Dr. Fernando Mesquita - Terapia Sexual - Psicologia Clinica - LISBOA - Tel: 969091221
Mulheres solteiras
Voltar a casar com o ex-marido
"Para a relação dar certo é necessário muito diálogo, que sejam honestos com o outro e com eles próprios, e que não evitem falar dos assuntos mais difíceis, mesmo que isso signifique momentos de grande sofrimento para ambos", afirma.
Para o psicólogo, há muitos motivos que levam os casais a dar uma segunda oportunidade à relação e a voltarem a dar o nó: "O medo da solidão, de ficar sozinho ou sem ninguém, principalmente depois de uma certa idade; a esperança de que o outro tenha mudado; a existência de filhos; ainda querer acreditar nos "sonhos construídos" a dois; segurança financeira/económica; o afastamento levá-los a acreditar que o ex afinal era a pessoa certa; encarar uma nova relação com alguém desconhecido como algo de ameaçador" são alguns dos factores que, de acordo com Fernando Mesquita, podem reatar um casamento que tinha sido destruído.
O terapeuta acrescenta ainda que o casal deve encarar a relação como um novo recomeço: "Pode haver uma fase inicial de namoro, tal como nas outras relações. Não podemos esquecer que estas duas pessoas estiveram durante um período afastadas e que isso pode ter dado origem a novas amizades, relações amorosas, passatempos e interesses novos. Portanto, embora já tenham tido um passado em comum, este é um novo casal, com duas pessoas com experiências novas."
Perguntas e Respostas - Tenho Disfunção Eréctil
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Sou homem, heterossexual nascido a XX/XX/1955, (54 anos) e sofro de uma disfunção eréctil. Este problema apareceu-me aos 47 anos, mas foi-se agravando e agora não consigo mesmo uma pequena erecção.
Comecei por ter várias vezes falta de erecção e quando conseguia verificava que a ejaculação era precoce, mal introduzia o pénis... ejaculava logo de imediato.
O meu médico receitou-me o “CIALIS” que tomei vários anos, agora este medicamento já não me faz qualquer efeito.
Há a salientar que sofro de diabetes tipo 2 e ultimamente a tenho tido problemas de tensão alta.
Gostaria de saber se há quaisquer radiografias a fazer aos tecidos cavernosos do pénis ou outras partes do corpo para conseguir descobrir de onde vem, o mal. Ou se haverá outra solução mesmo com cirurgia para o meu problema, visto que já contactei dois médicos de urologia, e fiquei na mesma.
Solicito resposta
Caro amigo,
- Regiscan
- Ecógrafo Triplex
- Doppler colorido do pénis
- Cavernosometria
- Entre outros
Os mesmos, deverão ser realizados por um médico especialista (e. g. urologista), que mediante a história da pessoa realiza o(s) exame(s) que considera mais adequados para o problema.
Relativamente aos tratamentos, felizmente, hoje em dia existem diversas alternativas para ajudar a ultrapassar a Disfunção Eréctil. Além do recurso a medicamentos como o Cialis, Viagra ou Levitra, poderá, em conjunto com o seu médico, ponderar sobre o uso de:.
- Bomba de vácuo com aplicação de anel;
- Caverjet;
- Cirurgia vascular;
- Prótese peniana.
Em algumas situações o processo deverá incluir, para além do médico/urologista, um sexólogo para a realização de uma Psicoterapia ou Terapia Sexual – individual e/ou de casal.
De qualquer forma, será importante falar com o seu médico e procurar em conjunto qual a melhor solução para o seu caso.
Espero, sinceramente, ter conseguido ajudar. Um abraço,
Fernando Eduardo Mesquita
Psicólogo/Sexólogo Clínico
Tel: 969091221
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Perguntas e Respostas - Masturbação

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venho novamente colocar-lhe outra questão de cariz mais intimo.
Quando era mais jovem passei por uma fase de bastantes indecisões e resolvi falar com um senhor, em quem tinha muita consideração, para me dar alguns concelhos.
Ele disse-me que não deveria masturbar-me. Por qualquer motivo, a resposta dele para o meu assunto, foi essa... Parar de me masturbar!
Como achei estranho o concelho desse senhor, continuei a masturbar-me, embora com muito menos frequência. O que acontece é que cada vez que o fazia, depois, ficava com um grande sentimento de culpa sobre mim. O que acaba por me deixar triste e com arrependimento pelo que fiz.
Não gosto de me sentir assim!
Tenho momentos, que penso que seja normal, que tenho vontade de me masturbar, mas fico a pensar se o devo fazer ou não. Se terá alguma consequência na minha personalidade ou até mesmo nas minhas decisões futuras...
Peço então, a sua opinião, pois já não sei o que pensar...
Muitíssimo obrigado, com os melhores cumprimentos,
XXXXXXX
Caro amigo,
Penso que esse senhor terá procurado ajudá-lo da melhor forma que sabia, mas não se esqueça que a masturbação foi vista, durante muito tempo, como algo de muito negativo e prejudicial à saúde. Felizmente, muitos dos mitos, associados à masturbação, foram caindo e cada vez mais é vista de forma positiva. Na verdade, a maioria dos terapeutas sexuais aconselha a masturbação como uma das principais etapas para ultrapassar a maioria das Disfunções Sexuais.
Fernando Eduardo Mesquita
Psicólogo/Sexólogo Clínico
Tel: 969091221
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Perguntas e Respostas - Descobri o prazer do sexo oral

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Boa tarde,
sou jovem, tenho 20 anos e namoro com a mesma rapariga há 1 ano. Descobri com ela o prazer do sexo oral... Desde então, quando estou com ela sozinho no quarto ou quando dormimos juntos, sinto frequentemente vontade que ela me faça sexo oral.
O que me sugere para esta situação?
Desde já, muitíssimo obrigado, com os melhores cumprimentos,
Caro amigo,
é natural que queira repetir mais vezes um comportamento que descobriu recentemente e que lhe dá prazer. Pense no seguinte caso, quando a primeira experiência sexual é a auto-masturbação, existe uma tendência para a pessoa repetir esse comportamento até adquirir novas formas de satisfação sexual. Estas novas formas de satisfação sexual podem ser, por exemplo, a presença de um/a namorado/a. Isto permite à pessoa tomar consciência que, para além da auto-masturbação, pode ter prazer de outras formas, o que não quer dizer que tenha de abdicar da primeira.
Penso que se poderá estar a passar algo de semelhante consigo. Uma vez que descobriu algo que lhe deu prazer é natural que queira repetir. Fale abertamente com a sua namorada e procurem novas experiências, em que o sexo oral possa estar presente, mas não exclusivamente.
Importante: procurem que o momento da ejaculação não seja durante o sexo oral, de forma a começar a associar o orgasmo a outras actividades sexuais...
Para finalizar: quando refere que aquilo que o deixa mais pensativo e envergonhado é o facto de não ser mais romântico ou de pensar simplesmente como é bom estarem juntos, foi algo que teve consciência por si mesmo? Se assim for, penso que é um óptimo prognóstico, pois revela que está preocupado com a vossa relação e que, muito provavelmente, vai lutar para ultrapassar o problema.
Estarei disponível para vos ajudar sempre que considerarem necessário,
Fernando Eduardo Mesquita
Psicólogo/Sexólogo Clínico
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CIÚME

Embora, culturalmente, se associe o ciúme às mulheres a verdade é que existem muitos homens ciumentos. Considero que é um fenómeno presente tanto em homens como mulheres. O tipo de ciúme, e como se manifesta, é que poderá variar. Diz-se, normalmente, que o receio dos homens é serem traídos fisicamente pela mulher, enquanto que, a mulher teme mais uma traição a nível emocional. Esta traição no homem é interpretada, muitas vezes, como não ser tão homem como o outro (muito ligado à masculinidade). Os homens ciumentos tende a ser mais violentos, ao passo que as mulheres ciumentas têm por comportamento, normalmente, questionar constantemente o parceiro sobre a sua genuína fidelidade e amor por elas.
2. O ciúme atrapalha, de facto, as relações?
Sem dúvida que pode atrapalhar, imagine o que é viver numa relação onde por mais sincera que seja, o outro duvida constantemente da sua verdade. Imagine o que é ser “perseguida 24 horas/dia”. Para não falarmos de situações de violência (verbal ou física) que por vezes podem existir.
3. Que complicações pode trazer os ciúmes para a vida familiar?
O que de início até pode ser agradável, isto é, o outro (o ciumento) “mostrar que gosta de nós” com as ditas “cenas de ciúmes”, perguntando “Onde estivemos? Com quem? A fazer o quê?”, etc. Aos pouco pode levar a um afastamento progressivo e ao término da relação, muitas vezes, de forma agressiva.
4. O ciúme deve ser encarado como uma doença quando obsessivo?
Essa parece-me ser a grande questão: sabermos qual é o limite entre o que é normal e o que é patológico. De qualquer forma, quando este sentimento se torne insuportável para ambas as partes, estamos perante algo que está mais a prejudicar do que a favorecer a relação.
Quando o ciumento duvida constantemente do parceiro, entra num ciclo com receio de perder o outro e procurar controlá-lo cada vez mais. Isto poderá fazer com que o/a companheira/o sinta que o seu espaço pessoal está a ser invadido, sentindo-se magoado/a pelo comportamento que o ciumento está a ter o que poderá fazer com que se afaste progressivamente da relação. É nesta altura que ciumento começa a sentir este afastamento e investe ainda mais no controlo do outro e no seu receio de ser abandonado, podem surgir pensamentos como “tinha razão, ela já não me liga”; “ela anda com outro de certeza…”,etc. Muitas vezes, este ciclo acaba num grande sofrimento de ambas as partes.
Se o ciúme surge do desejo pelo outro, o que o alimenta é a frustração de não conseguir controlá-lo. Em casos extremos, esta noção de que não se consegue controlar o outro pode dar azo à violência ou até mesmo ao crime, aí sem dúvida, estamos perante um fenómeno patológico.
5. Muitos encaram o ciúme como prova de honra. Concorda?
Normalmente, o ciúme é alimentado pelo medo de perder algo que se tem, ou se deseja ter. Isso pode significar que existe um interesse no compromisso e na continuação da relação. Atenção, refiro “interesse” e não “amor”, pois pode haver interesse mas não haver amor, mas também pode ser um ciúme por amor. Ou seja, nem todos os ciumentos estão perdidos de amor pela/o companheiro/a, pode haver uma ciúme ligado a outros aspectos, tais como dificuldade em lidar com a rejeição, receio de ficar sozinho, insegurança, interesses financeiros, etc.
Existem mesmo pessoas que consideram que onde há amor tem de haver ciúme … porque este representa o sentimento de posse e de não querer perder o que se tem.
Perguntas e Respostas - Não consigo ter relações sexuais

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Ola ...
Tenho 16 anos e não consigo ter relações sexuais com a minha namorada, as erecções que tenho não são suficiente duras nem continuas a fim de haver penetração. Já desde Janeiro que isto acontece, eu anteriormente tive uma infecção urinaria a qual deixei retardar uma semana o seu tratamento, talvez seja por isso, ou talvez seja psicológico, o que é o mais certo...
Aguardo resposta brevemente...
Caro amigo,
- Consegue obter uma erecção, suficientemente rígida e prolongada para uma penetração, quando está sozinho, ou a ver algo que seja mais excitante para si?
- Se se masturba: Tem dificuldades na masturbação? Consegue ejacular/atingir o orgasmo sem perder a erecção?
- É frequente acordar com erecção de manhã?
Se responder afirmativamente a pelo menos uma destas questões, muito provavelmente o seu problema é psicológico. Se assim for, tente falar calmamente com a sua namorada, procurem apenas voltar a tentar numa altura em que estejam TOTALMENTE à vontade, sem medo de serem surpreendidos por alguém, com tempo ... etc. Uma boa opção é combinarem não terem relações sexuais nas próximas duas/três vezes que tiverem uma boa oportunidade, aproveitem para estar próximos e tirarem prazer sem penetração. Estabeleçam como regra "NAS PRÓXIMAS 2/3 VEZES NÃO VAI HAVER PENETRAÇÃO", nem se deverão preocupar se não existir erecção. GOZEM APENAS O MOMENTO ... !
Estarei disponível para vos ajudar sempre que considerarem necessário,
Fernando Eduardo Mesquita
Psicólogo/Sexólogo Clínico
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Perguntas e Respostas - Sexo uma vez por semana
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Bom dia,
Cara amiga,
penso que será importante falar com o seu namorado sobre o porquê da diminuição da frequência da vossa actividade sexual. Infelizmente, os dados que nos apresenta são muito vagos, (por exemplo, vivem juntos? já falaram sobre estas dificuldades? se sim, qual o feedback que teve do seu namorado? houve alguma alteração na vossa relação? etc.).
Parece-me que no fundo até gostava da frequência de relações sexuais que tinham no início da relação (tal como refere "estava tudo perfeito") embora "embirra-se por ser demais"... Será que ele não diminuiu a frequência porque pensou que era isso que desejava?
Estarei disponível para vos ajudar se considerarem necessário,
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«Não me faças essa cara!»
Segundo os resultados, uma baixa actividade no LPFC pode representar um factor de risco para problemas de humor e comportamentais, após uma situação de stress interpessoal. A gestão construtiva de estados emocionais negativos que emerge inevitavelmente de relações românticas pode ser crítica para se conseguir lidar com o mundo.
Dia Europeu da Vítima de Crime
A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) assinalou 6539 mulheres afectadas por crime em 2009, uma média de 18 por dia, a maioria entre 26 e 45 anos, num total de 7639 vítimas apoiadas pela entidade.
No balanço da sua actividade no ano passado, a APAV aponta um acréscimo de 1,3 por cento dos processos de apoio, que totalizaram 10 132, com o número de pessoas ajudadas a ultrapassar 20 mil. No total, foram registados 17 628 crimes, a maior parte (90 por cento) de violência doméstica.
O número de idosos vítimas de crime atingiu 642, ou seja, uma média de dois por dia, uma situação próxima da que se regista entre as crianças, com 610 vítimas.
A data será também aproveitada pela APAV para reforçar a campanha nacional «Se pode complicar, para quê facilitar?», que visa prevenir e sensibilizar os portugueses para os crimes contra o património, «carjacking» (roubo de viaturas com violência) e «homejacking» (roubo de casas com violência), assim como para a segurança pessoal, segurança na rua, nas zonas residenciais e de trabalho, nos transportes e áreas de acesso púbico.


