Os 6 segredos do SEXO SENSUAL



Muitos casais pensam que o sexo depois do casamento, ou numa relação duradoura, deve ser terno e afectuoso e sentem-se culpados por desejarem o sexo "indecente" e "obsceno" com que se deliciavam quando ainda eram solteiros (ou nas suas fantasias). A necessidade de se sentirem "normais" pelos parceiros impede que venham ao de cima as suas necessidades e desejos ligeiramente mais bizarros (e interessantes). Os casais com uma relação duradoura que desfrutam do sexo sensual ultrapassaram esta barreira.

Prometo ir dando algumas dicas para "apimentarem" a vossa relação (vejam por exemplo os tópicos SEXO, SEXO ORAL , KAMA-SUTRA e DICAS SEXUAIS), até lá sigam os 6 segredos para o sexo bem sucedido.

  1. Variedade - experimentem três novas posições sexuais a cada três meses e, pelo menos, um novo "acto" sexual por mês; variem a ordem, a duração e as técnicas dos preliminares em cada sessão.

  2. Quantidade - tentem ter pelo menos três sessões de sexo rápidas e duas mais longas por mês. A falta de tempo não é desculpa, experimentem desligar a televisão.

  3. Comunicação - aprendam sozinhos a falar abertamente e com honestidade sobre as vossas necessidades e desejos. Façam um pacto de nunca julgarem nada daquilo que o parceiro sugerir.

  4. Educação - comprem pelo menos dois livros sobre sexo por ano e procurem artigos que vos mantenham a par das novas pesquisas.

  5. Erótica - vejam filmes sensuais, leiam livros sensuais, olhem para imagens sensuais. Concentrarem-se no sexo mantém a vossa libido elevada.

  6. Afecto - beijarem diariamente o vosso parceiro durante apenas 20 segundos pode fazer a diferença entre tornarem a vossa relação mais forte ou separarem-se. Toquem-se, beijem-se e acariciem-se não só na cama, como também fora dela.


Texto adaptado do livro "Supersexo escaldante" de Tracey Cox

Disfunções Sexuais


Fernando Eduardo Mesquita
Psicologia/Sexologia Clínica
Terapia conjugal e/ou individual



O que é a Terapia Sexual?
Muitos problemas relacionados com a sexualidade podem ser resolvidos ou melhorados facilmente. A falta de informação é muitas vezes apontada como causa para o agravamento de diversas Disfunções Sexuais. A Terapia Sexual procura ajudar a compreender os processos intra e interpessoais. O recurso a uma abordagem terapêutica baseada nas mais avançadas Técnicas Cognitivas e Comportamentais permite obter melhorias em poucas sessões terapêuticas.


Em que situações deverá recorrer a uma Terapia Sexual?
Uma disfunção sexual pode ser consequência de determinados factores físicos ou psicológicos; muitos problemas sexuais resultam de uma combinação de ambos. Por exemplo, um problema físico pode levar a problemas psicológicos, como ansiedade, medo ou stress, e os problemas psicológicos agravam muitas vezes um problema físico.


A Terapia Sexual está indicada para as mais diversas áreas da sexualidade:
  • Perturbações do desejo sexual - O desejo pode ser desencadeado por pensamentos ou sinais visuais ou verbais. Uma perturbação do desejo sexual corresponde a uma diminuição ou ausência de fantasias sexuais e do desejo de ter actividade sexual.
  • Perturbações de dor sexual – ocorrência de dor genital durante o coito, gerando muitas vezes o evitamento da actividade sexual.

  • Perturbações da excitação sexual – Durante a excitação existe um aumento da quantidade do sangue que flui para a área genital, que provoca a erecção no homem e o aumento do clítoris, a congestão das paredes da vagina e o incremento das suas secreções na mulher. Um exemplo de uma perturbação de excitação sexual é a disfunção eréctil.

  • Perturbações do orgasmo – O orgasmo é o ponto máximo ou clímax da excitação sexual. Durante o orgasmo, tanto os homens como as mulheres experimentam um aumento da tensão muscular em todo o corpo e a contracção dos músculos pélvicos. Para a maior parte das pessoas, o orgasmo é altamente aprazível. Uma perturbação a este nível é caracterizada por um atraso, ou ausência persistente ou recorrente de orgasmo, após uma fase normal de excitação sexual. Nos homens pode ainda haver a situação inversa que é a ocorrência de orgasmo e ejaculação com estimulação mínima antes, durante ou logo após a penetração e antes que o indivíduo o deseje (vulgar ejaculação precoce/prematura).
  • Questões relacionadas com a Homofobia Internalizada – numa sociedade em que domina o mito da Família Heterossexual, torna-se difícil saber lidar com algumas situações do dia-a-dia, no relacionamento com a família, amigos, colegas de trabalho, etc. Só um técnico especializado na área terá capacidade para compreender determinados fenómenos específicos da comunidade LGBT. Neste sentido, podem ser realizadas algumas intervenções ao nível da Psicologia Afirmativa e na gestão de conflitos de casais LGBT.

Como é a Terapia Sexual?
Primeiras 2/3 sessões iniciais – Realização de uma avaliação cuidadosa da disfunção através do preenchimento de questionários e entrevistas com o casal, com vista à elaboração de um plano de intervenção. Em alguns casos, poderá haver a necessidade de realizar sessões individuais adicionais. Nesta fase poderá ser necessário recorrer a uma especialidade médica (exemplo: urologista, ginecologista, endocrinologista ou andrologista), para uma despistagem de causa orgânica para o problema.

Se a Terapia Sexual for a mais indicada para a Disfunção em causa, dar-se-á início ao processo terapêutico com o casal. Nas restantes sessões o psicólogo apresentará actividades para serem realizadas quer no gabinete, quer em casa do casal. Estas actividades visam, não só, resolver a Disfunção Sexual em si, bem como, aumentar a capacidade comunicativa do casal.

A meio do processo terapêutico poderá haver necessidade novas consultas individuais para avaliar a evolução de determinados aspectos da própria relação.

Qual a duração de uma Terapia Sexual?
Na maioria dos casos são necessárias 4 a 12 visitas, com periodicidade semanal, quinzenal ou mensal. No entanto, cada caso tem a sua particularidade. Existem situações que podem ser pontuais e outras em que se torna necessário fazer uma adaptação de comportamentos, o que poderá tornar o processo mais moroso.


"Viciados em SEXO" (parte 1)


Uma é pouco, duas é bom e três é demais?
Apesar de ser adoptado como critério que determina a qualidade de vida, pela Organização Mundial da Saúde, o sexo - quando praticado em excesso – pode ser sintoma de um outro problema: uma compulsão.

Considera-se uma compulsão quando existe um impulso incontrolável para realizar um determinado acto. No caso da compulsão alimentar, por exemplo, o que a torna patológico não é o facto de se comer, já que é um acto saudável, mas sim quando se continua a comer mesmo sem se ter apetite. No caso da compulsão sexual, a pessoa relaciona-se com outra, mesmo quando não tem vontade. Neste caso, não é o número de relações sexuais que está em jogo, pois a resposta ou "apetite sexual", varia de indivíduo para indivíduo, mas sim o que o leva a ter determinado comportamento.

O que faz com que o sexo passe de uma manifestação de saúde e prazer
a um vício associado a sofrimento?

Existem algumas razões prováveis, entre elas, a tentativa de colmatar uma carência afectiva vinculada a uma baixa auto-estima. Neste caso, os compulsivos são pessoas extremamente carentes que necessitam de manifestações de afecto para acreditarem que são "gostáveis". Cada nova relação sexual é como que uma prova de que são aceites e desejados pelo outro. Mas este sentimento é efémero e faz com que procurem constantemente novas relações.

Esta compulsão, também pode estar associada à presença de uma situação em que a pessoa se sente impotente, como por exemplo, perder o emprego, recorrendo ao sexo como uma espécie de "bengala" para lidar com um cenário causador de angústia e fragilidade.
Também surgem situações de compulsão sexual quando a educação dada pelos pais, na infância, foi feita sem transmitir limites e/ou quando existiu pouco respeito entre os elementos da familia. Nestas situações, estas pessoas, não aprenderam a estabelecer uma fronteira na sua individualidade, enquanto crianças, passando a não saber respeitar o espaço delas e o dos outros, quando adultos. Este tipo de desenvolvimento causa alguma insensibilidade e faz com que, estas pessoas, comecem a procurar o afecto que não tiveram por parte dos pais através de emoções cada vez mais fortes.

Outra explicação é presença de adultos com compulsão sexual durante a infância destas pessoas. Neste caso, a excitação terá ficado associada à variedade e quantidade de cenas presenciadas, o que leva a que, quando adultos, comecem a erotizar e a repetir este padrão de comportamento.
A compulsão sexual poderá, ainda, ser uma forma dos compulsivos sexuais reafirmarem um abuso sexual vivido no passado uma vez que, frequentemente, se envolvem em situações de risco e de desprotecção.

Veja mais sobre este assunto em:
Adaptado do original em: psiquecienciaevida

Kama-Sutra: posição de abertura ampla


Para experimentarem esta posição sigam os seguintes passos:

  • A mulher deve afastar o rabo e parte da coluna da cama (sofá, chão, etc), de forma a que não fique apoiada;
  • A mulher afasta as pernas para que o parceiro possa penetrá-la;
  • Enquanto está a ser penetrada, a mulher pode fazer movimentos que comprimam o pénis do seu parceiro, para lhe proporcionar ainda maior prazer.

Importante: diga ao/à parceir@ para deixar de fazer este exercício se de alguma forma começar a sentir dor ou desconforto.
Já experimentou esta posição? Então partilhe a sua experiência com os nossos leitores...
Veja mais posições em:
.

Kama-Sutra: A Posição Refinada

Esta posição é óptima para uma penetração mais profunda. Para a experimentarem sigam os seguintes passos:

  • A mulher abre as pernas e coloca-as nos dois lados da cintura do parceiro, permitindo assim uma penetração mais profunda.
  • Ele deve usar as mãos para levantar as nádegas da mulher e acariciá-las.
Importante: diga ao/à parceir@ para deixar de fazer este exercício se de alguma forma começar a sentir dor ou desconforto.

Já experimentou esta posição? Então partilhe a sua experiência com os nossos leitores...

Veja mais posições em:
* Kama-Sutra

Testosterona determina atracção

Os níveis da hormona testosterona, presentes em homens e mulheres, fazem variar os alvos da sua atracção sexual, concluiu um estudo realizado pelo laboratório de Investigação da Universidade de Aberdeen, no Reino Unido.

«Tendemos a pensar que a atracção (sexual) mantém-se estável ao longo do tempo. No entanto, o nosso estudo demonstra que aquilo que achamos atraente é afectado pelas flutuações dos níveis de testosterona», explicou Lisa Welling, uma das autoras do estudo.

Durante quatro semanas, um conjunto de voluntários preencheu uma série de questionários relativos à fisionomia que preferiam, escolhendo um de quatro rostos como mais atraentes. Em cada sessão, foi recolhida uma amostra de saliva para determinar os níveis de testosterona.

«Dependendo do nível de testosterona, os participantes preferiam ora uma, ora outra cara. Quando os níveis eram altos, os homens sentiam-se atraídos por mulheres muito femininas, e as mulheres por homens muito viris», disse Ben Jones, um dos autores do estudo. «No entanto, quando os níveis desciam, os gostos mudavam», concluiu.


In Diário Digital, 17 de Setembro 2008

Kama-Sutra: A posição da Armadilha da Cobra

Para experimentarem esta posição sigam os seguintes passos:

  • A mulher deve ficar sentada sobre o homem, virada de frente para ele;
  • O homem deve segurar os pés da mulher e vice-versa;
  • O movimento é feito pela mulher para a frente e para trás.
Importante: diga ao/à parceir@ para deixar de fazer este exercício se de alguma forma começar a sentir dor ou desconforto.

Já experimentou esta posição? Então partilhe a sua experiência com os nossos leitores...

Veja mais posições em:

Kama-Sutra: A Posição do Abraço Placido

Para fazerem esta posição sigam os seguintes passos:
  • A mulher fica deitada de costas;
  • O homem fica de joelhos e penetra a parceira ao mesmo tempo que lhe levanta as nádegas;
  • Se a mulher cruzar os tornozelos atrás das costas do parceiro permite que este fique ainda mais próximo de si aumentando o prazer de ambos.
Importante: diga ao/à parceir@ para deixar de fazer este exercício se de alguma forma começar a sentir dor ou desconforto.

Já experimentou esta posição? Então partilhe a sua experiência com os nossos leitores...

Desejo Sexual Hipactivo afecta 10% de portuguesas

Cerca de 10 por cento das mulheres portuguesas têm disfunções do desejo sexual, enquanto cinco por cento têm disfunções do orgásmo e dores durante o acto sexual, segundo a Associação Portuguesa de Urologia (APU).

A disfunção sexual feminina vai estar em debate no Congresso Anual da Associação Portuguesa de Urologia, que irá decorrer de 5 a 6 de Junho de 2009, em Torres Vedras, e que reunirá 321 participantes médicos, disse à Lusa o presidente do Congresso, o urologista Vaz Santos.

Vaz Santos comentou que na década de 1950 as disfunções sexuais femininas se classificavam apenas com duas palavras: frigidez e ninfomania. Mas actualmente a realidade das disfunções sexuais femininas é bem mais complexa e dividem-se em desejo, aversão, excitação, orgasmo e dor. Segundo o urologista, a disfunção mais frequente na mulher é aquela que cientificamente é designada por “desejo sexual hipoactivo” (falta de desejo). A este problema acresce a redução dos estrogénios vaginais, capaz de provocar uma maior fragilidade da vagina e a ausência de lubrificação.
Para Vaz Santos, a disfunção sexual deve ser encarada como um problema do casal e não apenas do homem ou da mulher. No entanto, as terapêuticas para a mulher não tiveram ainda um avanço semelhante aos tratamentos dirigidos ao homem.
«O desconhecimento sobre a disfunção sexual feminina impera e a maior complexidade da sexualidade da mulher cria maiores limitações à investigação de fármacos eficazes no tratamento dos diversos tipos de disfunção sexual feminina», segundo a APU.

Outro dos temas que irá ser debatido no congresso é a incidência do cancro da próstata em Portugal, que é a forma mais comum de cancro no homem e a segunda maior causa de morte por cancro. Em Portugal, existem cerca de 1500 novos casos de cancro da próstata e 1800 mortes causadas por este tipo de carcinoma. O cancro da próstata afecta cerca de 30 por cento dos portugueses com idade superior a 50 anos, sendo que 50 a 60 por cento dos casos são diagnosticados demasiado tarde, segundo a APU.

«Apesar dos números apresentados, o número de mortes por este tipo de cancro está bastante abaixo do número de novos casos diagnosticados, o que significa que esta doença apresenta nos dias de hoje um panorama de tratamento favorável e existem cada vez mais meios que permitem proporcionar uma elevada qualidade de vida ao doente», acrescenta a associação.

In Diário Digital/Lusa, 04 de Junho de 2009

Kama-Sutra: Posição de iguais


Para fazerem esta posição sigam os seguintes passos:

  • A mulher deve sentar-se em cima do parceiro, de frente para ele e esticar as pernas passando-as por baixo dos seus braços.

  • O homem fica com as mãos livres para acariciar a mulher e deixá-la ainda mais excitada.

Importante: diga ao/à parceir@ para deixar de fazer este exercício se de alguma forma começar a sentir dor ou desconforto.

Já experimentou esta posição? Então partilhe a sua experiência com os nossos leitores...