se cruzam. Num affair emocional, cada pessoa deixa de partilhar certos aspectos com o seu parceiro, ou parceira, e começa a confiar mais no "amigo".

5 sinais de alerta para a possibilidade do parceiro estar num affair emocional

Numa última análise, só você pode saber o que a sua intuição lhe diz. Aqui ficam alguns sinais de alerta que podem justificar um olhar mais atento:

- Ele/ela parece distante e distraído, e quando questionado sobre isso, fica com raiva ou na defensiva.

- Ele/ela de repente mudou a forma como passa o tempo: Pode começar a “fazer mais horas” no trabalho, ou passar a noite toda no computador. De repente, um novo foco começa a consumir-lhe o tempo mas quando questionado sobre isso dá poucos detalhes.

- Ele/ela tornou-se mais envolvido em pagar as contas ou transferiu as contas para o escritório, assim você não tem acesso à conta do telefone, transacções bancárias, etc..

- Ele/ela de repente começou a ter mais cuidado com o corpo, começou a fazer exercício físico, a comprar novas roupas, passa horas ao espelho, etc.

- Ele/ela de repente perdeu o interesse sexual ou começou a teve um aumento de desejo como você já não via à séculos.


(continua...)


Adaptado do original de GoodInBed.com.

O que é "Ter Sexo"?



Um estudo realizado recentemente pelo Instituto Kinsey verificou que os homens gay no Reino Unido e nos E.U.A. diferem no que consideram como “ter sexo”. Neste estudos participaram 180 homens do Reino Unido, com idades entre os 18 e os 56 anos, e 190 homens dos E.U.A com idades entre os 18 e os 74 anos.

Quase todos os inquiridos concordaram que o sexo anal (pénis no ânus) é “ter sexo”. No entanto foram encontradas diferenças noutras práticas sexuais.

No geral, os homens gay do Reino Unido encaram a prática sexual de forma mais lata.

- 84.9% encara o sexo oral (pénis na boca) como “ter sexo”, enquanto apenas 71.6% dos homens gay dos E.U.A. avaliaram como tal;

- a doação e a recepção da estimulação oral-anal é considerado como “ter sexo” por 78.4% dos homens gay do Reino Unido e 61.2% dos homens gay dos E.U.A.;

- dar e receber estimulação manual-anal foi considerado como “ter sexo” por 70.9% dos inquiridos no Reino Unido ao passo que apenas 53.4% dos inquiridos nos E.U.A. concordaram;

- a grande diferença, deste estudo, reside no uso de objectos/brinquedos sexuais (e.g. dildos, vibradores), cerca de 77.1% dos participantes do Reino Unido e apenas 55% dos participantes E.U.A. concordaram que essa prática era uma forma de "ter sexo".

Este tipo de estudos é importante, pois alerta para a necessidade da definição de conceitos como é o caso de “TER SEXO”. Não podemos esquecer que muitos estudos na área da saúde que visam avaliar aspectos tão variados como “comportamentos de risco” e “frequência sexual” não têm em conta estas diferenças culturais.

É também importante que os investigadores e técnicos de saúde (e.g. médicos, psicólogos, enfermeiros) não pressuponham que a sua ideia de “ter sexo” é a mesma que a dos inquiridos, principalmente quando se trata de analisar comportamentos para avaliar o risco de transmissão de Infecções Sexualmente Transmissíveis.


Adaptado do original de Celeste Lavin, 28Jul2010

Escatologia Telefónica



A Escatologia Telefónica é uma parafililia que consiste na obtenção de excitação e prazer sexual através de telefonemas anónimos com conteúdos obscenos ou de índole sexual. Geralmente, estas pessoas, enquanto estão ao telefone não dizem nada, limitando-se a emitir gemidos enquanto se masturbam ou dizem palavrões e obscenidades sexuais. As mulheres tendem a ser as principais vitimas deste tipo de telefonemas e são, principalmente, os homens a efectuá-los.

As pessoas com este tipo de perturbação podem passar várias horas a telefonar para diferentes números e, simultâneamente, a masturbarem-se até atingirem o orgasmo. Na maioria das situações é aconselhado o apoio psicológico para estas pessoas.

Actualmente, nos EUA, existem várias revistas eróticas e pornográficas que fornecem números de telefone especializados para tal prática. Estes serviços são tão profissionais que o cliente pode pagar o atendimento com cartões de crédito ou ter as suas despesas debitadas na conta telefónica.

Preconceito e Atracção: A beleza está em quem vê?

Muitos de nós somos atraídos por pessoas segundo a sua idade, raça e etnia, tamanho e forma corporal, e até mesmo da classe social, religião, cultura e nacionalidade.

Além da selecção que, normalmente, as pessoas fazem com base na sua orientação sexual, existem outros factores de atracção, como os gostos e preferências individuais. Certamente, por exemplo, que uma mulher heterossexual não se sente sexual e romanticamente atraída por todos os homens. Apesar de, por vezes, dizermos que nos sentimos atraídos por pessoas, por exemplo, divertidas, atenciosas, inteligentes, tendemos a escolher alguém com base na sua idade, raça e etnia, tamanho e forma corporal, e até mesmo a classe social, a religião, a cultura ou a nacionalidade.

Mas, não é beleza que comanda a atracção?

A expressão, "a beleza está nos olhos que de quem a vê", é óptima, pois permite-nos compreender porque motivo pessoas totalmente diferentes iniciam uma relação. Segundo um artigo publicado no Washington Post, quem, e o que, nós julgamos atraente é realmente muito mais coerente de "espectador" para "espectador" do que poderíamos imaginar:

Diversas pesquisas têm revelado que, as pessoas apresentam factores de atracção muito consistentes, inclusive na raça, sexo, idade, classe e background cultural. A simetria facial e uma pele clara são, também, universalmente apreciadas. Os homens são admirados pela sua altura, as mulheres são favorecidas se tiverem um corpo de “ampulheta”, e as minorias raciais recebem pontos segundo a sua cor de pele, e se tiverem características faciais Europeias e/ou penteados convencionalmente associados à raça caucasiana.

Sendo assim, de acordo com esta citação, os homens baixos, as mulheres obesas, e as pessoas de cor, vêm as suas capacidades de atracção diminuídas. Num estudo realizado recentemente, verificou-se que nos “encontros” on-line, as mulheres negras são preteridas face a mulheres de outros grupos raciais/étnicos e que os homens brancos são os mais procurados. Da mesma forma, entre homens gays e bissexuais, os homens negros são frequentemente menos procurados e muitas vezes são vistos como potenciais portadores de HIV.

Mas gostamos de quem gostamos, ou não?

Os padrões de beleza impostos pela sociedade são importantes por dois motivos: por um lado espelham as desigualdades sociais ao longo das diferenças de género, raça e etnia, classe social, tamanho e forma corporal, e por outro contribuem para “alimentar” essas desigualdades. O Washington Post refere, ainda que:

O preconceito associado à aparência também agrava as desvantagens baseadas no sexo, raça, etnia, idade, orientação sexual e classe. Os padrões de beleza predominantes penalizam as pessoas que não têm tempo e/ou dinheiro para investir na sua aparência. A discriminação associada a questões de peso, em particular, impõe custos adicionais às pessoas que vivem em comunidades com escassez de alimentos saudáveis e de instalações para a prática de exercício físico.

Os padrões de beleza impostos pela sociedade, muitas vezes favorecem determinados grupos sociais, tais como brancos em relação aos negros, os jovens face aos idosos, as pessoas mais magras perante as mais gordas, que tem várias consequências, tais como um impacto negativo na auto-estima dos indivíduos pertencentes aos grupos mais desfavorecidos. Consequentemente, esta baixa auto-estima vai ter implicações negativas na saúde, no bem-estar e na capacidade de sucesso, destas pessoas.

O preconceito e a discriminação com base na beleza e na forma física estão cada vez mais presentes como verdadeiros problemas sociais. Algumas das pessoas que não conseguem corresponder aos estereótipos sociais desejados correm o risco de desenvolver uma auto-imagem negativa e, como resultado, começarem a adoptar práticas sexuais de risco - às vezes porque se sentem impotentes para exigirem práticas de sexo seguro.


Adaptado do original de Grollman Anthony Eric, 29 Junho 2010

Mulheres que amam de mais...


Nem sempre AMAR é um sentimento positivo, por vezes, pode até ser sinónimo de sofrimento. Muitas pessoas põem de lado amigos, familiares e interesses para poderem estar com a pessoa que amam, mesmo que não sejam correspondidas.

O termo “Mulheres que Amam Demais” surgiu devido ao livro de Robin Norwood que se refere desta forma às pessoas que sofrem de dependência afectiva. Estas pessoas, tendencialmente são atraídas por parceiros distantes, perturbados ou temperamentais.

Normalmente quem “ama demais” é uma pessoa carente, insegura e sempre disponível a agradar os outros, pois quer desesperadamente ser amada. A sua necessidade de ser amada leva, a que muitas vezes, adopte comportamentos de controlo do outro, gerando uma sensação de sufoco no parceiro ou qualquer outra pessoa que se relacione com o dependente. Mas não é essa a intenção do dependente: ele quer ser amado, quer-se aproximar e não afastar as pessoas. No entanto, como nunca aprendeu a valorizar-se, a viver um relacionamento afectivo saudável, sem controlo e dependência, não consegue agir de outra forma. Para quebrar esse ciclo, tem de aprender a amar de forma saudável. Primeiro é fundamental amar-se a si próprio. Uma pessoa com baixa estima não gosta muito de si mesmo. Portanto o processo de cura passa pelo resgate do amor próprio para que possa relacionar-se de forma equilibrada no amor, na família, no trabalho, etc.

No BLOG “Amar demais” poderá ter acesso a mais informação sobre este assunto e ler diversos testemunhos, alguns deles bastante impressionantes, de pessoas que sofrem de dependência afectiva.

Poderá também estar interessada no grupo de partilha de experiências chamado MADA, Mulheres que Amam Demais Anónimas.

Encruzilhadas da Sexualidade...


Hoje estarei em Torres Novas para apresentar uma conferência sobre Sexualidade...
Aos que tiverem oportunidade terei todo o gosto em receber.

"Bizarrias" sexuais...

1 – O MAIOR PÉNIS DO MUNDO – 34 cm


Segundo os dados, o maior pénis da história foi registado no início do século passado e tinha cerca de 35 cm de comprimento e 16 cm de diâmetro. Actualmente, o maior pénis conhecido pertence ao actor norte-americano Jonah Falcon e tem cerca 24 cm em flacidez e 34 cm quando erecto.


2 – A MAIOR VAGINA DO MUNDO – 48 cm


Imagine uma mulher de 2,33 m de altura. Essa foi a história da vida de Anna Swann, uma escocesa que viveu na metade do século 18. Anna casou-se com Martin Bates, cujas dimensões eram um pouco menores – ele tinha cerca de 2,12 m. Os dois formaram o casal mais alto de que se tem notícia da história, e com o fruto desse casamento não poderia ser diferente. O filho de Anna e Martin pesava uns incríveis 11,8 kg e media 86,5 cm, mas acabou por não sobreviver às complicações do parto. A dilatação de Anna para dar à luz seu filho (48 cm) fez dela a detentora da maior vagina do mundo.

3 – A MÃE MAIS FÉRTIL DO MUNDO – 69 filhos

Valentina Vassilyeva teria sido apenas mais uma mulher russa do século 18 não fosse uma marca impressionante: ela deu à luz 69 crianças. Entre os anos de 1725 e 1765, ela teve 16 gémeos, 7 trigémeos e 4 quadrigémeos. O record actual pertence à chilena Leontina Albina. Agora com cerca de sessenta anos, ela alega ser mãe de 64 crianças. Dessas, 55 foram registradas. O título de mãe com o maior número de filhos sem serem gémeos pertence à romena Livia Ionce, de 44 anos. Ela teve seu 18º filho em 2008.

4 – A MAIOR DISTÂNCIA PERCORRIDA POR UM JACTO DE SÉMEN – 6 metros



Horst Schultz é o homem com o jacto de sémen mais longo, cerca de 6 metros, ele detém ainda o record para o jacto de sémen mais alto, com cerca de 3,80 metros. A sua ejaculação atinge uma velocidade média de 68 km/h.

5 – A MAIOR ORGIA DO MUNDO – 250 casais


No Japão, foram filmados 250 homens e 250 mulheres enquanto faziam sexo na mesma hora e no mesmo lugar. Cada posição foi previamente ensaiada para que todos os casais fizessem as mesmas posições na mesma altura. Nenhum dos envolvidos no evento tinha doenças sexualmente transmissível e, apesar do rótulo de “orgia”, cada pessoa só fez sexo com o respectivo cônjuge. Para quem gostou da ideia, existe um DVD do evento à venda.

6– A MAIOR SEQUÊNCIA SEXUAL – 919 homens no mesmo dia

O record cabe à actriz porno Lisa Sparxxx que durante as comemorações do Eroticon 2004, na Polônia, teve 919 parceiros sexuais num único dia: 919.


7 – A MASTURBAÇÃO MASCULINA MAIS LONGA DO MUNDO – 9 horas e 58 min


Masanobu Sato venceu a Maratona da Masturbação de 2009 promovido pelo Center for Sex & Culture em São Francisco, ao aguentar 9 horas e 58 minutos.


8– O PAI MAIS VELHO DO MUNDO – 90 anos

Aos 90 anos, o fazendeiro indiano Nanu Ram Jogi tornou-se pai pela 21a vez. Nanu está com sua quarta mulher e admite não ter muita certeza de quantos filhos tem.
Adaptado de:
- Odee (versão original)
- Hscience (versão brasileira)

Ciclo de vida do Pénis


"As mudanças no tamanho do pénis,
aparência e função sexual do homem"

Não é segredo que com o avançar da idade existe um declínio da função sexual masculina. Associada à diminuição dos níveis de Testosterona está a necessidade de uma maior estimulação para a presença de uma erecção. O homem passa a necessitar de mais tempo para obter uma erecção e para atingir o orgasmo e, após o orgasmo, para ficar novamente excitado (ou seja, o chamado período refractário aumenta). Com a idade existe, ainda, uma queda acentuada do volume de sémen e da qualidade do esperma. Dos 40 aos 70 anos, a percentagem de homens com problemas de erecção sobe dos 30% para os 60%.

Os homens também podem experimentar um declínio gradual da função urinária. Diversos estudos mostram que, no homem, o fluxo de urina enfraquece ao longo do tempo, a causa está no enfraquecimento dos músculos da bexiga e, em muitos casos, no aumento da próstata.

Mas isto não é tudo...

O próprio pénis sofre alterações significativas com o envelhecimento. Eis alguns exemplos:


Aparência - estão presentes duas grandes mudanças. A glande (normalmente chamada de cabeça do pénis) perde gradualmente a sua cor púrpura devido à diminuição do fluxo sanguíneo. Poderá, também, haver uma perda de pêlos púbicos como que um retorno ao estádio pré-púbere, devido à diminuição dos níveis de Testosterona, tal como refere Irwin Goldstein, do The Journal of Sexual Medicine.
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O tamanho do pénis - com o avançar da idade existe a tendência para um aumento de peso no homem. Com o acumular de gordura no abdómen, existe uma mudança na aparência do tamanho do pénis. "A existência de gordura pré-púbica faz com que o pénis pareça mais curto", diz Ira Sharlip, urologista da Universidade da Califórnia. "Uma forma de motivar os meus pacientes obesos a perderem peso é dizer-lhes irá parecer que o seu pénis ganhou um centímetro", refere Ronald Tamler, da Men's Health Program Mount Sinai Hospital, em Nova York.

Para além desta aparente redução (que é reversível), o pénis tende a sofrer uma diminuição real de tamanho (e irreversível). A redução - tanto em comprimento como em espessura - normalmente não é dramática, mas pode ser notada. "Se o pénis erecto é de 15 centímetros de comprimento quando um homem tem cerca de 30 anos, pode diminuir para 14 ou 14,5 centímetros aos 60 ou 70 anos", diz Goldstein.

O que faz o pénis encolher?
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Existem, pelo menos dois mecanismos envolvidos. Um é a deposição lenta de substâncias gordurosas (placas) no interior das artérias penianas, o que prejudica o fluxo sanguíneo no pénis. Este processo, conhecido como arterosclerose, é o mesmo que contribui para os bloqueios dentro das artérias coronárias - uma das principais causas de ataque cardíaco. Goldstein explica que outro mecanismo envolve a acumulação gradual de colágenio.

Como muda o tamanho do pénis, assim como os testículos?

Segundo Goldstein "se por volta dos 30 anos os testículos podem ter cerca de três centímetros de diâmetro, aos 60 podem ter 2 centímetros". Na realidade depois dos 40 anos existe uma diminuição no tamanho testícular.

Curvatura -
poderá existir a presença da doença de Peyronie que leva a uma curvatura, por vezes bastante acentuada, do pénis. Esta situação pode ser causa de erecções dolorosas, sendo necessário, em algumas situações uma intervenção cirurgica

Sensibilidade - o
pénis torna-se menos sensível com o passar do tempo. Isso pode causar dificuldades de erecção e orgasmo.

Mas há esperança!

Todas estas mudanças não precisam de arruinar a sua vida erótica. Num estudo recente, com cerca de 2.213 homens do estado de Minnesota, verificou-se que embora estivessem presentes estas alterações significativas na função eréctil, na libido e na função ejaculatória - a satisfação sexual não teve grandes alterações.

Tal como refere Goldstein, "O ingrediente mais importante para uma vida sexual satisfatória é a capacidade de satisfazer o parceiro, não sendo para tal necessário um pénis grande nem um desempenho sexual exagerado. Enquanto o homem sentir que o/a parceiro/a gosta de ter relações sexuais com ele, sente-se como um Deus."

Texto adaptado do original de David Freeman, WebMD


Veja ainda:

Dia Mundial da Hepatite

Video internacional do Dia Mundial da Hepatite - World Hepatitis Alliance

História real:

"Quando descobri que tinha hepatite C foi um choque pois não me considero uma pessoa de riscos embora tenha tido amigos que pertenciam a essas classes mas nunca os discriminei por tal actos cada um é livre de fazer o que quer ainda mais com a sua vida contudo por vezes falávamos dessas escolhas.

Depois desta sentença revi toda a minha vida a tentar perceber como mas nunca encontrei a resposta para tal; podia ter sido no barbeiro, podia ter sido no dentista por descuido de alguém na esterilização ou até ao mexer na lâmpada que acompanha as consultas ou até mesmo na praia quando me piquei sem saber no quê e mais tarde dei com seringas na água quando a maré desceu. Enfim, com um virus tão antigo e resistente fora do organismo não é de admirar que 3% da população esteja infectada, muitos deles sem saber. Aí reside o perigo desta doença; não querer saber ou desconhecer esta doença. Claro que vasculhei a internet pois a conversa com o médico não foi muito animadora, muitas perguntas e poucas respostas. Com o passar do tempo fui encontrando muita informação e fui ficando mais tranquilo pois como esta é uma doença que podemos considerar silenciosa foi bom a ter descoberto pois não dá sintomas e quando os dá por vezes já é tarde demais.
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Como a hepatite é uma doença discriminatória, acabei por ser mais um a esconder, a quem falava ou nunca mais me falavam ou evitavam passando por vezes para os passeios contrários na rua enfim pessoas, contudo serviu para distinguir os meus verdadeiros amigos que quiseram aprender o que era e me apoiaram.
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Andei um ano e meio de médico em médico até um me dizer ‘vamos avançar com o tratamento’. Deu-me tempo para pensar e como estava numa fase importante da minha vida decidi adiar mas ele deu-me uma conversa e mais tempo para pensar no que tinha dito e lá decidi avançar. Claro, com tanta coisa na cabeça, comecei o tratamento sem saber nada sobre ele; na altura fui experimentar o novíssimo Peg intron e ribavirina que se mantem até a data, já nesse tempo se falava em outro aliado para os dois ou mesmo outro tipo de tratamento mas tal ainda não foi possível para a medicina.
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Nesse dia li a bula ficando bastante preocupado e andei na net até sentir os primeiros sintomas..."
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Países aceitam melhor a homossexulidade

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Baseado nos dados dos últimos 25 anos da World Values Survey, Will Wilkinson, verificou uma diminuição da intolerância face à homossexualidade em todo o mundo - no entanto, o mesmo não se passou relativamente às
atitudes face à prostituição.


Atitudes face à Homossexualidade
De 1981 e 2006, Wilkinson estudou sete nações democráticas e constatou que existe uma redução significativa no número de pessoas que acreditam que a "homossexualidade não é justificável". Dentro dos países estudados, foi nos Estados Unidos que se verificou uma atitude mais conservadora.


Atitudes face à prostituição
Por outro lado, Wilkinson encontrou um padrão nestes países face às atitudes dos indivíduos relativamente à prostituição. No entanto, verifica-se também uma tendência para uma maior tolerância face aos profissionais do sexo, mas os padrões ainda são difíceis de discernir dentro de cada país.