Mal tento penetrar perco a ereção



Aqui fica mais um pedido de ajuda de um leitor do nosso BLOG.
Aproveite e dê o seu apoio através de um comentário!

Estes testemunhos são reais e poderão ajudá-l@ a compreender também os seus problemas...
PARTILHE AS SUAS EXPERIÊNCIAS ... AJUDE OS OUTROS !!!

(Nota: alguns destes pedidos serão publicados na Revista ANA de forma anónima)



"Boa noite doutor, 

desculpe estar a incomodar mas estou mesmo a precisar de ajuda e estou um pouco perdido. Chamo me XXXXX e tenho um problema do qual já não consigo pensar em soluções pois já perdura à cerca de 7 meses. 

Sou um rapaz de 20 anos (virgem) e à cerca de 7 meses conheci a minha actual namorada (ja teve varias experiências sexuais) da qual estou completamente apaixonado. Desde a primeira vez que tentamos estar juntos que tive problemas a obter uma ereção de modo a puder realizar o acto sexual. Desde então e ao longo destes 7 longos meses tentamos bastantes vezes e não conseguimos. 

Cheguei a visitar um urologista e um endocrinologista dos quais fiz análises hormonais e chegou se à conclusão que o problema é muito provavelmente psicológico. O urologista receitou me cialis, cheguei a tomar mas a minha namorada não se sentiu confortável e por isso não realizamos o acto sexual (sentiu-se pressionada). 

Há pouco tempo consegui chegar ao momento da penetração mas mal isso aconteceu perdi rapidamente a minha ereção. 

Estou completamente desesperado e passo os dias a pensar no mesmo e em como resolver este problema que me anda a assombrar. Acha que devo visita-lo ou será algo que com o tempo e mais persistencia irá resolver-se? 

Estou a precisar de ajuda urgentemente. 

Obrigado"


A NOSSA RESPOSTA

Caro leitor 

existem causas físicas, psíquicas/psicológicas, ou conjuntas, apontadas para as dificuldades de ereção. Uma vez que refere ter sido avaliado por um médico e que este lhe disse ser um problema psicológico, vamos tentar analisar o seu caso sob este ponto de vista. 

Muitos homens têm dificuldade de ereção na primeira relação sexual. Então, por que motivo uns conseguem ultrapassar essa situação e outros não? Tudo depende da importância que atribuem a essa dificuldade! Se assumir que esse acontecimento é uma “catástrofe” para a sua autoconfiança e masculinidade, então muito provavelmente vai ter dificuldade nas próximas vezes. E porquê? Porque vai aumentar o seu estado de ansiedade, que é dos principais meios para “atrapalhar” aquilo que tanto deseja! 

Nestes casos estabelece-se um ciclo vicioso em que, após uma experiência que correu mal, existe uma extrema ansiedade de antecipação e/ou preocupação excessiva, para que tudo corra perfeitamente e que se mantenha a ereção, que acaba por ter o efeito oposto. É muito importante que perceba este ciclo vicioso e que procure evitá-lo: relaxe, não desista se começar a sentir que está a perder a ereção. 

Foque-se nas zonas do corpo que mais gosta na sua namorada. Se tiver dificuldade em manter a ereção aproveite para desfrutar do momento através de massagens, beijos, carícias etc. 

Numa relação amorosa o importante é o prazer que se pode ter e proporcionar à outra pessoa, quer seja com, ou sem, a presença de ereção, orgasmo e/ou ejaculação. Quanto mais exigente for consigo mesmo, para ter uma ereção, mais difícil será que ela surja e que se mantenha. 

Se as dificuldades persistirem procure ajuda de um terapeuta sexual.


Psicólogo - Sexólogo Clínico
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Importante: se tiver alguma questão a colocar deverá enviar mail para: psicologiananet@gmail.com



Dr. Fernando Eduardo Mesquita

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SEXISMO



Sexismo - "Formas de comportamento e ideologias nas quais são atribuídas determinadas disposições e capacidades a indivíduos ou grupos simplesmente por causa do sexo a que pertencem. Trata-se de uma forma de discriminação, que conduz à subalternização, à marginalização ou mesmo à exclusão de pessoas ou grupos com base no seu sexo. Resulta, no fundo, da tendência para estabelecer estereótipos pretensamente fundamentados na Biologia, reflete a forma como o poder é distribuído e quais os grupos com acesso ao discurso definidor de identidades.Então, sexismo é basicamente o conjunto de teorias e ações que favorecem um gênero – ou mesmo uma orientação sexual – em detrimento a outro. Como vivemos em um mundo predominantemente machista, o vocábulo quase sempre possui a mesma conotação." 



Então, sexismo é básicamente o conjunto de teorias e ações que favorecem um género - ou mesmo uma orientação sexual - em detrimento a outro. Como vivemos num mundo predominantemente machista, o vocábulo quase sempre possuí a mesma conotação.

Mas são tantos e tantos anos de paradigmas e estereótipos que se formaram, uma cultura inteira sedimentada por preconceito e intolerância. E de quem é a culpa?

Questões como essas não são novidade entre sociólogos e não estamos nem perto de solucioná-las, o processo de transformação é lento e o choque entre opiniões que divergem entre si é inevitável.

Embora a mulher tenha conquistado cada vez mais seu espaço e importância na sociedade, se comparada a algumas décadas atrás, ainda é muito pouco. Ela já pode votar, já assumiu cargos importantes dentro de grandes corporações, já virou até presidenta, mas ainda assim, não recebe o mesmo tratamento que um “homem”. 

Se ela não está disposta a sair com alguém, é tachada de difícil, por outro lado, se ela toma a atitude é considerada desesperada e “fácil”. Além disso, o machismo não é prejudicial somente para as mulheres, ele constantemente serve para avaliar o “homem de verdade”, o viril, o alpha, tanto que se você parar para pensar, a maioria de xingamentos que servem para desmoralizar um individuo do sexo masculino estão associados a sua sexualidade.













Fonte: Minilua


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Problemas quotidianos transformados em patologias

Ex-coordenador do DSM, a ‘bíblia’ da psiquiatria, admite: “Transformamos problemas cotidianos em transtornos mentais”


Allen Frances (Nova York, 1942) dirigiu durante anos o Manual Diagnóstico e Estatístico (DSM), documento que define e descreve as diferentes doenças mentais. Esse manual, considerado a bíblia dos psiquiatras, é revisado periodicamente para ser adaptado aos avanços do conhecimento científico. Frances dirigiu a equipe que redigiu o DSM IV, ao qual se seguiu uma quinta revisão que ampliou enormemente o número de transtornos patológicos. Em seu livro Saving Normal (inédito no Brasil), ele faz uma autocrítica e questiona o fato de a principal referência acadêmica da psiquiatria contribuir para a crescente medicalização da vida.
Pergunta. No livro, o senhor faz um mea culpa, mas é ainda mais duro com o trabalho de seus colegas do DSM V. Por quê?
Resposta. Fomos muito conservadores e só introduzimos [no DSM IV] dois dos 94 novos transtornos mentais sugeridos. Ao acabar, nos felicitamos, convencidos de que tínhamos feito um bom trabalho. Mas o DSM IV acabou sendo um dique frágil demais para frear o impulso agressivo e diabolicamente ardiloso das empresas farmacêuticas no sentido de introduzir novas entidades patológicas. Não soubemos nos antecipar ao poder dos laboratórios de fazer médicos, pais e pacientes acreditarem que o transtorno psiquiátrico é algo muito comum e de fácil solução. O resultado foi uma inflação diagnóstica que causa muito dano, especialmente na psiquiatria infantil. Agora, a ampliação de síndromes e patologias no DSM V vai transformar a atual inflação diagnóstica em hiperinflação.
P. Seremos todos considerados doentes mentais?
R. Algo assim. Há seis anos, encontrei amigos e colegas que tinham participado da última revisão e os vi tão entusiasmados que não pude senão recorrer à ironia: vocês ampliaram tanto a lista de patologias, eu disse a eles, que eu mesmo me reconheço em muitos desses transtornos. Com frequência me esqueço das coisas, de modo que certamente tenho uma demência em estágio preliminar; de vez em quando como muito, então provavelmente tenho a síndrome do comedor compulsivo; e, como quando minha mulher morreu a tristeza durou mais de uma semana e ainda me dói, devo ter caído em uma depressão. É absurdo. Criamos um sistema de diagnóstico que transforma problemas cotidianos e normais da vida em transtornos mentais.
”Os laboratórios estão enganando o público, fazendo acreditar que os problemas se resolvem com comprimidos.”
P. Com a colaboração da indústria farmacêutica…
R. É óbvio. Graças àqueles que lhes permitiram fazer publicidade de seus produtos, os laboratórios estão enganando o público, fazendo acreditar que os problemas se resolvem com comprimidos. Mas não é assim. Os fármacos são necessários e muito úteis em transtornos mentais severos e persistentes, que provocam uma grande incapacidade. Mas não ajudam nos problemas cotidianos, pelo contrário: o excesso de medicação causa mais danos que benefícios. Não existe tratamento mágico contra o mal-estar.
P. O que propõe para frear essa tendência?
R. Controlar melhor a indústria e educar de novo os médicos e a sociedade, que aceita de forma muito acrítica as facilidades oferecidas para se medicar, o que está provocando além do mais a aparição de um perigosíssimo mercado clandestino de fármacos psiquiátricos. Em meu país, 30% dos estudantes universitários e 10% dos do ensino médio compram fármacos no mercado ilegal. Há um tipo de narcótico que cria muita dependência e pode dar lugar a casos de overdose e morte. Atualmente, já há mais mortes por abuso de medicamentos do que por consumo de drogas.
P. Em 2009, um estudo realizado na Holanda concluiu que 34% das crianças entre 5 e 15 anos eram tratadas por hiperatividade e déficit de atenção. É crível que uma em cada três crianças seja hiperativa?
R. Claro que não. A incidência real está em torno de 2% a 3% da população infantil e, entretanto, 11% das crianças nos EUA estão diagnosticadas como tal e, no caso dos adolescentes homens, 20%, sendo que metade é tratada com fármacos. Outro dado surpreendente: entre as crianças em tratamento, mais de 10.000 têm menos de três anos! Isso é algo selvagem, desumano. Os melhores especialistas, aqueles que honestamente ajudaram a definir a patologia, estão horrorizados. Perdeu-se o controle.
P. E há tanta síndrome de Asperger como indicam as estatísticas sobre tratamentos psiquiátricos?
R. Esse foi um dos dois novos transtornos que incorporamos no DSM IV, e em pouco tempo o diagnóstico de autismo se triplicou. O mesmo ocorreu com a hiperatividade. Calculamos que, com os novos critérios, os diagnósticos aumentariam em 15%, mas houve uma mudança brusca a partir de 1997, quando os laboratórios lançaram no mercado fármacos novos e muito caros, e além disso puderam fazer publicidade. O diagnóstico se multiplicou por 40.
P. A influência dos laboratórios é evidente, mas um psiquiatra dificilmente prescreverá psicoestimulantes a uma criança sem pais angustiados que corram para o seu consultório, porque a professora disse que a criança não progride adequadamente, e eles temem que ela perca oportunidades de competir na vida. Até que ponto esses fatores culturais influenciam?
”Os melhores especialistas, aqueles que honestamente ajudaram a definir a patologia, estão horrorizados. Perdeu-se o controle.”
R. Sobre isto tenho três coisas a dizer. Primeiro, não há evidência em longo prazo de que a medicação contribua para melhorar os resultados escolares. Em curto prazo, pode acalmar a criança, inclusive ajudá-la a se concentrar melhor em suas tarefas. Mas em longo prazo esses benefícios não foram demonstrados. Segundo: estamos fazendo um experimento em grande escala com essas crianças, porque não sabemos que efeitos adversos esses fármacos podem ter com o passar do tempo. Assim como não nos ocorre receitar testosterona a uma criança para que renda mais no futebol, tampouco faz sentido tentar melhorar o rendimento escolar com fármacos. Terceiro: temos de aceitar que há diferenças entre as crianças e que nem todas cabem em um molde de normalidade que tornamos cada vez mais estreito. É muito importante que os pais protejam seus filhos, mas do excesso de medicação.
P. Na medicalização da vida, não influi também a cultura hedonista que busca o bem-estar a qualquer preço?
R. Os seres humanos são criaturas muito maleáveis. Sobrevivemos há milhões de anos graças a essa capacidade de confrontar a adversidade e nos sobrepor a ela. Agora mesmo, no Iraque ou na Síria, a vida pode ser um inferno. E entretanto as pessoas lutam para sobreviver. Se vivermos imersos em uma cultura que lança mão dos comprimidos diante de qualquer problema, vai se reduzir a nossa capacidade de confrontar o estresse e também a segurança em nós mesmos. Se esse comportamento se generalizar, a sociedade inteira se debilitará frente à adversidade. Além disso, quando tratamos um processo banal como se fosse uma enfermidade, diminuímos a dignidade de quem verdadeiramente a sofre.
P. E ser rotulado como alguém que sofre um transtorno mental não tem consequências também?
R. Muitas, e de fato a cada semana recebo emails de pais cujos filhos foram diagnosticados com um transtorno mental e estão desesperados por causa do preconceito que esse rótulo acarreta. É muito fácil fazer um diagnóstico errôneo, mas muito difícil reverter os danos que isso causa. Tanto no social como pelos efeitos adversos que o tratamento pode ter. Felizmente, está crescendo uma corrente crítica em relação a essas práticas. O próximo passo é conscientizar as pessoas de que remédio demais faz mal para a saúde.
P. Não vai ser fácil…
R. Certo, mas a mudança cultural é possível. Temos um exemplo magnífico: há 25 anos, nos EUA, 65% da população fumava. Agora, são menos de 20%. É um dos maiores avanços em saúde da história recente, e foi conseguido por uma mudança cultural. As fábricas de cigarro gastavam enormes somas de dinheiro para desinformar. O mesmo que ocorre agora com certos medicamentos psiquiátricos. Custou muito deslanchar as evidências científicas sobre o tabaco, mas, quando se conseguiu, a mudança foi muito rápida.
P. Nos últimos anos as autoridades sanitárias tomaram medidas para reduzir a pressão dos laboratórios sobre os médicos. Mas agora se deram conta de que podem influenciar o médico gerando demandas nos pacientes.
R. Há estudos que demonstram que, quando um paciente pede um medicamento, há 20 vezes mais possibilidades de ele ser prescrito do que se a decisão coubesse apenas ao médico. Na Austrália, alguns laboratórios exigiam pessoas de muito boa aparência para o cargo de visitador médico, porque haviam comprovado que gente bonita entrava com mais facilidade nos consultórios. A esse ponto chegamos. Agora temos de trabalhar para obter uma mudança de atitude nas pessoas.
P. Em que sentido?
R. Que em vez de ir ao médico em busca da pílula mágica para algo tenhamos uma atitude mais precavida. Que o normal seja que o paciente interrogue o médico cada vez que este receita algo. Perguntar por que prescreve, que benefícios traz, que efeitos adversos causará, se há outras alternativas. Se o paciente mostrar uma atitude resistente, é mais provável que os fármacos receitados a ele sejam justificados.
P. E também será preciso mudar hábitos.
R. Sim, e deixe-me lhe dizer um problema que observei. É preciso mudar os hábitos de sono! Vocês sofrem com uma grave falta de sono, e isso provoca ansiedade e irritabilidade. Jantar às 22h e ir dormir à meia-noite ou à 1h fazia sentido quando vocês faziam a sesta. O cérebro elimina toxinas à noite. Quem dorme pouco tem problemas, tanto físicos como psíquicos.

Fonte: ElPaís e BudaVirtual


Dr. Fernando Eduardo Mesquita
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8 sinais da depressão


Entenda como a doença se manifesta 
e como você pode identificar alguém que esteja em crise


Apesar do acesso facilitado a informações e do crescente esclarecimento das pessoas quanto à educação, ainda é comum quem pense que depressão se trata de algo fictício, criado para justificar atos preguiçosos e desinteressados. Acontece, no entanto, que milhares de pessoas sofrem com a doença todos os dias e, por mais que tentem levar uma vida normal, não conseguem progresso, uma vez que se encontram com o emocional e o psicológico abalado.

Mas, como saber se uma pessoa realmente está depressiva? O diagnóstico, claro, precisa ser dado por um profissional habilitado, mas há sintomas comuns à doença que podem ser os primeiros sinais de que algo anda errado com você ou com seus conhecidos.

Confira, na lista abaixo, quais são esses 8 sintomas mais corriqueiros:

1. Alteração do humor - O principal sintoma da depressão é o humor deprimido, que pode envolver sentimentos como tristeza, indiferença e desânimo. Mas, como esses sentimentos são naturais do ser humano, nem sempre são sinônimo de depressão. É preciso perceber esse sintoma persiste na maior parte do dia por se está presente no seu cotidiano a pelo menos duas semanas. Quem está assim não consegue se animar mesmo se acontece algo de bom em sua vida.

2. Desinteresse - Perder o interesse por atividades que antes eram prazerosas é outro sintoma importante da depressão. O desinteresse pode acontecer com relação a diversas coisas, como à familiar, à vida profissional e até mesmo ao sexo e às atividades de lazer. Deixar de brigar por projetos por achar que eles já não valem mais o esforço também pode não ser sinal de preguiça.

3. Problemas com o sono - Normalmente quem está com depressão tende a ter o sono descontrolado. Mas não é só com relação a dormir demais. Quem passa a dormir menos também pode estar com o problema.

4. Mudanças no apetite - Há quem apresenta um apetite descontrolado quando está depressivo, especialmente quando o assunto são massas e doces. Mas a falta de vontade de comer também é possível de acontecer. Conforme os especialistas, somado a outros sintomas da doença, a alteração do apetite que persiste por no mínimo duas semanas aumenta as chances de um paciente ser diagnosticado com depressão.

5. Perda ou ganho de peso - Essa consequência, claro, aparece em decorrência da mudança de apetite. Assim, é bom ficar de olho na balança e analisar como anda a vida para saber se isso tem a ver ou não com o estado psicológico da pessoa.

6. Falta de concentração - Concentração, raciocínio são pontos bastantes prejudicados em quem está depressivo. Em consequência, pode ser muito difícil tomar decisões. Com isso, o indivíduo pode perder o rendimento no trabalho ou nos estudos.

7. Cansaço - Diminuição de energia, cansaço frequente e fadiga são comuns em pacientes depressivos, mesmo quando elas não realizaram esforço físico. Coisas simples passam a ser exaustivas, como o simples ato de vestir a roupa de manhã.

8. Pensamentos constantes sobre morte - Nem todo mundo que tem depressão pensa em morrer, mas em casos mais graves esse tipo de pensamento pode se tornar recorrente. Em muitos casos, o suicídio passa a ser uma ideia bastante chamativa, especialmente quando a tentativa é acabar com o estado emocional que se mostra doloroso. Mas, como dissemos antes, isso varia de acordo com o paciente e com o grau em que a doença está se manifestando.

Fique de olho nessas dicas e não deixe que procurar quem entende do assunto, caso você mesmo ou um conhecido apresente esses sintomas. Combinado?


Fonte: Thamyris Fernandes in Fatos desconhecidos

Veja também:
- Homens sofrem depressão pós-parto
- Médicos estudam influência da depressão paterna nos filhos


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Botão do Desejo Sexual

Descubra o 'botão' que manipula o desejo sexual das mulheres

O desejo sexual das mulheres é passível de ser controlado através da ocitocina, a já conhecida hormona do amor, diz o Diário de Notícias.
Cientistas norte-americanos descobriram que as mulheres possuem uma hormona do amor que, ao ser manipulada, pode alterar os seus desejos sexuais e até a forma como se comportam socialmente.
Esta hormona do amor, como define o Diário de Notícias, é a ocitocina e está ligada à sensação de prazer, bem-estar físico e emocional e à sensação de que há fidelidade entre o casal.

A hormona é decisiva no comportamento sexual das mulheres sendo que quando a mesma é desativada, as mulheres mostram tanto interesse pelos homens como por um bloco de Lego.

Os cientistas testaram esta teoria com fêmeas de rato, tendo reduzido os seus níveis de ocitocina, e verificaram que estas mantêm interesse nos machos, mas não do ponto de vista sexual.

Outro estudo realizado anteriormente, revela também que a hormona melhora a comunicação e diminui o cortisol, responsável pelo stress.

Fonte: Noticias ao Minuto, 14 outubro 2014



Menina de 8 anos morre na lua de mel




Menina de oito anos morre após lua de mel com marido de 40

Uma criança de oito anos morreu no último sábado, no Iêmen, após a lua de mel com o marido de 40 anos. Segundo os médicos, a menina, identificada como Rawan, teve hemorragia causada por ferimentos internos no útero. A morte aconteceu na área tribal de Hardh, na fronteira com a Arábia Saudita. Ela teria sido vendida pelo padrasto para um saudita por cerca de R$ 6 mil, segundo o jornal alemão “Der Tagesspiegel”.

Na noite de núpcias e após a relação sexual, ela sofreu hemorragia e ruptura uterina, que causaram sua morte - disse Arwa Othman, da Casa de Folclore do Iêmen à Reuters. - Eles a levaram para uma clínica, mas os médicos não puderam salvar sua vida.

Ativistas de direitos humanos pressionam para que o saudita e a família da menina sejam responsabilizados pela morte.

Após este caso horrível, repetimos nossa exigência para uma lei que restrinja o casamento para maiores de 18 anos - afirmou um membro do Centro Iemenita de Direitos Humanos à agência dpa.

Casamentos de meninas do Iêmen chamaram a atenção internacional em 2010, quando uma jovem de 13 anos morreu de hemorragia interna depois de ter tido relações sexuais com o marido que tinha o dobro de sua idade. O caso inspirou uma outra menina iemenita, de nove anos, a publicar um relato traduzido sobre seu casamento com um homem de três vezes sua idade.

A ONG Human Rights Watch, sediada em Nova York, fez um apelo no ano seguinte para que o governo proibisse o casamento de menores de idade no país. Citando dados das Nações Unidas, o Human Rights Watch afirma que cerca de 52% das meninas no Iêmen se casam antes dos 18 anos, e 14% antes dos 15. Muitas delas são forçadas a parar de estudar quando atingem a puberdade.


Fonte: O Globo





Tradução do Video:

Salaam Alaikum. Misericórdia de Deus e benção sobre vós. Olá a todos vocês. Eu gostaria de agradecer Mukhtar Al-Sharafi and Amal. Eu gostaria de agradecer todos os jornalistas e vocês também. 

É verdade que eu fugi da minha família. Eu não posso mais viver com eles. Basta. Quero ir morar com meu tio.

O que aconteceu com a inocência da infância? O que as crianças fizeram de errado? Por que casá-las assim?

Eu consegui resolver meu problema, mas algumas crianças inocentes não podem resolver os problemas delas.

E elas podem morrer, cometer suicídio ou fazer qualquer coisa que venha à suas mentes. São apenas crianças! O que elas sabem? Elas não tem tempo para estudar, ou qualquer coisa.

Não é nossa culpa. Eu não sou a única. Pode acontecer com qualquer criança. Existem outros casos como esse. Algumas crianças decidiram se jogar no mar. Estão mortas agora. Isso não é normal para uma infância inocente. 

É verdade que eu fugi para o meu tio. Mas ele não estava em sua casa. Então eu liguei para a Abd AL-Jabbar para vir me buscar. Abd Al-Jabbar me enviou uma mulher para eu viajar com ela de volta até Al-Hudaydah. Quando meu tio ficou sabendo de tudo, ele veio até mim. Eu apresentei a polícia uma queixa contra minha mãe. Disse a eles que tenho 11 anos e minha mãe queria que eu me casasse. Eu teria tido uma vida, sem educação. Eles não têm nenhuma compaixão? Que tipo de educação eles tiveram? 

É melhor morrer, prefiro morrer. 

Prefiro viver com meu tio do que com essas pessoas. Eles ameaçaram me matar se eu fosse com meu tio. Que tipo de pessoas ameaçam suas crianças assim? Você ficaria feliz em me casar contra a minha vontade? Vá em frente e me case. Vou me matar, assim. Não vou voltar a morar com eles. Não vou. Destruíram nossos sonhos. Destruíram tudo dentro de nós. Não há mais nada. Isso não é educação. 

Isso é crime, simplesmente crime. 

Minha tia materna tinha 14 anos. Ela aguentou um ano com seu marido, e então ela colocou gasolina sobre si e colocou fogo em si mesma. Morreu. Ele iria bater nela com um metal. Ele iria ficar bêbado. Isso faria você feliz em forçar a me casar? 

Minha mãe, minha família, acredite no que digo: Estou farta de vocês. Vocês arruinaram meu sonhos.


Teria sexo com ...?



Teria sexo com uma pessoa que se recusa a fazer o teste para as
Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs)?


A ignorância é apontada como um dos vários obstáculos para a prática de sexo seguro e para a diminuição da transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, ou seja, muitas pessoas nem sequer sabem que estão em risco de contraírem uma IST´s, ou mais.


O que pensar das pessoas que simplesmente se recusam a fazer o teste?

A STD Express (site comercial) divulgou os resultados de uma pesquisa sobre saúde sexual e os testes para doenças sexualmente transmissíveis. A pesquisa verificou que um terço dos entrevistados relataram que têm relações sexuais com alguém que se recusou a fazer o teste de IST´s. A principal limitação deste estudo é o facto de ter sido baseado numa amostra de 100 pessoas que não foram escolhidos de forma aleatória. No entanto, torna-se claro que é necessária uma investigação mais profunda a este problema. Será interessante analisar se as pessoas que disseram que fizeram o teste foram sinceras, bem como, se existem excepções nos casos dos que revelaram ter relações com pessoas mesmo sem saberem o seu estado de saúde.


Ser (Seguro) ou não Ser (Seguro) ... não é a questão para todos


Na sociologia, e provavelmente noutras disciplinas, existe a preocupação da relação entre as diversas forças sociais, às vezes chamadas de estruturas sociais (por exemplo, política, religião, capitalismo), e a agência dos indivíduos, também conhecida como "livre-arbítrio". Embora todos tenhamos algum grau de livre vontade, algumas coisas que fazemos, e até mesmo algumas do que nós somos, são directamente influenciadas pela sociedade - uma vez que estão parcialmente fora do nosso controle.

Algumas pessoas não têm os mesmos recursos e poder que os outros têm, tal como se verifica na prática de sexo seguro e na regularidade dos testes às ISTs.

Por exemplo, tal como a Organização Mundial de Saúde verificou, devido à desigualdade de género, que ainda hoje se verifica em muitos países, as mulheres não têm voz igual na tomada de decisão sobre o uso de preservativos, a regularidade sexual, entre outras coisas, ficando em maior risco de consequências indesejadas e indesejáveis da actividade sexual, tal como contrair uma Infecção Sexualmente Transmissível.

É importante notar que a educação sexual, que permite ter acesso a informações precisas sobre saúde sexual, IST´s, saúde reprodutiva, e práticas de sexo seguro, não está disponível para todos. Devemos todos nós como os estudiosos e defensores da promoção da saúde sexual estar conscientes da relação entre desigualdade e saúde sexual (e da saúde em geral).


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Violência Sexual na Infância



Sabia que 1 em cada 5 crianças sofre de algum tipo de violência sexual na infância?

Muitas pessoas pensam que a violência sexual refere-se apenas à relação sexual propriamente dita com uma criança, mas a definição é muito mais ampla. Com ou sem contacto fisico, as seguintes situações caracterizam algum tipo de violência sexual:

  • Tocar a boca, genitais, bumbum, seios ou outras partes íntimas de uma criança com objetivo de satisfação dos desejos;
  • Forçar ou encorajar a criança a tocar um adulto de modo a satisfazer o desejo sexual;
  • Fazer ou tentar fazer a criança se envolver em ato sexual;
  • Forçar ou encorajar a criança a se envolver em atividades sexuais com outras crianças ou adultos;
  • Expor a criança a ato sexual ou exibições com o propósito de estimulação ou gratificação sexual;
  • Usar a criança em apresentação sexual como fotografia, brincadeira, filmagem ou dança, não importa se o material seja obsceno ou não;
  • Espiar ou olhar a criança se despindo, em momentos íntimos, tomando banho, usando o banheiro, com objetivo de satisfação sexual.

Quem é o abusador?

O abuso sexual, na maioria das vezes, é cometido por uma pessoa da convivência da criança, na qual ela confia e tem sentimentos de afeto.
As estatísticas demonstram que, entre os adultos de convivência, o pai, o padrasto, avô, tio, um amigo da família, vizinho e irmão mais velho são os agressores sexuais mais frequentes, apesar de existirem casos em que os agressores sejam do sexo feminino. Abusos cometidos por estranhos envolvendo violência física extrema são mais raros.
Os casos de abuso sexual infantil começam lentamente, apenas com a prática de "carinhos", trocas de presente, brincadeiras íntimas que raramente deixam lesões físicas, passando mais tarde para outros níveis mais íntimos de contato.
Como perceber se uma criança sofre de algum tipo de violência sexual?
Somente em 40% dos casos existe evidência física. Sendo assim, os principais sinais que a criança pode mostrar e podem ser observados pelos pais ou educadores são comportamentais. Fique de olho nos seguintes sinais:
  • Perda do apetite ou compulsão alimentar;
  • Pesadelos, medos inexplicáveis de pessoas ou lugares;
  • Apatia, afastamento dos amigos;
  • Perda dos antigos hábitos de brincar;
  • Voltar a chupar o dedo, fazer xixi na cama ou cocô nas calças;
  • Agressividade, diminuição do rendimento escolar, dificuldades de aprendizagem;
  • Fuga de casa;
  • Conhecimento ou comportamento sexual fora do esperado (exceto conceitos básicos e saudáveis de educação sexual);
  • Comportamento erotizado;
  • Irritação, sangramento, inchaço, dor, coceira, cortes ou machucados na região genital ou anal.

Como falar sobre violência sexual com crianças a partir de 4 anos? 

Pipo e Fifi é uma ferramenta de comunicação entre adultos/educadores e crianças e está disponível para download gratuito aqui: www.pipoefifi.org.br 

Nele poderá encontrar um livro educativo e um livro de atividades super interessantes!!!

O projeto é uma iniciativa do CORES, uma instituição sem fins lucrativos que desenvolve projetos de educação sexual para infância em todo o território brasileiro desde 2006. o CORES recebeu o Prêmio Paulo Freire do Ministério da Saúde em parceria com a APTA, se destacando com os projetos Crescer e Maternidade / Paternidade, classificados entre os cinco melhores trabalhos de Educação Preventiva do Brasil. 


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