Elas preferem os "bad boys"?


Porque motivo elas preferem os "bad boys"?

Diversos estudos têm mostrado que as mulheres preferem, nas relações amorosas, homens que lhes transmitam confiança, segurança e fidelidade. No entanto, parece que nas suas fantasias preferem mais os "bad boys"!

Será simplesmente porque os homens com falta de carácter proporcinam às mulheres um estilo de vida que lhes é dramaticamente interessante, ou será que isto revela algo de mais profundo sobre a natureza da atracção?

Segundo o psicólogo Peter Jonason a atracção das mulheres por este tipo de homens - quer nos filmes, quer na realidade - poderá dever-se ao facto deles terem uma potente mistura de traços de personalidade maligna mais conhecida como "Tríade Negra" ("Dark Triad").

Não são desconhecidas, para a maioria dos psicólogos, as 5 características de personalidade "Big Five" - Neuroticismo ou instabilidade emocional; Extroversão; Amabilidade ou agradabilidade; Consciência ou meticulosidade; Abertura à experiência ou para o novo. Em algum grau, é a mistura destas cinco características que nos molda a forma como vemos o mundo, e como somos vistos pelos outros. Mas, segundo alguns psicólogos, existem outras dimensões para a personalidade - na medida em que nós apresentamos características mais negativas. A Tríade Negra refere-se a três traços em particular - narcisismo, maquiavelismo, e sociopatia.
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As pessoas com características maquiavélicas tendem a mentir e a serem manipuladoras, no fundo, são muito boas a disfarçar a sua verdadeira personalidade. Os narcisistas vêem-se como pessoas superiores e procuram chamar a atenção de forma quase doentia. Os que têm tendências psicóticas revelam ausência de empatia e comportamentos descontrolados. Para Peter Jonason todos temos algumas destas características. Por exemplo, todos mentimos e, por vezes, podemos ter lucros se formos egoístas ou manipuladores. As pessoas com traços de personalidade elevado na Tríade Negra tendem a ter uma boa auto-estima e baixos níveis de ansiedade. No entanto, cada característica desta tríade tem uma gradação e as pessoas que se encontram no seu extremo podem tornar-se difíceis de lidar.

Apesar de todas estas características, os homens com altos traços da Tríade Negra têm em média mais parceiras sexuais, o que permite especular sobre o seu sucesso entre as mulheres. É principalmente nas mulheres com uma personalidade do tipo evitante que têm maior sucesso, ou seja naquelas que têm baixa auto-estima e uma vida familiar instável ou imprevisível. Uma das explicações apresentadas para este tipo de atracção prende-se com o facto destas mulheres sentirem que poderão "corrigir" estes homens. Não é propriamente o "bad boy" que as atrai, mas sim o facto delas poderem mudá-los.

A maioria dos psicólogos acredita que são elevados os custos que as mulheres pagam nas relações amorosas com estes homens. Encontramos mulheres profundamente desiludidas nestas relações e que dizem "ele é péssimo mas no fundo eu amo-o". Muitas vezes nestas relações as mulheres acabam por se subjugar, pois têm de alimentar constantemente o Ego do seu parceiro. As mulheres vivem iludidas com o facto de estarem com um "bad boy" para todos, excepto para elas próprias. Mas é como viver com um leão e esperar que ele não as coma.


Adaptado do original "What´s so right about Mr Wrong?", revista Psychologies N.º 55, Abril 2010

Quando os casais falam de sexo...


A qualidade comunicacional no casal tem sido apresentada como uma das melhores formas de prever a satisfação conjugal. Grande parte dos estudos sobre os processos de comunicação no casal tem recorrido a gravações de vídeo para analisar as expressões faciais e os comportamentos não-verbais do casal, durante a discussão sobre determinados assuntos.

Os estudos têm revelado que a comunicação dos casais menos felizes é caracterizada por níveis elevados de comportamento negativo (por exemplo, expressões de desdém) e baixos níveis de comportamento positivo (por exemplo, a validação).

Num estudo mais recente, avaliou-se a comunicação de diversos casais quando discutiam assuntos de cariz sexual. Neste estudo, participaram jovens recém-casados, que aceitaram que as suas interacções comunicacionais fossem gravadas, quando falavam sobre questões sexuais e não sexuais, a fim de determinar se estas interacções poderiam prever a satisfação conjugal. Os resultados mostraram que os comportamentos negativos durante as discussões sobre assuntos não sexuais não tiveram um impacto significativo na satisfação conjugal. Em contraste, verificaram-se baixos níveis de satisfação com a relação, principalmente nas mulheres, quando existiram expressões faciais e comportamentos não-verbais negativos, durante a discussão de um problema sexual.


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(Des)uso do preservativo ...

(Des)uso do preservativo nas mulheres que praticam sexo anal

Desde o surgimento do HIV/SIDA, nos anos 80, que as práticas sexuais entre homossexuais e/ou bissexuais têm sido fonte de preocupação em relação à propagação de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Uma grande quantidade de recursos e campanhas têm sido dirigidas a encorajar estas pessoas a usarem preservativo como uma parte normal e regular das suas relações sexuais.

Ultimamente, com o aumento de práticas de "barebacking" - termo normalmente usado para falar de sexo anal sem o uso de preservativo - tem aumentado o receio de uma nova vaga de infecções, em homossexuais e/ou bissexuais, parte de alguns activistas e profissionais de saúde.

Um estudo feito, recentemente, no Departamento de Saúde de Nova York mostrou que menos de um quarto das mulheres heterossexuais (23%) exigem preservativo aos parceiros durante o sexo anal e que também estão menos propensas a realizar testes de HIV. Apenas 11% das mulheres, entre os 18 e os 24 anos, referiu usar preservativo durante o sexo anal, passando para aproximadamente 62,2% nas mulheres com cerca de 45 anos.

Em comparação, cerca de 61% dos gays dizem usar preservativo no sexo anal, 63% afirma realizar frequentemente as análises ao HIV e, entre os homens que praticam sexo anal sem preservativo, 35% dizem fazer o teste regularmente.

Este tipo de investigação leva-nos a enfatizar a importância da utilização de práticas de sexo seguro, independentemente do género e/ou orientação sexual.

É importante relembrar que as várias formas de controle da natalidade, como "a pílula", não protegem as pessoas contra a transmissão de ISTs. Pode ser o caso de muitos heterossexuais que usam o preservativo exclusivamente como método de controle de natalidade, limitando o seu uso à prática de sexo pénis-vagina e, portanto, deixam de tomar as devidas precauções quando praticam sexo anal.

As pessoas devem estar cientes das formas de transmissão das ISTs, e suas consequências, pelo sexo desprotegido quer seja oral, vaginal, anal, ou mesmo noutras formas de sexo sem penetração, e tomarem as medidas necessárias para se protegerem.

Pedido de ajuda...


Alguém pode ajudar este leitor?

Uma vez que não lhe sei dar uma resposta, pois é uma questão essencialmente legal?

"Sou casado faz 25 anos e meu casamento já desgastado há muito tempo. Tenho três filhos com idade entre 21 e 25 anos. Minha esposa saiu de casa em Junho de 2009 residindo bem próximo a minha casa. Ocorre que ela possui um outro companheiro, com quem passeia pelas ruas do bairro e adjacências, onde sou muito conhecido. Solicitei cópias de seus documentos para solicitar o divórcio consensual não obtendo êxito até o momento.

Por motivos a me preservar solicitei desde o inicio que ela não morasse perto de mim, pois há a sensação de certa provocação quanto a situação que vivo. Hoje não há como conviver próximo a ela, mas não sou dono da verdade nem quero viver à margem do que diz a lei. Só quero orientações de como posso obter esse divórcio já que ela não me entrega os documentos necessários e, talvez, relute em assinar documentos de cartório.

Há, ainda, a legislação do Fundo de Saúde do meu trabalho que diz que meus filhos perdem o direito ao plano caso deixem de viver sob as minhas expensas e, mesmo sendo maiores de idade a mais velha, 25 anos é estudante universitária tendo direito além dos descontos da Universidade possui o direito ao atendimento médico-odonto-hospilar. O mesmo ocorre com outro filho de 21 anos que é portador do Lúpus, doença que lhe obriga ao uso permanente de medicamentos e os mesmos atendimentos médicos anteriormente descritos. Pergunto se há a possibilidade de me responsabilizar pelos dois e, se mesmo, contra vontade de alguns deles posso solicitar que fiquem comigo e, como faço para que o processo seja agilizado nas esferas jurídicas?

Grato"

O AMOR de Helen Fisher




A antropóloga Helen Fisher fala sobre um assunto um tanto complicado -- O AMOR-- e explica a sua evolução, as funções bioquímicas e a sua importância social. Finalmente, termina com um aviso sobre o potencial desastre inerente ao abuso de substâncias anti-depressivas.

Atenção: para ver as legendas escolha "View subtitles" e depois "Portuguese (Brazil)"

Mitos sexuais ...

O tamanho das mãos é proporcional ao tamanho do pénis! - FALSO - Esqueça os mitos que relacionam partes do corpo tais como pés, mãos, pescoço, nariz, punho ao tamanho do pénis.

O pénis pode ficar preso na vagina durante o coito! - FALSO - Não existe nada na vagina que permita prender um pénis nem o pénis tem qualquer tipo de ventosa para ficar preso.

Os homens carecas são potentes! - FALSO - A associação entre a calvice e a potencia deve-se à ideia de que os carecas teriam mais testosterona, a hormona masculina responsável tanto pelo desejo sexual quanto pela calvice.

Engolir sémen alimenta - FALSO - É verdade que o sémen contém proteínas, mas elas não são suficientes para alimentar uma pessoa.

Na primeira relação sexual é impossível engravidar - FALSO - Existe sempre risco quando não se utiliza um método contraceptivo, por isso, é possível gravidar em qualquer relação sexual. .

Na gravidez a penetração faz mal ao feto - FALSO - O sexo na gravidez é completamente seguro sempre que não exista restrição médica.

A sexualidade de uma mulher termina com a menopausa - FALSO -
O sexo durante a menopausa é muito gratificante e, mesmo depois dela, pode ser vivido plenamente.

Quanto maior o pénis, maior o prazer da mulher - FALSO - A parte mais sensível da mulher é no primeiro terço da vagina e não podemos esquecer o clítoris que até fica na parte exterior.

As mulheres atingem o orgasmo apenas com a penetração - FALSO - Algumas mulheres têm orgasmos quando são penetradas e a grande maioria precisa de estimulação directa no clitóris.

Ter relações sexuais durante a menstruação não é saudável - FALSO - Infelizmente ainda subsistem, hoje em dia, muitos mitos associados a esta questão.

Uma masturbação excessiva na puberdade diminui a potencia sexual na vida adulta- FALSO

A masturbação frequente provoca mudanças físicas e acne - FALSO
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Quando alguém se masturba demais, é porque tem problemas na sua vida sexual ou porque o seu parceiro não o satisfaz - FALSO

A masturbação causa infertilidade - FALSO
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Os pedófilos são homossexuais - FALSO - os pedófilos existem independentemente da sua orientação sexual. Na verdade, a maior parte dos casos de pedofilia está associada a relações heterossexuais com crianças.
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Homossexualidade é uma doença - FALSO - e como tal não existe qualquer tipo de tratamento para a homossexualidade.
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Divorciados fazem mais sexo


Uma pesquisa realizada pelo jornal Britânico The Sunday Telegraph, com cerca de 1800 participantes, indica que os divorciados tendem a ter mais relações sexuais do que os casados ou solteiros.

Cerca de 68% dos divorciados têm relações sexuais de seis a 20 vezes por mês - uma proporção maior do que entre os casados (44%), solteiros (38%) ou casais em união (43%). De acordo com a pesquisa, as pessoas casadas fazem sexo, em média, nove vezes por mês e cerca de 11% dos divorciados chegam a ter relações sexuais mais de 21 vezes por mês.

Os investigadores referem que o stress laboral e familiar também é responsável pela frequência sexual, uma vez que, os aposentados têm duas vezes mais relações sexuais do que pessoas mais jovens que trabalham.

Cerca de 34% dos britânicos disse que a melhor fase de sua vida sexual foi entre os 25 e 34 anos, enquanto que 23% disseram que foi entre 18 e 24 anos.

A confiança foi considerada o aspecto mais importante de um relacionamento - mais do que companheirismo ou estabilidade financeira. No total, um quarto dos participantes disseram que foram infiéis aos parceiros. O sexo ficou em quinto lugar.